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A escolha do favor de Sansa: o caso de Sor Byron, o Bonito ( Parte 1)

2020.10.02 20:07 CasaGolden A escolha do favor de Sansa: o caso de Sor Byron, o Bonito ( Parte 1)

“Quem pediria o favor de uma bastarda?
Harry, se ele tiver a sabedoria que os deuses deram para um ganso... mas não dê para ele. Escolha algum outro galante. Você não quer parecer muito ansiosa.” (TWOW, Alayne I)
Tal é o conselho que Mindinho da para Sansa Stark, agindo como sua filha bastarda Alayne Stone, quando ela se encontra com ele nos Portões da Lua depois da chegada do seu prometido Harry, o Herdeiro. Não é a orientação habitual que alguém pensaria que um pai daria para sua filha, mas este não é um relacionamento tradicional de pai/filha e Petyr não é um mentor ordinário. Enquanto ele não especifica o “galante” que Sansa deveria entregar seu favor, o raciocínio dele é claro: ele quer que ela encante e provoque Harry, mas ainda mantendo alguma aparência de preferência absoluta, para assim manter o Jovem Falcão encantado e interessado. Quando mais tarde ela dança com Harry no banquete pré-torneio, nós vemos que Alayne aceitou as palavras do pai no coração; ela está decididamente mais ousada e brincalhona com Harry, questionando ele sobre suas crianças bastardas, suas mães, e fazendo comentários bem sugestivos sobre ela ser toda a “pimenta” que ele vai querer. O infeliz Harry, previsivelmente em transe, pede pelo favor de Alayne, mas ela nega pra ele dizendo “Você não. Está prometido... para outro”.
Quem será esse “outro” tem intrigado o fandom desde o lançamento da amostra do capítulo há cinco anos. O capítulo não contem maiores revelações ou cenas dramáticas, mas este final age como certo cliffhanger, criando expectativas nos leitores de que o favor de Alayne terá um considerável significado narrativo. Ao escolher seu cavaleiro, nós sabemos que Alayne tem muitas opções, como Martin nos dá a litania de potenciais escolhas da lista de parceiros de dança no banquete, e, não esqueçamos, a conversa com dois personagens imprevisíveis que ela teve mais cedo naquele dia: Sor Shadrich de Vale Sombrio e Sor Lyn Corbray de Lar do Coração. Enquanto Sor Lyn continua sendo um candidato viável, por mais volátil e arriscado que ele seja, podemos excluir Sor Shadrich por enquanto, pois ele diz a Alayne e Myranda que não pretende competir no torneio.
É claro, os leitores sabem que o Rato Louco tem procurado pela Sansa Stark por um bom tempo, finalmente integrado nos serviços de Mindinho como cavaleiro andante ao lado de outros dois, e conhecendo Sansa depois que ela partiu do Ninho da Águia em seu capítulo final de AFFC. Como as conversas no pátio de treino revelam, Sor Shadrich agora sabe que a filha bastarda do Lorde Protetor é realmente a garota Stark desaparecida, e enquanto seu propósito anunciado fosse ganhar a recompensa pelo retorno dela para Porto Real, os leitores ainda estão incertos sobre suas verdadeiras motivações e o que ele irá decidir com essa descoberta. O favor de Sansa, operando neste viveiro fervente de tensões crescentes e subterfúgios, não é mais relevante como um mero gesto de cortesia, mas agora é uma potencial mudança de estratégia nos jogos por um jogador emergente.
Assim, qual cavaleiro seria a melhor decisão estratégica, tanto da perspectiva de Sansa (estando atenta ao crescimento de seu personagem) e de uma consideração mais ampla dos desenvolvimentos da trama envolvendo outros personagens e eventos? Essas questão nos leva seriamente a considerar Sor Byron o Bonito, o cavaleiro andante que nós vemos primeiramente como um do trio de homens que Mindinho contrata para seus serviços no fim de AFFC.
Para começar, uma pequena confissão é necessária: Esta teoria deve seu desenvolvimento à minha frustração em tentar descobrir a verdadeira identidade de Sor Byron, já que estou trabalhando a partir do pressuposto de que Sor Morgarth e Sor Shadrich estão operando sob falsos pretextos no que se refere às suas verdadeiras identidades / propósitos em vir para o Vale de Arryn. Já sabemos que Sor Shadrich está escondendo o fato de que estava procurando por Sansa, mas será que ele também poderia ser outra pessoa, ainda uma figura desconhecida que tem seus próprios motivos nessa busca? Uma teoria popular no fandom sugere que ele é Howland Reed, mas isso está fora do escopo de nossa investigação por enquanto. Com relação a Sor Morgarth, uma de nossas teorias “malucas” aqui em Pawn to Player alega que ele é realmente o Irmão Mais Velho da Ilha Quieta. Faz sentido narrativo, portanto, que Byron também não seja quem aparenta ser, e certamente não está lá para prestar serviço leal ao Senhor Protetor.
Um aspecto importante dessa teoria é que esses cavaleiros andantes parecem estar trabalhando juntos. Com a exceção do momento em que Sansa encontra Shadrich sozinho no pátio no capítulo liberado de TWOW, Martin reforça a imagem de três homens como uma unidade desde a primeira aparição deles no solar de Mindinho até a última aparição deles dançando com Alayne no banquete:
Exatamente como Petyr prometera, os jovens cavaleiros se amontoavam ao redor dela, disputando seu favor . Depois de Ben veio Andrew Tollett, o belo Sor Byron, Sor Morgarth do nariz vermelho, e Sor Shadrich, o Rato Louco. (TWOW, Alayne I)
Em particular, Martin parece querer que nos concentremos em suas aparências, quase como se houvesse pistas a serem discernidas dessas descrições. Isso ecoa nossa primeira introdução a eles em AFFC, quando os leitores deveriam reconhecer imediatamente o astuto Sor Shadrich:
Alayne o abraçou obedientemente e lhe deu um beijo na face.
– Lamento incomodar, pai. Ninguém me disse que tinha companhia.
– Você nunca incomoda, querida. Estava agora mesmo contando a esses bons cavaleiros como minha filha é atenciosa.
– Atenciosa e bela – disse um jovem e elegante cavaleiro, cuja espessa cabeleira loira caía em cascata até bem depois dos ombros.
– Sim – disse o segundo cavaleiro, um indivíduo entroncado com uma espessa barba salpicada de branco, nariz vermelho, proeminente e com veias rebentadas, e mãos nodosas, grandes como presuntos. – Não mencionou essa parte, senhor.
– Eu faria o mesmo se ela fosse minha filha – disse o último cavaleiro, um homem baixo e seco, com um sorriso sardônico, nariz pontiagudo e hirsutos cabelos cor de laranja. – Especialmente perto de homens grosseiros como nós.
Alayne riu.
– São grosseiros? – disse, brincando. – Ora, e eu que os tomei por galantes cavaleiros. (AFFC, Alayne II)
Deixando de lado seus atributos físicos por enquanto, devemos também prestar atenção em como suas respostas "coordenadas" e preparadas para a chegada de Alayne parecem ser. Não há hesitação ou demora. Um após o outro, cada um constrói a afirmação do outro, terminando com o comentário sugestivo de Shadrich sobre "grosseiros como nós". O que temos é uma impressão singular dos três cavaleiros, apesar de suas descrições variadas, levando a uma conclusão razoável de que eles decidiram combinar seus esforços e recursos para um objetivo comum. Se o objetivo é simplesmente sequestrar Sansa e devolvê-la ao cativeiro em KL como Shadrich fez Brienne acreditar, então a presença do Irmão Mais Velho como Morgarth certamente prejudicaria esse empreendimento. Além disso, embora Shadrich tenha se oferecido para dividir sua recompensa com Brienne, a exigência de dividi-la em três partes pareceria menos do que ideal, para não falar do risco de envolver tipos mercenários não confiáveis ​​que poderiam tentar roubar Sansa e ganhar o resgate total por si mesmos. Não somos informados dos detalhes de como exatamente eles foram contratados por LF em Vila Gaivota, mas que todos os três parecem confortáveis ​​na companhia um do outro é notável e sugere algum tipo de familiaridade ou conexão anterior.
Sor Byron, pela própria natureza de como Martin o descreve, é o mais fácil de ignorar, especialmente à luz das experiências de Sansa, que a ensinaram que exteriores dourados e belos muitas vezes podem ser enganosos, e que é muito melhor julgar alguém em seu caráter e ações. O fato da aparência de Byron lembrar um típico Lannister é provavelmente uma escolha autoral deliberada, destacando como Sansa não está mais cega ou mesmo atraída por esse ideal de beleza - que lhe causou considerável sofrimento e dor. Mas o que fazemos com Byron e por que ele está incluído neste grupo de potenciais ajudantes de Sansa se neste estágio de desenvolvimento dela ele parece ser evidentemente o cara errado? Ao tentar descobrir sua identidade, eu rapidamente percebi que poderia ser mais benéfico se concentrar no papel específico que ele poderia desempenhar na trama e é aí que a ideia de ele ser aquele a receber o favor de Alayne tomou forma.
A partir do momento em que conhece Alayne, Byron desempenha o papel do cavaleiro arrojado, elogiando sua aparência e beijando sua mão ao sair da sala. Ela o descreve como "elegante" e "jovem" e, mais tarde, no banquete, como "bonito". Não há sentido, no entanto, que o interesse de Alayne em Sor Byron vá além de sua apreciação do fato de que ele foi contratado para reforçar a guarda de LF nos Portões. Então, por que ela o escolheria para usar seu favor de todas as outras opções disponíveis? A razão mais óbvia é que ele é a escolha perfeita para atingir seu objetivo aparente de deixar Harry, o Herdeiro, com ciúmes, como LF a aconselha a fazer durante a conversa nas caves. Por conta própria, Sansa poderia dar seu favor a alguém como Sor Wallace, filho de Anya Waynwood, por quem ela claramente tem empatia e procura salvar do constrangimento quando ele dança com ela no banquete. Ou outra escolha poderia ter sido Sor Lyn Corbray, a quem ela aprecia como um lutador cruel e certamente deixará sua marca no torneio. Que Sor Lyn Corbray pode não ser mais leal a seu pai é algo que desperta a curiosidade de Alayne, um conhecimento potencial que ela poderia explorar no futuro. No entanto, Sor Wallace e Sor Lyn provavelmente não deixarão Harry com ciúmes, já que o primeiro é alguém com quem ele cresceu durante toda a vida, que é estranho e tímido, enquanto o último é conhecido por não se interessar pelos encantos das mulheres , e cuja seleção só pode servir para disparar os alarmes de LF. Byron, com sua notável boa aparência, porte elegante e modos corteses é o cavaleiro ideal para fazer Harry se sentir irritantemente inseguro. Depois de sua rápida conversa com Harry no banquete, Sansa soube ainda melhor do que antes que ele é um tipo superficial, que valoriza a aparência acima de tudo pela maneira como fala sobre seus amantes e, ao mesmo tempo, alguém que é bastante fácil de manipular. Sua primeira impressão de Harry é reveladora:
Sor Harrold Hardyng era um futuro senhor em cada centímetro; proporcional e bonito, aprumado como uma lança, duro de músculo. Homens com idade suficiente para terem conhecido Jon Arryn em sua juventude diziam que Sor Harrold tinha sua aparência, ela sabia. Ele tinha um tufo de cabelo loiro-areia, olhos azuis pálidos, nariz aquilino. Joffrey também era gracioso , ela lembrou a si mesma . Um monstro gracioso, é isso o que ele era. O pequeno Lorde Tyrion era mais gentil, mesmo retorcido. (TWOW, Alayne I)
Ainda não vimos nenhuma evidência de que Harry é um "monstro atraente"da mesma forma que Joffrey, mas a comparação é significativa. Isso ressalta o tema de aparência versus realidade que percorre o arco de Sansa e enfatiza a ironia de Byron ser o único a receber seu favor neste momento. Ao contrário da Sansa de antigamente, que se derreteu pelo Cavaleiro das Flores durante o Torneio da Mão, esta Sansa poderia escolher um cavaleiro valente para um propósito totalmente diferente, usando seu favor não como uma declaração decorativa de afeto, mas como uma isca deliberada. Isso se alinha perfeitamente com o papel secreto em que Sor Byron já poderia estar envolvido, e torna não apenas Harry, mas também Petyr Baelish, como as figuras enganadas. A escolha de Sor Byron uniria a relevância desses misteriosos cavaleiros errantes e apresentaria uma oportunidade para Sansa descobrir seu verdadeiro propósito. Até agora, os três parecem estar se mantendo discretos, mas os comentários de Sor Shadrich a Sansa no pátio sugerem que ele está planejando agir em breve. A escolha de Sor Byron, apesar de Sansa não ter conhecimento do que eles planejam ainda, pode ser vista como uma bênção simbólica de sua missão clandestina. Também expande o espectro da influência que ela tem exercido desde o planejamento até a execução do torneio dos cavaleiros alados.
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2020.08.29 20:41 futebolstats Fluminense e Vasco fazem clássico deste sábado no Brasileirão

Fluminense e Vasco fazem o clássico de sábado da 6ª rodada do Campeonato Brasileiro. As duas equipes entram em campo neste sábado (29) às 19h (horário de Brasília), no Maracanã, com a promessa de um jogo equilibrado valendo as primeiras posições na classificação.
O Tricolor vem de duas vitórias importantes. Pelo Brasileirão, superou o Athletico-PR, na Arena da Baixada, e se recuperou da derrota contra o Bragantino na rodada anterior. Com isso, o Fluminense chegou a sete pontos. No meio da semana, a equipe de Odair Hellmann mostrou um belo futebol contou com o show de Nenê para vencer o Figueirense por 3 a 0, avançando na Copa do Brasil.
Classificado na @CopadoBrasil
& Hat Trick
& Artilheiro #TimeDeGuerreiros#SejaSócio
: Lucas Merçon/FFC pic.twitter.com/yNsdA5g4Rk
Fluminense F.C. (@FluminenseFC) August 26, 2020
Titular nas duas últimas partidas do Fluminense, o lateral-direito Calegari mostrou confiança para o clássico deste sábado: “A expectativa para o jogo é muito boa. Estamos vindo de duas grandes vitórias, de uma vitória fora de casa e de uma classificação contra o Figueirense. A expectativa é muito boa para o clássico e, com certeza, vamos chegar no sábado com proposta de ganhar o jogo novamente, buscar os três pontos para continuar subindo na tabela”.
O técnico Odair Hellmann tem um desfalque para o jogo. O goleiro Muriel sofreu um desconforto na perna esquerda e não vai para a partida. O Fluminense deve entrar em campo com Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Yuri, Dodi e Michel Araújo; Nenê, Marcos Paulo e Evanilson.

Melhor defesa do campeonato

Dono da melhor defesa do Campeonato Brasileiro, com apenas um gol sofrido, o segundo melhor ataque, com sete gols marcados e na segunda posição na classificação, com 10 pontos, o Vasco entra em campo neste sábado para manter a boa fase. Sob o comando do técnico Ramon Menezes, em jogos oficiais, o time venceu seis partidas e empatou uma. São 13 gols marcados e apenas três sofridos.
Você teria um minuto para ouvir sobre o Ramonismo?
Rafael Ribeiro/Vasco #GOIxVASpic.twitter.com/0nyctsemkR
— Vasco da Gama (@VascodaGama) August 27, 2020
Na véspera do confronto com o Fluminense, Ramon falou sobre a expectativa do clássico: “É mais uma decisão pra gente. Vejo todos esses jogos como decisivos, como final de campeonato. Tenho passado isso para os nossos atletas e eles têm entendido muito bem isso, o que é vestir a camisa do Vasco da Gama. Então é com esse espírito e com essa atitude que nós vamos fazer mais um grande jogo, tenho certeza”.
Apesar da confiança, o Gigante da Colina terá um desafio maior neste sábado. Ramon não vai poder contar com três titulares. Andrey está suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo. Bruno Gomes e Vinícius testaram positivo para o novo coronavírus (covid-19) e foram afastados.
Desta forma, o Vasco deve entrar em campo com Fernando Miguel; Yago Pikachu, Ricardo Graça, Leandro Castán e Henrique; Carlinhos, Fellipe Bastos e Benítez; Talles Magno, Guilherme Parede e Germán Cano.

Transmissão da Rádio Nacional

O confronto entre Fluminense e Vasco terá transmissão ao vivo pela Rádio Nacional, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luiz e reportagens de Bruno Mendes. A jornada esportiva começa às 18h30min e você acompanha aqui:

Jogos de sábado

Além do clássico carioca, outras três partidas abrem a 6ª rodada do Brasileirão neste sábado. O Botafogo recebe o Internacional, às 16h, no Estádio Nilton Santos. Às 19h, Bahia e Palmeiras se enfrentam no Estádio de Pituaçu. Fortaleza e Bragantino fecham o dia, às 21h, no Castelão.
Veja classificação atualizada da Série A do Brasileiro.
Ouça na Rádio Nacional
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


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Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.08.06 00:19 bobmonofree A impossibilidade (ou dificuldade, ou imprecisão) de se prever o futuro - expectativa vs realidade na tentativa de se prever a variação cambial. Deixem registrados seus palpites de qual será a cotação do Dólar daqui um ano (agosto de 2021) para que lá possamos comparar a (im)precisão das previsões.

Sou super novo nesse "mundo do dinheiro" - ainda estou montando minha reserva de emergência e minha "reserva pra começar a vida sozinho", ainda não sei nada sobre investimentos propriamente ditos -, mas uma coisa que já aprendi por aqui é que não dá pra querer prever hoje como o Dólar estará daqui a um ano (ou amanhã, vai que amanhã acordamos com a terceira guerra mundial), e aprendi porque vejo uma quantidade considerável de posts nesse sentido.
Aí eu pensei em fazer aqui um exercício - criar uma enquete, que vai ficar aberta para votação por apenas uma semana, sobre qual a expectativa de vocês, hoje (entre os dias 05/08/2020 e 11/08/2020, depende de quando cada um vai votar), para a cotação do Dólar daqui um ano (lá pra segunda semana de agosto de 2021). O objetivo é que, daqui um ano, possamos comparar quais eram as expectativas e qual foi a realidade com relação à cotação do Dólar, até pra ter algo mais concreto pra mostrar pro pessoal como é difícil e impreciso prever esse tipo de coisa quando vierem perguntar "como estará o dólar ano que vem?" (sem querer soar o grosso que não quer que perguntem, só pra mostrar mesmo que pode até ter gente acertando, mas provavelmente também terá muita gente errando).
Ah, e só pra facilitar e deixar registrado pra quem vier aqui daqui um ano - o Dólar hoje (05/08/2020) fechou em R$ 5,29.
Obs.: como o Reddit permite no máximo 6 opções tive que colocar uns intervalos meio grandes (queria colocar pelo menos de 50 em 50 centavos). E como já estamos na faixa "entre 5 e 6 Reais" resolvi começar com "menos de 3 Reais" pra que os cenários mais negativos também pudessem ter uma representatividade melhor (um cenário pior que o atual não ficasse apenas "mais de 6 Reais").
Obs.2: como eu disse sou completamente novato (se é que dá pra dizer que já entrei) nesse mundo dos investimentos, então se acharem que a enquete poderia ser melhomais relevante sintam-se à vontade pra criar outra que aí eu ou a moderação excluímos essa (pra não ficar com duas poluindo o sub e eventualmente fragmentando os votos). Ah, se alguém quiser criar uma naquele Google Forms, Surveymonkey e afins, mais completa (com uns intervalos menores entre uma previsão e outra, talvez com um tópico perguntando sobre como estará mês que vem, outro perguntando sobre daqui a 6 meses, e um terceiro pra daqui um ano [tô só dando ideias]), posta nos comentários que eu edito e coloco o link pra ela aqui na descrição . ;)
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2020.07.25 04:23 YatoToshiro Ultradimension Games #4 Hyperdevotion Noire


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Lee-Fi Lee-Fi é uma jovem apaixonada que usa o punho para falar. Por isso, ela é má com pessoas indecisas e acredita que apenas pessoas fortes valem alguma coisa. Ela está sempre em busca de alguém que possa ser mais forte que ela e incentiva um desafio. Quando seu interesse é escolhido, ela escuta com total intenção. Ela pode ser egoísta e rude, mas também se importa com os amigos.
Ela é a primeira dos generais a aparecer ao lado de Noire no começo. Depois que Noire acredita na tradição de uma mulher chamada Eno e joga Gamarket no Caos, os Generais desertam e agem de forma independente.
Lee-Fi é o primeiro general a luta da CPU depois que ela derruba a secretária de Noire. Ela perde e é levada em custódia. Ela desafia Noire para o primeiro desafio que vê: um pôster de um concurso de beleza e, apesar de tudo, Lee-Fi saiu correndo do palco chorando de vergonha. Mais tarde, ela decide que quer lutar contra Lid, outro dos generais. Mais tarde, ela concorda com a proposta de Resta de fazer com que os generais a combatam para ver se as convicções de Noire eram verdadeiras. Após a derrota de Resta, Ela, juntamente com Lee-Fi e Lid concordam em ajudá-la.
Lid Lid tem uma personalidade legal e séria, mas quando coisas irracionais acontecem, ela cospe comentários venenosos. Ela tem medo de desenvolvimentos inesperados, armadilhas e se esconde em uma caixa de papelão, tendendo a ser cautelosa com o ambiente.
Além disso, quando a situação se desenvolve muito além de suas expectativas. Ela também costuma se atrapalhar com suas próprias palavras..
Ela é vista pela primeira vez no início do jogo com Noire e seus outros generais.
Depois que Noire leva Gamarket ao caos, alguns soldados de Lid foram vistos perseguindo Resta, que estava em um estado enfraquecido. Ela pede desculpas por suas ações e foge.
Mais tarde, ela é vista em sua própria cidade, tentando prender os outros processadores. Quando ela é confrontada por Noire, ela os desafia. Ela perde e concorda em ser detida.
Em seu momento, ela espia Noire enquanto toma banho e a ouve falando sobre Lid ser um ídolo, o que contraria tudo o que ela representa. Depois que ela é descoberta, ela cai da abertura no chuveiro de Noire e é punida por isso.
Quando Resta se recuperou, Lid explica que Resta pisou em sua própria mina terrestre. Depois disso, ela concorda com a proposta de Resta de fazer com que os generais desafiem as CPUs a testar a convicção de Noire e, depois de derrotadas, ela se junta a elas como uma espiã da equipe.
Resta Resta parece uma criança pequena, mas por dentro é uma garota forte e uma pessoa com bom senso. Quando ela olha para a falta de jeito de Noire, mesmo quando criança, ela se preocupa. Inesperadamente, ela adora histórias de adultos e se interessa por coisas pervertidas. Mas ela não tem experiência nessa categoria e parece exibir uma pequena quantidade de inocência.
Estelle Estelle é uma pessoa com uma disposição brilhante e simples. Ela parece muito inocente e se considera uma heroína em busca de coisas lendárias. Mas suas ações nunca são feitas com más intenções, embora ainda a envolva em problemas ...
Ein Al Uma misteriosa mulher-espada, à primeira vista ela tem uma atmosfera séria e fria sobre ela. Mas ela está simplesmente (com toda a intenção) exibindo sua elegância, a chamada Chuunibyou.
Ein adora usar palavras difíceis para parecer mais madura, mas na ocasião ela mostra suas cores verdadeiras.
Moru O mais novo dos comandantes militares, Moru está cheia de energia e uma inocência natural. Ela pode parecer um pouco ingênua e se apressa a entender as coisas de uma maneira única. Sabe-se que seus sentidos são fortes, o suficiente para detectar inimigos ocultos.
Poona Pacifista gentil e com um jeito preguiçoso de falar, Poona encontrará coragem para enfrentar qualquer coisa se vir alguém que conhece ou se preocupa com problemas. Seu ponto de charme é o bombom na cabeça.
Ai Masujima Ai Masujima adora cantar e dançar com as amigas. No entanto, mexa com ela, ela fica fria, semelhante a Plutia.
Ela aparece no capítulo 4: Rest @ rt. Neste capítulo, Ai está tendo problemas para encontrar Vert e é encontrado por Eno, que está desconcertado com seu idioma. O CPU encontra-a sendo atacada por monstros, resgata-a e diz que ninguém é permitido entrar em Lowee. Ela interpreta o papel da vítima inocente até Blanc retornar e ressalta que ela foi responsável pela lavagem cerebral dos cidadãos de Lowee.
Lee-Fi é baseado em Chun-Li do Street Fighter. A tampa é baseada em Snake, do Metal Gear Solid, e usa uma faca para lutar. Resta é baseado na forma infantil de Ellis / Fiona, da Record of Agarest. Estelle é baseado no herói masculino de Dragon Quest 3 e usa uma espada e um escudo. Ein Al com duas tatuagens de espadas no rosto é baseado em Final Fantasy. Poona é baseado em Opuuna. Moru é baseado na série Monster Hunter e usa uma maça para lutar.
Ai Masujima é baseado na franquia The [[email protected]](mailto:[email protected]).

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Ryuka Ryuka é uma mulher de pele clara com olhos azuis brilhantes. Seu cabelo é castanho e preso ao lado em dois cachos grandes e enrolados de comprimento uniforme. Ela veste uma flor vermelho-rosada no lado direito.
A roupa de Ryuka consiste em uma blusa vermelha reveladora com um dos quatro botões abotoados, diretamente abaixo do peito, enquanto a blusa é mantida fechada por um broche de ouro com uma flor detalhada. Impresso na camisa é um dragão preto. Isso é usado com uma jaqueta branca solta com mangas vermelhas, uma saia curta branca com faixa preta e uma fenda cortada na lateral colorida com pano vermelho. Ela também usa meia calça com um par de polainas brancas com detalhes em vermelho, preto e dourado. Seus sapatos são plataformas brancas e pretas com um rubi em cada dedo do pé.
Blossom Aisen Blossom tem uma pele clara e olhos roxos claros. Ela tem cabelos loiros, curtos e claros, com um corte infantil irregular, com a franja cobrindo o olho esquerdo. Ela usa um pedaço de cabelo roxo com adornos em ouro.
Blossom usa uma blusa branca com uma marca de forma de diamante cortada no peito e uma peça preta e dourada em volta do pescoço. Isso está embaixo de uma jaqueta roxa brilhante com detalhes dourados e pretos e um diamante de ouro nas laterais segurando-a fechada sobre o estômago. Sobre os ombros, ela tem um pano branco em miniatura com forro dourado e desenhos florais vermelhos. Por baixo da jaqueta, Blossom também tem um pedaço de material preto que gira em torno da metade inferior e um par de longas luvas brancas sem dedos. Ela também tem calças apertadas com temas cinza e preto com detalhes brancos e sapatos pretos.
Tsunemi Tsunemi não consegue expressar bem seus próprios sentimentos e tem uma maneira não natural de falar, como um robô. Ela é muito sensível aos sentimentos internos de outras pessoas e acha que só pode expressar seus verdadeiros sentimentos quando canta.
Tsunemi é uma garota de pele pálida, com olhos azuis profundos e cabelos loiros longos e pálidos, usados em tranças, seguradas com peças em círculo pretas com detalhes rosa.
Ela usa um vestido com um top revelador apenas cobrindo a frente. Consiste principalmente em preto e possui detalhes em azul pálido / esbranquiçado, ouro claro e azul escuro. Acima dos seios, no centro deles, e na parte inferior da saia, há material translúcido rosa. Ela também tem uma barra de música azul na região da virilha, cercada por quatro botões rosa com um X, O, triângulo e quadrado. Ela também usa mangas pretas e botas altas, ambas com detalhes em rosa e meias brancas um pouco mais longas.
Wyn Wyn é uma garota de futebol vigorosa e positiva. Ela é muito gentil com os outros e nem um pouco egoísta, embora possa ser meio simples. Ela é legal com amigos e estranhos.
Wyn é uma garota de pele clara e pálida, com olhos cianos brilhantes e cabelo castanho claro curto, usado em um rabo de cavalo preso por uma faixa vermelha.
Ela veste uma blusa azul solta com detalhes em azul mais escuro, dourado e branco. No peito, há uma seção de vermelho e laranja com um J azul escuro ao lado. Ela também usa shorts brancos e azuis sobre um par de leggings azuis escuras, de comprimento curto, tênis azuis com detalhes em azul e branco escuros e uma esfera azul na língua de cada dedo, uma gargantilha azul escura e uma pulseira de ouro.
Lady Wac Uma garota indescritível com uma propensão a provocar os outros até que os deixe com raiva. Sua idade é um segredo, mas comparada à maioria, parece que ela está pelo menos uma geração à frente deles, devido ao seu interesse em jogos retrô e ódio à juventude. Sua maior característica parece ser o fato de ela gostar de comer, implicando uma natureza gulosa.
Lady Wac é uma garota de pele clara e clara, com longos cabelos loiros pálidos, que são usados em tranças bufantes e franja comprida cobrindo os olhos. que são laranja. Na cabeça, ela usa uma faixa de babados roxa escura com um grande laço amarrado que tem uma peça central laranja e um pequeno diamante ao lado.
Wac usa um vestido rosa escuro com detalhes de babados roxos escuros e um pescoço correspondente, com um pequeno pingente de ouro no centro para combinar com os botões abaixo do peito, que são cobertos por um material translúcido. A saia do vestido parece ser muito folhosa e comprida, com detalhes em violeta claro e rosa pálido, além de uma pequena criatura azul que sai do bolso e uma cereja colorida no laço. Ela também tem meia-calça branca, maryjanes pretas com presilhas de morango para se parecer com doces cobertos de chocolate e rosa escuro, mangas no braço.
Generia G Uma super capitã que pode fazer qualquer coisa, desde que tenha a ver com máquinas. Ela é a líder da Minerva.
Generia é uma garota de pele pálida, com olhos dourados e um pequeno par de óculos vermelhos. Seu cabelo é pálido, amarelo chiffon e cortado na altura dos ombros, usado com um chapéu de capitão branco e preto com detalhes dourados e um rubi no centro de um deles.
A Generia usa uma roupa com temas cinza, branco e preto, fortemente decorada com detalhes em branco, preto, vermelho, dourado, azul e marrom claro. Em volta do pescoço, uma gola branca com detalhes dourados e vermelhos, além de ombros dourados e grandes mangas brancas de braço com forro dourado nas partes vermelha e marrom clara. Ela também usa uma faixa preta com uma parte colorida no centro, luvas brancas e sapatos brancos tipo mech com preto e prata na parte superior e vermelho na parte inferior com grandes algemas brancas ao redor do tornozelo.
Saori Uma garota com um verdadeiro coração de donzelas. Outros dizem que ela seria a heroína principal em qualquer sim de namoro. À primeira vista, ela pode parecer uma garota normal e normal da escola, mas não deixe isso te enganar. Ela pode lutar com os melhores!
Saori é uma garota de pele pálida, com olhos rosados e cabelos ruivo claro. Ela tem franja curta e um pouco de cabelo usado para emoldurar seu rosto, enquanto o resto é usado em um rabo de cavalo que atinge seu estômago. Perto do final do cabelo, parece uma coloração rosa pálida, e o cabelo é decorado com pequenas flores brancas e um clipe de coração rosa e oco.
Saori veste um uniforme escolar azul claro com um laço de chiffon pálido e camiseta branca por baixo, junto com um pequeno coração rosa cortado no centro do peito. Ela também usa calças de cor azul, que podem ser uma saia ou um par de shorts pregueados, meias brancas com linhas rosa no topo e botas curtas marrons soltas.
Ryuka é baseado na franquia Yakuza. Blossom Aisen é baseado em Sakura Wars Tsunemi é baseado em Hatsune Miku do Vocaloid e usa música para lutar Wyn é baseado em jogos de futebol, possivelmente Winning Eleven pela Konami. Lady Wac é baseado no clássico jogo de arcade Pac-man. Generia G Provavelmente é baseado nos jogos da Gundam Generation game Saori possivelmente é baseado em Tokimeki Memorial's Shiori Fujisaki

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Vio Especialista em lidar com surtos de vírus, o Vio está muito acostumado a lutar. Ela tem uma personalidade peculiar e pode parecer um pouco feliz, embora saiba que é melhor exagerar na maior parte do tempo.
Vio tem cabelos verdes na altura dos ombros e olhos vermelhos. Sua roupa é preta com detalhes dourados e consiste em uma blusa de gola alta levemente esfarrapada, luvas brancas sem dedos, calça quente com pernas com zíper destacadas, botas brancas e algum tipo de coldre de cinta dupla na coxa direita.
Muitos aspectos do design de Vio na arte conceitual também mostram que ela é influenciada pela série Resident Evil (BioHazard no Japão); seu design geral parece inspirado em algumas das versões mais recentes do personagem 'Jill Valentine', e ela tem uma pequena criatura mutante verde / pelúcia no ombro esquerdo, segurando um guarda-chuva - na série Resident Evil, a Umbrella Corporation é responsável para o desenvolvimento original de muitos dos "vírus zumbis" mutantes ao longo da série, e seu logotipo é praticamente idêntico a uma visão de cima para baixo do guarda-chuva que o mutante da Vio está segurando. Sua arma de escolha é uma arma de cano longo, de águia do deserto, que é uma arma vista em muitos jogos da franquia Resident Evil.
Sango Sango acha que ela possui autoridade para agir mandona na frente de todos. Ela gosta de provocar e assediar os outros, e parece ser sádica e possivelmente masoquista, implicada pelo fato de que ela não odeia ser punida.
Sango é uma garota pálida, de pele clara, com pequenos olhos roxos e cabelos castanhos muito compridos. Ela tem franja arrumada e adequada para enquadrar o rosto, com poucos fios soltos na frente das orelhas e uma parte complicada que amarra o cabelo em quatro tranças circulares com tranças finas. Ela usa um ornamento roxo claro com detalhes dourados que se assemelham a uma borboleta e peças vermelhas opacas.
Seu traje consiste em uma túnica chinesa roxa vermelha e escura com detalhes dourados. Abaixo do peito, há um pano verde claro com um segmento preto por cima, com detalhes dourados, um cordão de baga brilhante e uma gema roxa clara no centro com uma gigantesca corrente de contas douradas. Seus sapatos são simples, sandálias pretas com saltos dourados e grossos.
Litte Rain Little Rain é uma garota de pele clara, com olhos azuis opacos e cabelos brancos muito compridos, que geralmente são soltos, mas tem uma fita roxa na parte inferior.
Ela usa um vestido bronzeado cremoso que seria revelador, se não fosse o top marrom chocolate usado por baixo dele com um pingente de ouro e roxo no meio, abaixo dos seios. Que combina com o pedaço do pescoço segurando as tiras de creme de seu vestido. Abaixo do ombro, ela tem mangas marrons chocolate e, em volta da cintura, há uma peça branca e prateada, segurando uma saia rígida marrom chocolate que revela seu vestido no meio. Decorar as partes marrons de sua roupa são detalhes em ouro. Enquanto seus sapatos são brancos, com detalhes marrons e dourados e orbes roxos em cima.
Vio (originalmente Capcom, que vazou como uma arte conceitual para Victory) está fazendo sua estréia neste jogo. Ela é baseada na franquia de Resident Evil (conhecida como Biohazard no Japão). O Sango é baseado no Sun Shang Xiang dos Dynasty Warriors e usa um Guan Dao Halbard. Little Rain é baseado na série Neverland.
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2020.07.23 10:09 diplohora Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

Livro do diplomata Bruno Pereira Rezende
INTRODUÇÃO
📷📷Desde quando comecei os estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), li dezenas de recomendações de leituras, de guias de estudos extraoficiais, de dicas sobre o concurso, sobre cursinhos preparatórios etc. Sem dúvida, ter acesso a tantas informações úteis, vindas de diversas fontes, foi fundamental para que eu pudesse fazer algumas escolhas certas em minha preparação, depois de algumas vacilações iniciais. Mesmo assim, além de a maioria das informações ter sido conseguida de maneira dispersa, muitos foram os erros que acho que eu poderia haver evitado. Por isso, achei que poderia ser útil reunir essas informações que coletei, adicionando um pouco de minha experiência com os estudos preparatórios para o CACD neste documento.
Além disso, muitas pessoas, entre conhecidos e desconhecidos, já vieram me pedir sugestões de leituras, de métodos de estudo, de cursinhos preparatórios etc., e percebi que, ainda que sempre houvesse alguma diferenciação entre as respostas, eu acabava repetindo muitas coisas. É justamente isso o que me motivou a escrever este documento – que, por não ser (nem pretender ser) um guia, um manual ou qualquer coisa do tipo, não sei bem como chamá-lo, então fica como “documento” mesmo, um relato de minhas experiências de estudos para o CACD. Espero que possa ajudar os interessados a encontrar, ao menos, uma luz inicial para que não fiquem tão perdidos nos estudos e na preparação para o concurso.
Não custa lembrar que este documento representa, obviamente, apenas a opinião pessoal do autor, sem qualquer vínculo com o Ministério das Relações Exteriores, com o Instituto Rio Branco ou com o governo brasileiro. Como já disse, também não pretendo que seja uma espécie de guia infalível para passar no concurso. Além disso, o concurso tem sofrido modificações frequentes nos últimos anos, então pode ser que algumas coisas do que você lerá a seguir fiquem ultrapassadas daqui a um ou dois concursos. De todo modo, algumas coisas são básicas e podem ser aplicadas a qualquer situação de prova que vier a aparecer no CACD, e é necessário ter o discernimento necessário para aplicar algumas coisas do que falarei aqui a determinados contextos. Caso você tenha dúvidas, sugestões ou críticas, fique à vontade e envie-as para [[email protected] ](mailto:[email protected])(se, por acaso, você tiver outro email meu, prefiro que envie para este, pois, assim, recebo tudo mais organizado em meu Gmail). Se tiver comentários ou correções acerca deste material, peço, por favor, que também envie para esse email, para que eu possa incluir tais sugestões em futura revisão do documento.
Além desta breve introdução e de uma também brevíssima conclusão, este documento tem quatro partes. Na primeira, trato, rapidamente, da carreira de Diplomata: o que faz, quanto ganha, como vai para o exterior etc. É mais uma descrição bem ampla e rápida, apenas para situar quem, porventura, estiver um pouco mais perdido. Se não estiver interessado, pode pular para as partes seguintes, se qualquer prejuízo para seu bom entendimento. Na segunda parte, trato do concurso: como funciona, quais são os pré-requisitos para ser diplomata, quais são as fases do concurso etc. Mais uma vez, se não interessar, pule direto para a parte seguinte. Na parte três, falo sobre a preparação para o concurso (antes e durante), com indicações de cursinhos, de professores particulares etc. Por fim, na quarta parte, enumero algumas sugestões de leituras (tanto próprias quanto coletadas de diversas fontes), com as devidas considerações pessoais sobre cada uma. Antes de tudo, antecipo que não pretendo exaurir toda a bibliografia necessária para a aprovação, afinal, a cada ano, o concurso cobra alguns temas específicos. O que fiz foi uma lista de obras que auxiliaram em minha preparação (e, além disso, também enumerei muitas sugestões que recebi, mas não tive tempo ou vontade de ler – o que também significa que, por mais interessante que seja, você não terá tempo de ler tudo o que lhe recomendam por aí, o que torna necessário é necessário fazer algumas escolhas; minha intenção é auxiliá-lo nesse sentido, na medida do possível).
Este documento é de uso público e livre, com reprodução parcial ou integral autorizada, desde que citada a fonte. Sem mais, passemos ao que interessa.
Parte I – A Carreira de Diplomata
INTRODUÇÃO
Em primeiro lugar, rápida apresentação sobre mim. Meu nome é Bruno Rezende, tenho 22 anos e fui aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2011. Sou graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (turma LXII, 2007-20110), e não tinha certeza de que queria diplomacia até o meio da universidade. Não sei dizer o que me fez escolher a diplomacia, não era um sonho de infância ou coisa do tipo, e não tenho familiares na carreira. Acho que me interessei por um conjunto de aspectos da carreira. Comecei a preparar-me para o CACD em meados de 2010, assunto tratado na Parte III, sobre a preparação para o concurso.
Para maiores informações sobre o Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre o Instituto Rio Branco (IRBr), sobre a vida de diplomata etc., você pode acessar os endereços:
- Página do MRE: http://www.itamaraty.gov.b
- Página do IRBr: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-b
- Canal do MRE no YouTube: http://www.youtube.com/mrebrasil/
- Blog “Jovens Diplomatas”: http://jovensdiplomatas.wordpress.com/
- Comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut (como o Orkut está ultrapassado, procurei reunir todas as informações úteis sobre o concurso que encontrei por lá neste documento, para que vocês não tenham de entrar lá, para procurar essas informações):
http://www.orkut.com.bMain#Community?cmm=40073
- Comunidade “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
Com certeza, há vários outros blogs (tanto sobre a carreira quanto sobre a vida de diplomata), mas não conheço muitos. Se tiver sugestões, favor enviá-las para [[email protected].](mailto:[email protected])
Além disso, na obra O Instituto Rio Branco e a Diplomacia Brasileira: um estudo de carreira e socialização (Ed. FGV, 2007), a autora Cristina Patriota de Moura relata aspectos importantes da vida diplomática daqueles que ingressam na carreira. Há muitas informações desatualizadas (principalmente com relação ao concurso), mas há algumas coisas interessantes sobre a carreira, e o livro é bem curto.
A DIPLOMACIA E O TRABALHO DO DIPLOMATA
Com a intensificação das relações internacionais contemporâneas e com as mudanças em curso no contexto internacional, a demanda de aprimoramento da cooperação entre povos e países tem conferido destaque à atuação da diplomacia. Como o senso comum pode indicar corretamente, o
diplomata é o funcionário público que lida com o auxílio à Presidência da República na formulação da política externa brasileira, com a condução das relações da República Federativa do Brasil com os demais países, com a representação brasileira nos fóruns e nas organizações internacionais de que o país faz parte e com o apoio aos cidadãos brasileiros residentes ou em trânsito no exterior. Isso todo mundo que quer fazer o concurso já sabe (assim espero).
Acho que existem certos mitos acerca da profissão de diplomata. Muitos acham que não irão mais pagar multa de trânsito, que não poderão ser presos, que nunca mais pegarão fila em aeroporto etc. Em primeiro lugar, não custa lembrar que as imunidades a que se referem as Convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e sobre Relações Consulares só se aplicam aos diplomatas no exterior (e nos países em que estão acreditados). No Brasil, os diplomatas são cidadãos como quaisquer outros. Além disso, imunidade não é sinônimo de impunidade, então não ache que as imunidades são as maiores vantagens da vida de um diplomata. O propósito das imunidades é apenas o de tornar possível o trabalho do diplomata no exterior, sem empecilhos mínimos que poderiam obstar o bom exercício da profissão. Isso não impede que diplomatas sejam revistados em aeroportos, precisem de vistos, possam ser julgados, no Brasil, por crimes cometidos no exterior etc.
Muitos também pensam que irão rodar o mundo em primeira classe, hospedar-se em palácios suntuosos, passear de iate de luxo no Mediterrâneo e comer caviar na cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido. Outros ainda acham que ficarão ricos, investirão todo o dinheiro que ganharem na Bovespa e, com três anos de carreira, já estarão próximos do segundo milhão. Se você quer ter tudo isso, você está no concurso errado, você precisa de um concurso não para diplomata, mas para marajá. Obviamente, não tenho experiência suficiente na carreira para dizer qualquer coisa, digo apenas o que já li e ouvi de diversos comentários por aí. É fato que há carreiras públicas com salários mais altos. Logo, se você tiver o sonho de ficar rico com o salário de servidor público, elas podem vir a ser mais úteis nesse sentido. Há não muito tempo, em 2006, a remuneração inicial do Terceiro-Secretário (cargo inicial da carreira de diplomata), no Brasil, era de R$ 4.615,53. Considerando que o custo de vida em Brasília é bastante alto, não dava para viver de maneira tão abastada, como alguns parecem pretender. É necessário, entretanto, notar que houve uma evolução significativa no aspecto salarial, nos últimos cinco anos (veja a seç~o seguinte, “Carreira e Salrios). De todo modo, já vi vários diplomatas com muitos anos de carreira dizerem: “se quiser ficar rico, procure outra profissão”. O salário atual ajuda, mas não deve ser sua única motivação.
H um texto ótimo disponível na internet: “O que é ser diplomata”, de César Bonamigo, que reproduzo a seguir.
O Curso Rio Branco, que frequentei em sua primeira edição, em 1998, pediu-me para escrever sobre o que é ser diplomata. Tarefa difícil, pois a mesma pergunta feita a diferentes diplomatas resultaria, seguramente, em respostas diferentes, umas mais glamourosas, outras menos, umas ressaltando as vantagens, outras as desvantagens, e não seria diferente se a pergunta tratasse de outra carreira qualquer. Em vez de falar de minhas impressões pessoais, portanto, tentarei, na medida do possível, reunir observações tidas como “senso comum” entre diplomatas da minha geraç~o.
Considero muito importante que o candidato ao Instituto Rio Branco se informe sobre a realidade da carreira diplomática, suas vantagens e desvantagens, e que dose suas expectativas de acordo. Uma expectativa bem dosada não gera desencanto nem frustração. A carreira oferece um pacote de coisas boas (como a oportunidade de conhecer o mundo, de atuar na área política e econômica, de conhecer gente interessante etc.) e outras não tão boas (uma certa dose de burocracia, de hierarquia e dificuldades no equacionamento da vida familiar). Cabe ao candidato inferir se esse pacote poderá ou não fazê-lo feliz.
O PAPEL DO DIPLOMATA
Para se compreender o papel do diplomata, vale recordar, inicialmente, que as grandes diretrizes da política externa são dadas pelo Presidente da República, eleito diretamente pelo voto popular, e pelo Ministro das Relações Exteriores, por ele designado. Os diplomatas são agentes políticos do Governo, encarregados da implementação dessa política externa. São também servidores públicos, cuja função, como diz o nome, é servir, tendo em conta sua especialização nos temas e funções diplomáticos.
Como se sabe, é função da diplomacia representar o Brasil perante a comunidade internacional. Por um lado, nenhum diplomata foi eleito pelo povo para falar em nome do Brasil. É importante ter em mente, portanto, que a legitimidade de sua ação deriva da legitimidade do Presidente da República, cujas orientações ele deve seguir. Por outro lado, os governos se passam e o corpo diplomático permanece, constituindo elemento importante de continuidade da política externa brasileira. É tarefa essencial do diplomata buscar identificar o “interesse nacional”. Em negociações internacionais, a diplomacia frequentemente precisa arbitrar entre interesses de diferentes setores da sociedade, não raro divergentes, e ponderar entre objetivos econômicos, políticos e estratégicos, com vistas a identificar os interesses maiores do Estado brasileiro.
Se, no plano externo, o Ministério das Relações Exteriores é a face do Brasil perante a comunidade de Estados e Organizações Internacionais, no plano interno, ele se relaciona com a Presidência da República, os demais Ministérios e órgãos da administração federal, o Congresso, o Poder Judiciário, os Estados e Municípios da Federação e, naturalmente, com a sociedade civil, por meio de Organizações Não Governamentais (ONGs), da Academia e de associações patronais e trabalhistas, sempre tendo em vista a identificação do interesse nacional.
O TRABALHO DO DIPLOMATA
Tradicionalmente, as funções da diplomacia são representar (o Estado brasileiro perante a comunidade internacional), negociar (defender os interesses brasileiros junto a essa comunidade) e informar (a Secretaria de Estado, em Brasília, sobre os temas de interesse brasileiro no mundo). São também funções da diplomacia brasileira a defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior, o que é feito por meio da rede consular, e a promoção de interesses do País no exterior, tais como interesses econômico-comerciais, culturais, científicos e tecnológicos, entre outros.
No exercício dessas diferentes funções, o trabalho do diplomata poderá ser, igualmente, muito variado. Para começar, cerca de metade dos mil1 diplomatas que integram o Serviço Exterior atua no Brasil, e a outra metade nos Postos no exterior (Embaixadas, Missões, Consulados e Vice-Consulados). Em Brasília, o diplomata desempenha funções nas áreas política, econômica e administrativa, podendo cuidar de temas tão diversos quanto comércio internacional, integração regional (Mercosul), política bilateral (relacionamento do Brasil com outros países e blocos), direitos humanos, meio ambiente ou administração física e financeira do Ministério. Poderá atuar, ainda, no Cerimonial (organização dos encontros entre autoridades brasileiras e estrangeiras, no Brasil e no exterior) ou no relacionamento do Ministério com a sociedade (imprensa, Congresso, Estados e municípios, Academia, etc.).
No exterior, também, o trabalho dependerá do Posto em questão. As Embaixadas são representações do Estado brasileiro junto aos outros Estados, situadas sempre nas capitais, e desempenham as funções tradicionais da diplomacia (representar, negociar, informar), além de promoverem o Brasil junto a esses Estados. Os Consulados, Vice-Consulados e setores consulares de Embaixadas podem situar-se na capital do país ou em outra cidade onde haja uma comunidade brasileira expressiva. O trabalho nesses Postos é orientado à defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior. Nos Postos multilaterais (ONU, OMC, FAO, UNESCO, UNICEF, OEA etc.), que podem ter natureza política, econômica ou estratégica, o trabalho envolve, normalmente, a representação e a negociação dos interesses nacionais.
O INGRESSO NA CARREIRA
A carreira diplomática se inicia, necessariamente, com a aprovação no concurso do Instituto Rio Branco (Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site http://www2.mre.gov.birbindex.htm). Para isso, só conta a competência – e, talvez, a sorte – do candidato. Indicações políticas não ajudam.
AS REMOÇÕES
Após os dois anos de formação no IRBr , o diplomata trabalhará em Brasília por pelo menos um ano. Depois, iniciam-se ciclos de mudança para o exterior e retornos a Brasília. Normalmente, o diplomata vai para o exterior, onde fica três anos em um Posto, mais três anos em outro Posto, e retorna a Brasília, onde fica alguns anos, até o início de novo ciclo. Mas há espaço para flexibilidades. O diplomata poderá sair para fazer um Posto apenas, ou fazer três Postos seguidos antes de retornar a Brasília. Isso dependerá da conveniência pessoal de cada um. Ao final da carreira, o diplomata terá passado vários anos no exterior e vários no Brasil, e essa proporção dependerá essencialmente das escolhas feitas pelo próprio diplomata. Para evitar que alguns diplomatas fiquem sempre nos “melhores Postos” – um critério, aliás, muito relativo – e outros em Postos menos privilegiados, os Postos no exterior estão divididos em [quatro] categorias, [A, B, C e D], obedecendo a critérios não apenas de qualidade de vida, mas também geográficos, e é seguido um sistema de rodízio: após fazer um Posto C, por exemplo, o diplomata terá direito a fazer um Posto A [ou B], e após fazer um Posto A, terá que fazer um Posto [B, C ou D].
AS PROMOÇÕES
Ao tomar posse no Serviço Exterior, o candidato aprovado no concurso torna-se Terceiro-Secretário. É o primeiro degrau de uma escalada de promoções que inclui, ainda, Segundo-Secretário, Primeiro-
-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe (costuma-se dizer apenas “Ministro”) e Ministro de Primeira Classe (costuma-se dizer apenas “Embaixador”), nessa ordem. Exceto pela primeira promoção, de Terceiro para Segundo-Secretário, que se dá por tempo (quinze Terceiros Secretários são promovidos a cada semestre), todas as demais dependem do mérito, bem como da articulação política do diplomata. Nem todo diplomata chega a Embaixador. Cada vez mais, a competição na carreira é intensa e muitos ficam no meio do caminho. Mas, não se preocupem e também não se iludam: a felicidade não está no fim, mas ao longo do caminho!
DIRECIONAMENTO DA CARREIRA
Um questionamento frequente diz respeito à possibilidade de direcionamento da carreira para áreas específicas. É possível, sim, direcionar uma carreira para um tema (digamos, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente etc.) ou mesmo para uma região do mundo (como a Ásia, as Américas ou a África, por exemplo), mas isso não é um direito garantido e poderá não ser sempre possível. É preciso ter em mente que a carreira diplomática envolve aspectos políticos, econômicos e administrativos, e que existem funções a serem desempenhadas em postos multilaterais e bilaterais em todo o mundo, e n~o só nos países mais “interessantes”. Diplomatas est~o envolvidos em todas essas variantes e, ao longo de uma carreira, ainda que seja possível uma certa especialização, é provável que o diplomata, em algum momento, atue em áreas distintas daquela em que gostaria de se concentrar.
ASPECTOS PRÁTICOS E PESSOAIS
É claro que a vida é muito mais que promoções e remoções, e é inevitável que o candidato queira saber mais sobre a carreira que o papel do diplomata. Todos precisamos cuidar do nosso dinheiro, da saúde, da família, dos nossos interesses pessoais. Eu tentarei trazem um pouco de luz sobre esses aspectos.
DINHEIRO
Comecemos pelo dinheiro, que é assunto que interessa a todos. Em termos absolutos, os diplomatas ganham mais quando estão no exterior do que quando estão em Brasília. O salário no exterior, no entanto, é ajustado em função do custo de vida local, que é frequentemente maior que no Brasil. Ou seja, ganha-se mais, mas gasta-se mais. Se o diplomata conseguirá ou não economizar dependerá i) do salário específico do Posto , ii) do custo de vida local, iii) do câmbio entre a moeda local e o dólar, iv) do fato de ele ter ou não um ou mais filhos na escola e, principalmente, v) de sua propensão ao consumo. Aqui, não há regra geral. No Brasil, os salários têm sofrido um constante desgaste, especialmente em comparação com outras carreiras do Governo Federal, frequentemente obrigando o diplomata a economizar no exterior para gastar em Brasília, se quiser manter seu padrão de vida. Os diplomatas, enfim, levam uma vida de classe média alta, e a certeza de que não se ficará rico de verdade é compensada pela estabilidade do emprego (que não é de se desprezar, nos dias de hoje) e pela expectativa de que seus filhos (quando for o caso) terão uma boa educação, mesmo para padrões internacionais.
SAÚDE
Os diplomatas têm um seguro de saúde internacional que, como não poderia deixar de ser, tem vantagens e desvantagens. O lado bom é que ele cobre consultas com o médico de sua escolha, mesmo que seja um centro de excelência internacional. O lado ruim é que, na maioria das vezes, é preciso fazer o desembolso (até um teto determinado) para depois ser reembolsado, geralmente em 80% do valor, o que obriga o diplomata a manter uma reserva financeira de segurança.
FAMÍLIA : O CÔNJUGE
Eu mencionei, entre as coisas n~o t~o boas da carreira, “dificuldades no equacionamento da vida familiar”. A primeira dificuldade é o que fará o seu cônjuge (quando for o caso) quando vocês se mudarem para Brasília e, principalmente, quando forem para o exterior. Num mundo em que as famílias dependem, cada vez mais, de dois salários, equacionar a carreira do cônjuge é um problema recorrente. Ao contrário de certos países desenvolvidos, o Itamaraty não adota a política de empregar ou pagar salários a cônjuges de diplomatas. Na prática, cada um se vira como pode. Em alguns países é possível trabalhar. Fazer um mestrado ou doutorado é uma opção. Ter filhos é outra...
Mais uma vez, não há regra geral, e cada caso é um caso. O equacionamento da carreira do cônjuge costuma afetar principalmente – mas não apenas – as mulheres, já que, por motivos culturais, é mais comum o a mulher desistir de sua carreira para seguir o marido que o contrário2.
CASAMENTO ENTRE DIPLOMATAS
Os casamentos entre diplomatas não são raros. É uma situação que tem a vantagem de que ambos têm uma carreira e o casal tem dois salários. A desvantagem é a dificuldade adicional em conseguir que ambos sejam removidos para o mesmo Posto no exterior. A questão não é que o Ministério vá separar esses casais, mas que se pode levar mais tempo para conseguir duas vagas num mesmo Posto. Antigamente, eram frequentes os casos em que as mulheres interrompiam temporariamente suas carreiras para acompanhar os maridos. Hoje em dia, essa situação é exceção, não a regra.
FILHOS
Não posso falar com conhecimento de causa sobre filhos, mas vejo o quanto meus colegas se desdobram para dar-lhes uma boa educação. Uma questão central é a escolha da escola dos filhos, no Brasil e no exterior. No Brasil, a escola será normalmente brasileira, com ensino de idiomas, mas poderá ser a americana ou a francesa, que mantém o mesmo currículo e os mesmos períodos escolares em quase todo o mundo. No exterior, as escolas americana e francesa são as opções mais frequentes,
podendo-se optar por outras escolas locais, dependendo do idioma. Outra questão, já mencionada, é o custo da escola. Atualmente, não existe auxílio-educação para filhos de diplomatas ou de outros Servidores do Serviço Exterior brasileiro, e o dinheiro da escola deve sair do próprio bolso do servidor.
CÉSAR AUGUSTO VERMIGLIO BONAMIGO - Diplomata. Engenheiro Eletrônico formado pela UNICAMP. Pós- graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Programa de Formação e Aperfeiçoamento - I (PROFA -
I) do Instituto Rio Branco, 2000/2002. No Ministério das Relações Exteriores, atuou no DIC - Divisão de Informação Comercial (DIC), 2002; no DNI - Departamento de Negociações Internacionais, 2003, e na DUEX - Divisão de União Europeia e Negociações Extrarregionais. Atualmente, serve na Missão junto à ONU (DELBRASONU), em NYC.
2 Conforme comunicado do MRE de 2010, é permitida a autorização para que diplomatas brasileiros solicitem passaporte diplomático ou de serviço e visto de permanência a companheiros do mesmo sexo. Outra resolução, de 2006, já permitia a inclusão de companheiros do mesmo sexo em planos de assistência médica.
Para tornar-se diplomata, é necessário ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), que ocorre todos os anos, no primeiro semestre (normalmente). O número de vagas do CACD, em condições normais, depende da vacância de cargos. Acho que a quantidade normal deve girar entre 25 e 35, mais ou menos. Desde meados dos anos 2000, como consequência da aprovação de uma lei federal, o Ministério das Relações Exteriores (MRE/Itamaraty3) ampliou seus quadros da carreira de diplomata, e, de 2006 a 2010, foram oferecidas mais de cem vagas anuais. Com o fim dessa provisão de cargos, o número de vagas voltou ao normal em 2011, ano em que foram oferecidas apenas 26 vagas (duas delas reservadas a portadores de deficiência física4). Para os próximos concursos, há perspectivas de aprovação de um projeto de lei que possibilitará uma oferta anual prevista de 60 vagas para o CACD, além de ampliar, também, as vagas para Oficial de Chancelaria (PL 7579/2010). Oficial de Chancelaria, aproveitando que citei, é outro cargo (também de nível superior) do MRE, mas não integra o quadro diplomático. A remuneração do Oficial de Chancelaria, no Brasil, é inferior à de Terceiro-Secretário, mas os salários podem ser razoáveis quando no exterior. Já vi muitos casos de pessoas que passam no concurso de Oficial de Chancelaria e ficam trabalhando no MRE, até que consigam passar no CACD, quando (aí sim) tornam-se diplomatas.
Para fazer parte do corpo diplomático brasileiro, é necessário ser brasileiro nato, ter diploma válido de curso superior (caso a graduação tenha sido realizada em instituição estrangeira, cabe ao candidato providenciar a devida revalidação do diploma junto ao MEC) e ser aprovado no CACD (há, também, outros requisitos previstos no edital do concurso, como estar no gozo dos direitos políticos, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima de dezoito anos, apresentar aptidão física e mental para o exercício do cargo e, para os homens, estar em dia com as obrigações do Serviço Militar). Os aprovados entram para a carreira no cargo de Terceiro-Secretário (vide hierarquia na próxima seç~o, “Carreira e Salrios”). Os aprovados no CACD, entretanto, não iniciam a carreira trabalhando: há, inicialmente, o chamado Curso de Formação, que se passa no Instituto Rio Branco (IRBr). Por três semestres, os aprovados no CACD estudarão no IRBr, já recebendo o salário de Terceiro-Secretário (para remunerações, ver a próxima seç~o, “Hierarquia e Salrios).
O trabalho no Ministério começa apenas após um ou dois semestres do Curso de Formação no IRBr (isso pode variar de uma turma para outra), e a designação dos locais de trabalho (veja as subdivisões do MRE na página seguinte) é feita, via de regra, com base nas preferências individuais e na ordem de classificação dos alunos no Curso de Formação.
3 O nome “Itamaraty” vem do nome do antigo proprietrio da sede do Ministério no Rio de Janeiro, o Bar~o Itamaraty. Por metonímia, o nome pegou, e o Palácio do Itamaraty constitui, atualmente, uma dependência do MRE naquela cidade, abrigando um arquivo, uma mapoteca e a sede do Museu Histórico e Diplomático. Em Brasília, o Palácio Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, é a atual sede do MRE. Frequentemente, “Itamaraty” é usado como sinônimo de Ministério das Relações Exteriores.
4 Todos os anos, há reserva de vagas para deficientes físicos. Se não houver número suficiente de portadores de deficiência que atendam às notas mínimas para aprovação na segunda e na terceira fases do concurso, que têm caráter eliminatório, a(s) vaga(s) restante(s) é(são) destinada(s) aos candidatos da concorrência geral.
O IRBr foi criado em 1945, em comemoração ao centenário de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Como descrito na página do Instituto na internet, seus principais objetivos são:
harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática (já que qualquer curso superior é válido para prestar o CACD);
desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira;
iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.
No Curso de Formação (cujo nome oficial é PROFA-I, Programa de Formação e Aperfeiçoamento - obs.: n~o sei o motivo do “I”, n~o existe “PROFA-II”), os diplomatas têm aulas obrigatórias de: Direito Internacional Público, Linguagem Diplomática, Teoria das Relações Internacionais, Economia, Política Externa Brasileira, História das Relações Internacionais, Leituras Brasileiras, Inglês, Francês e Espanhol. Há, ainda, diversas disciplinas optativas à escolha de cada um (como Chinês, Russo, Árabe, Tradução, Organizações Internacionais, OMC e Contenciosos, Políticas Públicas, Direito da Integração, Negociações Comerciais etc.). As aulas de disciplinas conceituais duram dois semestres. No terceiro semestre de Curso de Formação, só há aulas de disciplinas profissionalizantes. O trabalho no MRE começa, normalmente, no segundo ou no terceiro semestre do Curso de Formação (isso pode variar de uma turma para outra). É necessário rendimento mínimo de 60% no PROFA-I para aprovação (mas é praticamente impossível alguém conseguir tirar menos que isso). Após o término do PROFA-I, começa a vida de trabalho propriamente dito no MRE. Já ouvi um mito de pedida de dispensa do PROFA I para quem já é portador de título de mestre ou de doutor, mas, na prática, acho que isso não acontece mais.
Entre 2002 e 2010, foi possível fazer, paralelamente ao Curso de Formação, o mestrado em diplomacia (na prática, significava apenas uma matéria a mais). Em 2011, o mestrado em diplomacia no IRBr acabou.
Uma das atividades comuns dos estudantes do IRBr é a publicação da Juca, a revista anual dos alunos do Curso de Formação do Instituto. Segundo informações do site do IRBr, “[o] termo ‘Diplomacia e Humanidades’ define os temas de que trata a revista: diplomacia, ciências humanas, artes e cultura. A JUCA visa a mostrar a produção acadêmica, artística e intelectual dos alunos da academia diplomática brasileira, bem como a recuperar a memória da política externa e difundi-la nos meios diplomático e acadêmico”. Confira a página da Juca na internet, no endereço: http://juca.irbr.itamaraty.gov.bpt-bMain.xml.
Para saber mais sobre a vida de diplomata no Brasil e no exterior, sugiro a conhecida “FAQ do Godinho” (“FAQ do Candidato a Diplomata”, de Renato Domith Godinho), disponível para download no link: http://relunb.files.wordpress.com/2011/08/faq-do-godinho.docx. Esse arquivo foi escrito há alguns anos, então algumas coisas estão desatualizadas (com relação às modificações do concurso, especialmente). De todo modo, a parte sobre o trabalho do diplomata continua bem informativa e atual.
MEUS ESTUDOS PARA O CACD – http://relunb.wordpress.com
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2020.07.23 10:07 diplohora Bruno Rezende : mesu estudos para o CACD Parte II – O CACD

Parte II – O CACD
O Concurso
O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é, como o nome indica, o concurso público de entrada no cargo de diplomata do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O CACD é, há algum tempo, realizado anualmente, composto por quatro etapas e realizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe – site: http://www.cespe.unb.br). Para poder assumir o cargo, as principais exigências, são: ser brasileiro nato e possuir diploma universitário de qualquer formação (há mais pré-requisitos, mas esses são os mais importantes). Essas exigências, entretanto, aplicam-se apenas aos aprovados, para que possam assumir o cargo. Qualquer pessoa pode, independentemente de já possuir o diploma em mãos, fazer o concurso (isso é comum a pessoas que tentam o CACD durante a universidade, por exemplo). Nesse caso, se for aprovado, o candidato deverá apresentar o diploma. Obviamente, se não o fizer, perderá a vaga.
O CACD é dividido em quatro fases, que são as seguintes:
· 1ª FASE: duas provas objetivas (com questões de Certo ou Errado e de múltipla escolha, com penalização para erros) com questões de: Português, Inglês, História Mundial, História do Brasil, Geografia, Política Internacional, Noções de Direito e de Direito Internacional Público e Noções de Economia6. De 2008 a 2010, a prova valia 80 pontos; em 2011, voltou a valer 65 pontos (o número de pontos equivale ao número de questões; questões de Certo ou Errado são compostas por quatro itens; questões de múltipla escolha têm cinco alternativas). As duas provas são realizadas no mesmo dia, normalmente um domingo, pela manhã e pela tarde. A primeira fase também é conhecida como TPS (Teste de Pré-Seleção), seu antigo nome – que, apesar de abandonado pela banca organizadora, continua no vocabulário dos cursinhos preparatórios e de muitos candidatos.
· 2ª FASE: uma prova discursiva de Português, que consiste de uma redação sobre tema geral (80-120 linhas), com valor de 60 pontos, e de duas interpretações, análises ou comentários sobre temas específicos (15-25 linhas), valendo 20 pontos cada, com valor total de 100 pontos. Para ser aprovado, o candidato precisa fazer, no mínimo, sessenta pontos na prova.
· 3ª FASE: seis provas discursivas de: Geografia, História do Brasil, Inglês, Noções de Direito e de Direito Internacional Público, Noções de Economia e Política Internacional. Essas provas, exceto Inglês, consistem de quatro questões (os números de linhas variam entre as matérias: duas questões de 90 linhas e duas de 60 linhas para as provas de Geografia, de História do Brasil e de Política Internacional; duas questões de 60 linhas e duas de 40 linhas para as provas de Direito e de Economia; uma redação em Inglês de 45 a 60 linhas, uma versão do Português para o Inglês com cerca de 150 palavras, uma tradução do Inglês para o Português com cerca de 150 palavras e um resumo de até 200 palavras de um texto de cerca de 1000 palavras7 para a prova de Inglês). Cada prova da terceira fase tem o valor de 100 pontos. Para ser aprovado na terceira fase e ter suas notas da quarta fase divulgadas, o candidato precisa somar, ao menos, 360 pontos no total das seis provas, independentemente da distribuição desses pontos em cada uma dessas provas. Se não conseguir esse limite mínimo, o candidato está, automaticamente, desclassificado
6 O termo “noções” para as provas de Direito e de Economia n~o significa, obviamente, que sejam provas fceis ou que não seja necessário estudar tanto, apenas indica que a cobrança não é tão aprofundada quanto nas demais.
· 4ª FASE: provas discursivas de Francês e de Espanhol (cada prova contém, normalmente, dez questões de interpretação de texto, cada questão valendo 5 pontos; são, normalmente, um ou dois textos para interpretação; o valor total de cada prova é de 50 pontos, somando 100 pontos as duas provas juntas). Os candidatos devem fazer as provas dos dois idiomas, não é possível escolher apenas um. Não é necessário atingir um mínimo de pontos na quarta fase, raz~o pela qual ela é chamada de “classificatória”, n~o “eliminatória”. Nos últimos concursos, entretanto, essa fase tem tido grande relevância, sendo decisiva para definir os aprovados no concurso e a classificação final no certame. Passar para a quarta fase não significa estar aprovado no concurso (afinal, há um limite de vagas). É necessário somar as notas da segunda, da terceira e da quarta fases, para obter a pontuação final do concurso e para calcular a colocação final.
Logo após a primeira fase, o Cespe libera o gabarito preliminar (cerca de dois dias após a realização da prova). Após a liberação do gabarito preliminar, os candidatos têm, normalmente, outros dois dias, para elaborar os recursos ao gabarito preliminar das questões (na última seção da Parte III, tratarei dos recursos mais detidamente). A banca examinadora do concurso leva cerca de três semanas, para, então, divulgar o gabarito definitivo e o resultado final da primeira fase do concurso. Questões anuladas têm a pontuação concedida a todos os candidatos, e questões com alteração de gabarito também têm efeito para todos os candidatos (ou seja, sua nota pode variar para cima ou para baixo entre o gabarito provisório e o gabarito final da primeira fase, de acordo com as modificações no gabarito).
É desnecessário dizer que não há como prever qual será a nota necessária à aprovação na primeira fase, uma vez que são aprovados, como regra geral, os trezentos primeiros candidatos (em caso de empate na última colocação, são convocados todos os candidatos empatados com aquela pontuação). Desse modo, antes da divulgação dos resultados finais da primeira fase, não há como ter certeza da aprovação para a próxima fase. De qualquer forma, veja a porcentagem mínima (valores arredondados da nota do 300º colocado) para aprovação na primeira fase dos últimos concursos realizados na tabela ao lado. Vale observar que, em 2007, não houve questões de Economia e de Direito na primeira fase, o que pode justificar a nota de corte mais elevada em relação aos demais anos.

Os cursinhos costumam elaborar rankings (também disponíveis em grupos como o “Instituto Rio Branco”, no Facebook, e o “Coisas da Diplomacia”, no Orkut) com as notas obtidas pelos candidatos, de acordo com o gabarito preliminar. Esses rankings, obviamente, não são precisos, e, visto que grande parte dos candidatos em condições de ir à segunda fase fica com pontuações muito próximas (no chamado “limbo”), passar ou n~o passar pode dever-se a poucos décimos (ou seja, para muitos, as mudanças no gabarito oficial fazem toda a diferença). Apesar disso, com base nesses rankings, é possível ter uma noção de como o candidato está em relação aos demais, para saber se deve estudar para a segunda fase. Isso é extremamente importante, pois o resultado oficial da primeira fase sai, normalmente, na mesma semana da prova da segunda fase. Assim, se o candidato não começar a preparar-se com antecedência, não terá tempo suficiente para fazê-lo apenas após o resultado oficial da primeira fase.
7 Os números aproximados de palavras das traduções e do texto para resumo foram baseados na prova de 2011. Nada impede que esse valor mude de um ano para o outro. Em concursos anteriores, já houve textos maiores e menores. Vide provas anteriores (todas as provas de 2003 para c est~o disponíveis no “REL UnB”: http://relunb.wordpress.com).
Os cursinhos preparatórios também costumam divulgar uma previsão de margem de erro (ex.: de x% a y%, há alguma chance; de y% a z%, há boas chances etc.). Mesmo que você não tenha feito cursinho (ou queira saber as médias dos candidatos de um cursinho que você não frequentou), basta ligar em algum deles e perguntar. Outros candidatos disponibilizam essa informação na fóruns virtuais como a comunidade “Coisas da Diplomacia” (Orkut) e o grupo “Instituto Rio Branco” (Facebook). Se vir que tem alguma chance de ser aprovado, não perca tempo e comece a estudar para a segunda fase (especialmente para a segunda fase, considero o cursinho essencial, mas digo isso apenas com base em minha experiência; cada um, é claro, deve saber o que é melhor para si, dentro de suas condições). Acho que é melhor estudar e não ser aprovado que não estudar e ser aprovado no susto, desperdiçando a oportunidade. De qualquer modo, não é conhecimento perdido. Ainda que não seja aprovado, você já adianta os estudos para a segunda fase do concurso seguinte. Há, também, alunos que, mesmo sabendo que não passaram (ou mesmo nem havendo feito o concurso), matriculam-se nos cursos intensivos, para não ter de fazer os cursos regulares, que duram vários meses.
Na primeira fase, o Cespe divulga os nomes e as pontuações apenas dos aprovados. Teoricamente, as folhas de respostas de todos os candidatos também são divulgadas. Para as fases seguintes, os respectivos resultados finais apresentam os nomes e as notas de todos os candidatos que foram aprovados para aquela fase, ainda que não tenham obtido a pontuação mínima exigida. Erro comum (principalmente de amigos e de familiares desavisados) é achar que só porque o nome do candidato saiu na relação do Cespe significa que foi aprovado naquela fase. Não é bem assim. Na segunda e na terceira fases, é necessário fazer o mínimo de 60% na nota total da respectiva fase. Além disso, o resultado final do concurso também apresenta as notas finais dos candidatos classificados, com a respectiva classificação. Ser classificado não significa ser aprovado no concurso. É necessário observar o número total de vagas oferecidas. O número de candidatos classificados é divulgado em edital (em 2011, 60 candidatos foram classificados), o que significa que, caso haja uma expansão das vagas, o número máximo de convocados será igual ao número de classificados (em 2011, houve grande expectativa em relação a isso, já que, com a iminência de aprovação de um projeto de lei que prevê a expansão das vagas para a carreira diplomática, os candidatos classificados no concurso – aqueles que não foram aprovados, mas que ficaram entre a 27ª e a 60ª colocação – poderiam ser chamados8).
Com relação à segunda fase, se você olhar os resultados dos últimos concursos, verá que uma “simples” prova de Redação pode ser muito mais complicada do que parece. Não vou me estender quanto às idiossincrasias da banca, disponíveis aos montes em vários fóruns na internet. Ressalto apenas o seguinte: não se deixe enganar, achando que Redação é algo tranquilo ou que “se n~o sou bom em Português, compenso em outras matérias”. Na segunda fase, isso n~o é possível. Muita gente boa não passa na segunda fase por um motivo que, no fim das contas, é relativamente simples. A segunda fase não é uma prova que testa toda a criatividade e a capacidade inventiva dos candidatos. Pelo contrário, é uma prova bastante técnica. Você não está fazendo uma redação para entrar em uma universidade, ocasião em que se quer provar sua capacidade de raciocínio e sua criatividade, cobrando-se narrações, fábulas ou dissertações politicamente engajadas. Trata-se de uma redação para ser admitido em um concurso público, e, como tal, a avaliação visa a verificar a capacidade de os candidatos lidarem com a modalidade culta da língua portuguesa de maneira (por falta de termo melhor) “diplomtica”. Isso envolve, entre inúmeras outras coisas, n~o usar linguagem conotativa, evitar preciosismos, ter argumentos claros e explícitos em cada parágrafo etc. Olhe as melhores respostas dos Guias de Estudos dos concursos anteriores, para ter uma noção do “estilo” de escrita preferido pela banca (todos os Guias de Estudos podem ser encontrados na pgina do Instituto Rio Branco, no site do Cespe ou no “REL UnB”9, uma página com diversos textos úteis sobre Relações Internacionais e sobre o CACD – falarei mais sobre essa página na seção de leituras recomendadas, na Parte IV).
8 Até o fechamento deste documento, não havia maiores novidades com relação a esse tema. O Projeto de Lei que cuida dessa temática é o PL 7579/2010. Atualmente (agosto/2001), o PL está em tramitação na Câmara dos Deputados.
Entre a realização da segunda fase e o início das provas da terceira fase, há um intervalo relativamente grande, de quase dois meses. Nesse período de tempo, ocorrem: correção da prova da segunda fase, divulgação dos resultados provisórios, período para interposição de recursos à correção, análise dos recursos interpostos e divulgação do resultado final da segunda fase.
Os candidatos aprovados na segunda fase (ou seja, aqueles que fizerem mais de 60 pontos de 100 na prova de Redação) passam à terceira fase, na qual são avaliados conhecimentos mais específicos nas seis provas que a compõem. A terceira fase é aplicada, normalmente, em três finais de semanas consecutivos, com uma prova no sábado e outra no domingo. Assim, esgotam-se as seis provas. A aplicação da quarta fase costuma ser concomitante à da terceira (em 2011, por exemplo, as duas provas da quarta fase foram aplicadas na tarde do último domingo de provas da terceira fase, mas isso pode variar; em 2010, por exemplo, as duas provas foram feitas em dias separados) – embora só sejam divulgadas as notas das provas da quarta fase dos candidatos que obtiverem o somatório mínimo de 360 pontos na terceira fase, como já indicado anteriormente. Em síntese, a terceira e a quarta fases são aplicadas em três finais de semana consecutivos, mas a ordem das provas costuma variar todos os anos.
O resultado final do concurso é dado pelo somatório das notas da segunda, da terceira e da quarta fases (como se pode ver, a nota da primeira fase é descartada, contando apenas como último critério de desempate, após vários outros). A seguir, veja uma tabela com as pontuações de alguns candidatos dos últimos concursos realizados. Estão discriminadas as pontuações totais dos candidatos que ficaram no 1º, no 25º, no 50º, no 75º e no 100º lugar, nos últimos seis concursos.

Dúvidas Frequentes: o concurso
- Ainda há entrevista/prova oral? Não existe mais.
- É possível passar no concurso enquanto trabalha 8h por dia? Já vi vários casos assim. É óbvio que isso deve requerer uma disciplina ainda maior, estudos ainda mais puxados etc., mas nem todo mundo que passa no CACD teve tempo de estudos integral. Casos de quem é aprovado com 6 ou 8 horas diárias de trabalho são mais frequentes do que se imagina.
- Quanto vou gastar com cursinho? É impossível fazer uma estimativa, tudo depende muito de diversos fatores, entre eles: a quantidade de matérias que você irá cursar, o cursinho que irá frequentar (há grande diferença de preços e de qualidade, não necessariamente proporcionais), o tempo gasto até a aprovação, as eventuais despesas de morar fora etc. Mesmo se alguém quiser só uma estimativa, uma margem de gastos, não tem como dar. Você pode gastar R$2.000, R$10.000, R$20.000 ou mais só com cursinho, então, infelizmente, essa informação é muito relativa.
- Vou começar a estudar do “zero”. Por onde começo? Não sei o que dizer nessa situação. Talvez, por História Mundial. Fazer uma prova de primeira fase antiga, só para ter uma noção geral do nível da prova, pode ajudar (mas também pode desanimar, e muito). Tente equilibrar as coisas: um pouco de História, Geografia e Português (que são revisões dos tempos de colégio), passe para as demais disciplinas (Economia e Direito) e acho que Política Internacional pode deixar para começar um pouco depois, já que muita coisa depende de conhecimentos de todas as outras disciplinas. Só não se esqueça de dar atenção, também, às línguas: Inglês, Francês e Espanhol têm sido essenciais. Não as despreze.
- Posso ter tatuagem? N~o h nenhuma proibiç~o. Alguns diziam: “mas eles podem implicar na hora da entrevista”. Problema resolvido, pois n~o h mais entrevista. H, apenas, exame médico e psicológico, que só impedem a posse se houver alguma doença séria que incapacite o candidato ao eficaz exercício da profissão.
- Preciso fazer Direito ou Relações Internacionais? Não. Qualquer curso superior reconhecido pelo MEC é válido. De todo modo, acho que predominam, entre os aprovados, os formados nessas áreas. Em 2011, foram 9 graduados em Direito e 7 graduados em Relações Internacionais. Apesar disso, houve, também, aprovados graduados em: Filosofia, Comunicação, Psicologia, Publicidade, Antropologia, Economia, Jornalismo, Administração e Letras – Alemão.
- Se eu tiver mais de uma graduação/especialização/mestrado/doutorado/PhD, levo vantagem no concurso? Não. Ter mais de uma graduação, especialização, mestrado, doutorado, PhD, experiência profissional, tudo isso não acrescenta nada à pontuação do candidato no concurso. A única coisa que conta para a aprovação é a nota nas provas do concurso e ponto. Não sei se existe uma estatística quanto à parcela dos aprovados que tem um adicional à formação do curso superior, mas eu, mesmo, não tenho nada além de minha graduação e não acho que isso tenha prejudicado ou dificultado em absolutamente nada minha preparação.
- No CACD, é possível escolher entre Francês OU Espanhol? Não! Francês E Espanhol. Não sei se muitos se confundem porque, há alguns anos, era diferente, mas ambas as línguas são obrigatórias na quarta fase (em 2011, as provas das duas línguas foram realizadas simultaneamente, com as questões de 1 a 10 de Espanhol e de 11 a 20 de Francês).
- Há cotas no concurso? Mais ou menos. Não há reserva de vagas para afrodescendentes, se é o que você pensou. Em 2011, o concurso passou a contar com um bônus para afrodescendentes. No momento da inscrição, os candidatos podiam declarar-se afrodescendentes. Além de convocar para a segunda fase os 300 candidatos mais bem colocados na primeira fase, os próximos 30 candidatos que se houvessem declarado afrodescendentes também foram convocados, com um total de 330 aprovados na primeira fase (mais os aprovados portadores de deficiência, mas eles têm reserva de vaga, os afrodescendentes não). Da segunda fase em diante, não houve qualquer vantagem para os candidatos afrodescendente que foram aprovados na primeira fase entre as trinta vagas adicionais, competindo de igual para igual com os demais.
- E as bolsas de estudos para afrodescendentes? Todos os anos (normalmente, no segundo semestre do ano), o Instituto Rio Branco realiza um processo seletivo para candidatos à carreira diplomática que se considerem afrodescendentes e que necessitem de ajuda financeira, para bancar os estudos (“Bolsa-Prêmio de Vocação para a Diplomacia”), que d bolsa de estudos de R$25.000 aos selecionados. Maiores informações podem ser conseguidas na página do Instituto Rio Branco (http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-bprograma_de_acao_afirmativa.xml) ou no site do Cespe (página do processo de 2010: http://www.cespe.unb.bconcursos/IRBRBOLSA2010/)
Várias outras perguntas frequentes são respondidas no site do Instituto Rio Branco, no endereço: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-bperguntas_freq%C3%BCentes.xml
Consulte, também, a “FAQ do Godinho”, indicada anteriormente e disponível no endereço:
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2020.07.15 04:10 moonlich Denunciar

Denunciar é importante. Eu estou aqui para apelar para que façam denúncias no meio mais simples e menos arriscado que é pela internet. Usando-se o recurso de denunciar dos aplicativos e fazendo comentários em sites já ajuda. Por quê?
É assim que vamos descobrir e eliminar os fakes, os bots a serviço das corporações e, consequentemente, de pessoas que deixaram as máquinas trabalharem demais para elas.
Sabe aquelas ligações inoportunas que recebemos de operadoras e pior ainda, agora tem uma ligação onde respondemos perguntas e somos pedidos a deixar nossos dados para uma máquina que detecta a voz e as informações.
Da mesma forma que existe esta programação para, em horários aleatórios (ou nem tão aleatórios assim), a mídia e os jornais e a máquina com a programação do humano inconsciente, começou a elaborar suas notícias. Seja com o intuito de ajudar a raça humana, esta máquina de produção de notícias está afetando nosso planeta.
Não é muito comum ligar a psique extra-sensorial à um dispositivo de comunicação. Basicamente porque não parece ter muito a ver afinal é algo feito uma obra prima da mente humana. Lógica, números, cálculos, recursos, política e leis.
No meio do caminho para o funcionamento total destes dispositivos, temos a vontade, o desejo, as emoções humanas e as necessidades físicas e psicológicas que advém e circundam o trabalho.
Até aí, tudo bem. Humanos fazendo coisas humanas.
Mas é muito complexo. A propria invenção do dispositivo supera qualquer expectativa até os dias de hoje. A paranóia em recuperar um celular perdido é grande demais por razões humoristicamente e superficialmente relatadas por consumismo. Mas e se o consumismo pudesse ser explicado até espiritualmente? Calma, eu chego lá.
Em várias eras, culturas e povos, havia e há o deslumbro com o desconhecido. As estrelas, vida após a morte, como funciona a fé...São destas indagações que as ciências como a filosofia e a antropologia foram surgindo. E estes dispositivos portáteis? Onde entram? Já reparou que eles combinam tanto com o usuário? Não só o hardware, mas os softwares. Isto é fruto de muita abstração, tentativa e erro, dispêndio de recursos, suor e ranger de dentes.
Mas, independente se os responsáveis por estas criações eram ou não pessoas com uma espiritualidade desenvolvida, se gostavam de super-heróis, eram religiosos ou apreciavam artes e esporte, isto não é considerado. O quê importa é como o usuário e que tipo de usuário usa os produtos. Pois, se alguém com uma conexão com o sobrenatural estiver usando pra fazer o bem, não tem problema mas se o mal que algo lhe causa é inexplicável até para decidir se denunciar é algo irrelevante por se tratar de uma "coisinha de nada", bom, talvez você já tenha caído nas artimanhas dos magos tecnológicos.
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2020.07.04 00:54 altovaliriano Grande Walder matou Pequeno Walder

Em A Dança dos Dragões, em meio às mortes misteriosas em Winterfell, ocorre uma que parece estar fora das expectativas:
As portas do Grande Salão se abriram com estrondo.
Um vento frio entrou rodopiando, e uma nuvem de cristais de gelo brilhou azul e branca no ar. Através dela veio Sor Hosteen Frey, endurecido até a cintura pela neve, um corpo nos braços. Em todos os bancos, homens baixaram seus copos e colheres para ver boquiabertos o macabro espetáculo. O salão ficou em silêncio.
Outro assassinato.
A neve escorregava do manto de Sor Hosteen, enquanto ele caminhava em direção à mesa principal, seus passos ressoando contra o chão. Uma dúzia de cavaleiros Frey e homens em armas entraram atrás dele. Um era um garoto que Theon conhecia; Grande Walder, o pequeno, cara de raposa e magro como um palito. Seu peito, braços e manto estavam salpicados de sangue.
O cheiro daquilo agitou os cavalos. Os cães saíram debaixo das mesas, farejando. Homens se ergueram dos bancos. O corpo nos braços de Sor Hosteen brilhava sob a luz das tochas, blindado em gelo rosado. O frio que fazia lá fora congelara seu sangue.
O filho de meu irmão Merrett. – Hosteen Frey colocou o corpo no chão, diante do estrado. – Massacrado como um porco e enfiado embaixo de um monte de neve. Um garoto.
Pequeno Walder, pensou Theon. O grande.
(ADWD, Theon)
Como se vê, o assassinato é apresentado com uma pompa ausente nas demais mortes. É claro que o garoto Frey tem um status diferentes dos homens de armas que vinham sendo assassinatos, porém as reações a sua morte também revelaram que algo fora da curva estava acontecendo.
As lavadeiras de Abel, que estavam provocando as mortes no castelo, assim reagem à censura nos olhos de Theon:
Olhou para Rowan. Há seis delas, lembrou. Qualquer uma pode ter feito isso. Mas a lavadeira sentiu seu olhar.
– Isso não é trabalho nosso – disse.
– Quieta – Abel a advertiu.
A situação no grande salão de Winterfell se desenrola para tornar a morte de Pequeno Walder Frey um crime de Wyman Manderly. Como Jared, Rhaegar e Symond Frey já haviam sumido depois de passarem por Porto Branco, não era difícil atribuir qualquer culpa a Lorde Wyman:
Lorde Ramsay desceu do estrado até o garoto morto. Seu pai se ergueu mais lentamente, olhos claros, encarando solene.
– Isso foi trabalho sujo. – Pela primeira vez, a voz de Roose Bolton estava alta o suficiente para ser ouvida. – Onde o corpo foi encontrado?
– Embaixo daquela fortaleza destruída, meu senhor – respondeu Grande Walder. –Aquela com as velhas gárgulas. – As luvas do menino estavam empastadas com o sangue do primo. – Eu disse para não sair sozinho, mas ele falou que tinha que encontrar um homem que lhe devia prata.
– Que homem? – Ramsay exigiu saber. – Dê-me seu nome. Aponte-o para mim, garoto, e eu lhe farei um manto com a pele dele.
– Ele nunca disse, meu senhor. Apenas que ganhou o dinheiro nos dados. – O garoto Frey hesitou. – Foram uns homens de Porto Branco que o ensinaram a jogar. Não sei dizer quais, mas foram eles.
– Meu senhor – trovejou Hosteen Frey. – Conhecemos o homem que fez isso. Matou este garoto e todos os demais. Não com suas mãos, não. É muito gordo e muito covarde para matar por conta própria. Mas por sua ordem. – Virou-se para Wyman Manderly. – Nega isso?
Manderly, contudo, não se deixa intimidar. Na verdade, o Lorde de Porto Branco não faz qualquer defesa para si ou para seus homens. Ignora a investigação totalmente e parte de vez para o ataque a Casa Frey, algo que não se sentiu à vontade para fazer nem mesmo quando estava em sua própria cidade.
O Senhor de Porto Branco mordeu uma linguiça no meio.
Confesso... – Limpou a gordura dos lábios com a manga. – ... confesso que conhecia pouco este pobre garoto. Era escudeiro de Lorde Ramsay, não era? Quantos anos tinha o rapaz.
Nove, no último dia de seu nome.
Tão jovem – disse Wyman Manderly. – Embora talvez isso tenha sido uma bênção. Se vivesse, teria crescido para ser um Frey.
A seguir, Hosteen fere Wyman quase mortalmente e diversos homens de arma Frey e Manderly morrem em uma luta que é separada por lanceiros Bolton. Para evitar mais confrontos, Roose envia os Frey na vanguarda do ataque a Stannis na Vila dos Arrendatários eu assunto morre, sem que seja solucionada a morte de Pequeno Walder.
Muitos leitores já apontaram culpados. Desde o óbvio Lorde Manderly até o misterioso Fantasma de Winterfell. Alguns até mesmo acusaram Ramsay Bolton, alegando que ele imaginava que o garoto o estivesse espionando e que ele armou a cena para que Manderly levasse a culpa.
Entretanto, a teoria que se tornou mais famosa foi a que Pequeno Walder foi morto por seu próprio primo, Grande Walder, por um motivo torpe e fútil (especialmente para uma criança de nove anos), que servirá de prenúncio do futuro da Casa Frey.
Pequeno Walder e Grande Walder são primos enviados para serem criados em Winterfell como parte da aliança entre rei Robb Stark e lorde Walder Frey. Por serem crianças, comentários estúpidos são esperados, assim como que eles compartilhem os mesmo valores que os adultos com quem conviveram. No caso das Gêmeas, o lodaçal Frey de pessoas mesquinhas e egoístas encabeçado por lorde Walder.
Há várias exceções, claro. Freys são seres humanos, então há decentes e indecentes. Mas pelo que vimos através de Pequeno e Grande Walder, eles pareceram mais identificados com o último tipo. Especialmente, Grande Walder.
Com efeito, Grande Walder manifesta uma expertise e crueza muito singulares para uma criança quando o assunto é a ascensão ao poder:
Nós somos primos, não irmãos – acrescentou Grande Walder, o menor. – Eu sou Walder, filho de Jammos. Meu pai é filho de Lorde Walder e da sua quarta esposa. Ele é Walder, filho de Merrett. A avó dele era a terceira esposa de Lorde Walder, a Crakehall. Ele está na minha frente na linha de sucessão, apesar de eu ser mais velho.
Só por cinquenta e dois dias – retrucou Pequeno Walder. – E nenhum de nós jamais ficará com as Gêmeas, seu estúpido.
Eu ficarei – declarou Grande Walder.
(ACOK, Bran I)
Quando chegou a Winterfell a notícia da morte de Stevron Frey, tudo que os garotos conseguem pensar é na linha de sucessão, porém Grande Walder consegue ser mais frio do que seu primo:
[...] Isso significa que Sor Emmon é agora o herdeiro?
Não seja burro – o primo rebateu. – Os filhos do primogênito vêm antes do segundo filho. O seguinte na linha de sucessão é Sor Ryman, e depois Edwyn, e Walder Negro e Petyr Espinha. E depois Aegon, e todos os filhos dele.
Ryman também é velho – disse o Pequeno Walder. – Já passou dos quarenta, aposto. E tem uma barriga ruim. Acha que ele vai ser o senhor?
Eu serei o senhor. Não me interessa se ele é ou não.
(ACOK, Bran V)
Entretanto, falar é uma coisa, fazer é outra. Grande Walder teria coragem de matar seu primo no afã de herdar o título de Senhor da Travessia? Sim, e o que demonstra isso é justamente as dinâmicas de um jogo exatamente chamado “Senhor da Travessia” que os Frey trouxeram para Winterfell:
Para jogar, punha-se o tronco atravessando a água e um jogador ia para o meio com o bastão. Era o senhor da travessia, e, quando um dos outros jogadores se aproximava, ele tinha de dizer: “Eu sou o senhor da travessia, quem vem lá?”. E o outro jogador tinha de inventar um discurso sobre quem era e o motivo pelo qual devia ser autorizado a atravessar. O senhor podia obrigá-los a prestar juramento e a responder a perguntas. Não tinham de dizer a verdade, mas os juramentos deviam ser cumpridos, a não ser que incluíssem a palavra “talvez”. Portanto, o truque era dizer essa palavra sem que o senhor da travessia notasse. Então, podia-se tentar atirá-lo na água, e quem conseguisse passaria a ser o senhor da travessia, mas só se tivesse dito “talvez”. Caso contrário, ficaria fora do jogo. O senhor podia atirar qualquer um na água sempre que quisesse, e era o único que podia usar um bastão.
Na prática, o jogo parecia resumir-se a empurrões, pancadas e quedas na água, acompanhados de sonoras discussões sobre se alguém tinha ou não dito “talvez”. Normalmente, era o Pequeno Walder o senhor da travessia.
Dessa forma, os Walder eram educados por meio desse jogo disputarem o título de Senhor da Travessia à base da violência. Na dinâmica entre os primos, Grande Walder geralmente ocupava a posição de contestante, como se estivesse destinado a derrubar o primo em algum momento.
É notável como GRRM gasta mais tempo explicando as regras deste jogo do que qualquer outro nos livros. Parece que o escritor está querendo nos mostrar como a criação nas gêmeas favorece a competição, tirania e a traição como valores inerentes à Casa. Os jogadores tem que enfrentar desarmados os caprichos do “Senhor” armado e somente são autorizados a derrubá-lo uma vez que o tiverem enganado.
Este jogo está tão entranhado na cultura das Gêmeas que até o nonagenário Lorde Walder faz referência a ele quando Robb vem se arrastando após trair seu compromisso com a Casa Frey:
Tenho de tratar da travessia de meus homens para a outra margem, senhor – disse Robb.
Eles não se perderão – objetou Lorde Walder. – Já atravessaram uma vez, não foi? Quando vieram do norte. Quiseram atravessar, e eu concedi-lhes passagem, e você nunca disse talvez, heh. Mas faça o que quiser. Leve todos os homens pela mão, se assimentender, por mimtanto faz.
(ASOS, Catelyn VI)
Por outro lado, Grande Walder devia estar em crescente insatisfação por seu primo estar ganhando a comapnhia de Ramsay:
Pequeno Walder se tornara o favorito de Lorde Ramsay, e cada dia parecia mais com seu senhor, mas o menor dos Frey era feito de material diferente, e raramente tomava parte nos jogos e nas crueldades do primo.
(ADWD, Fedor III)
Esta semelhança crescente entre o Frey assassinado e Ramsay é um sinal de que a disputa entre os Frey poderia se tornar uma tragédia de família. Afinal, Ramsay é acusado de ter matado seu meio-irmão Domeric. Sendo assim, Grande Walder pode ter pensado em matar o primo para prevenir que este viesse a ameaçar sua posição.
E, de fato, Grande Walder demonstra trata o uso da violência com indiferença, inclusive quando são pessoas de seu próprio sangue que estão em questão. Como quando Theon-Fedor pergunta a ele por Rhaegar, Jared e Symond Frey:
Encontraram seus primos, meu senhor?
Não. Nunca achei que os encontraríamos. Estão mortos. Lorde Wyman os matou. Isso é o que eu teria feito se fosse ele.
(ADWD, Fedor III)
Por fim, as circunstâncias em que o corpo de Pequeno Walder é apresentado denunciam que há algo de errado na história contada por Grande Walder.
Hosteen Frey afirma que Pequeno Walder foi “massacrado como um porco e enfiado embaixo de um monte de neve”, portanto quem quer que tenha retirado o garoto do local onde foi achado deveria estar molhado de neve, mas não necessariamente de sangue.
E é isso que ocorreu a Hosteen, que é descrito como “endurecido até a cintura pela neve” e sendo visível que “neve escorregava” de seu manto.
A coisa é bem diferente com Grande Walder, cujas luvas “estavam empastadas com o sangue do primo”. É claro que alguém poderia arguir que ele estava com sangue do primo devido a ter encontrado o corpo primeiro debaixo da pilha de neve e teve contato com o ferimento antes de todos.
É dito que mesmo nos braços de Hosteen “o frio que fazia lá fora congelara” o sangue no ferimento do menino morto. Assim, se o garoto teve contato com o sangue congelado e saiu para chamar Hosteen para desenterrá-lo, é possível que fluído tenha derretido no meio tempo, ensopando suas luvas.
Contudo, é extremamente suspeito que “seu peito, braços e manto estavam salpicados de sangue”. Com o frio que fazia lá fora, era praticamente impensável que tanto sangue tivesse salpicado seu peito, braços e, especialmente seu manto.
Entretanto, por mais suspeito que isso seja, não chamou a atenção de ninguém presente. Talvez isso se deva ao fato de que os presentes estivessem muito concentrados em incriminar Lorde Wyman, que não prestaram a atenção a estes detalhes investigativos. Tudo aconteceu muito rápido e os humores já estavam exaltados desde o momento em que Hosteen entrou no recinto com o corpo.
Por outro lado, o fato de Hosteen não ter ligado os pontos quando teria visto Grande Walder todo ensaguentado, enquanto ele mesmo, que desenterrara o garoto, não tinha quase nenhum traço de sangue, provavelmente se deve ao fato de [SPOILERS de Ventos do Inverno]ele ser considerado estúpido, nas palavras de Stannis Baratheon.
De todo modo, o assassinato do Pequeno pelo Grande (do mais novo pelo mais velho, do mais alto pelo mais baixo) parece servir de prenúncio para como a cultura de concorrência da família Frey irá resultar em guerra civil nos próximos livros, todos jogando a versão Frey do jogo dos tronos.
E isto parece estar previsto por uma das rimas de Cara-Malhada, quando ele diz:
– Debaixo do mar, o peixe velho come o peixe novo. [...] Eu sei, eu sei, ei, ei, ei.
(ASOS, Davos V)
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2020.06.26 03:51 ze120w O jogo não tem limites: aprofundando-se nos anúncios do PS5 de ontem

O jogo não tem limites: aprofundando-se nos anúncios do PS5 de ontem
Obtenha mais informações sobre os anúncios do PS5 de ontem de Eric Lempel, chefe de marketing global e experiência do consumidor da PlayStation.
Eric Lempel é Chefe de Marketing Global e Experiência do Consumidor da PlayStation. E ele tem uma história profunda com a empresa, desde os tempos anteriores ao PS2. Isso fez dele o cara perfeito para lançar uma nova luz sobre os anúncios do PS5 e a revelação de hardware de ontem.
Ouça o nosso bate-papo completo sobre o novo episódio do PlayStation Blogcast. Leia alguns trechos importantes de nossa conversa, resumidos e editados para facilitar a leitura.
PSB: Por que demorou tanto tempo para ver os jogos do PS5 em ação?
Eric: Saindo do PlayStation 4, todo o sucesso que vimos e a paixão dos fãs pela marca, queríamos realmente garantir que entregássemos fortemente com o PlayStation 5.
Como dissemos muitas vezes, o PS5 é realmente um console de próxima geração. É um salto à frente. E queríamos esperar a hora certa quando tudo estivesse alinhado. E acho que, e espero, que os fãs tenham visto uma grande mistura de conteúdo de nossos parceiros e estúdios, e que cumprimos as expectativas.
PSB: Também tivemos nosso primeiro olhar no PS5. Você pode nos dar uma ideia de como o design do console foi lançado ao público?
Eric: Vou lhe contar uma pequena história. Muitos meses atrás, eu estava em Tóquio. Recebi um convite para uma reunião com Jim Ryan, nosso Presidente [e CEO], e muitas outras pessoas. Grupo bem pequeno. E foi no andar da sede da Sony que eu nunca tinha estado antes. O assunto da reunião foi "design". Então eu pensei que estava indo para uma reunião de design. E cheguei a este andar, e ... havia algumas portas pelas quais você tinha que passar ... você finalmente acaba nesse mini cofre, um tipo de coisa de cofre. Há essas luzes agradáveis ​​lá em cima brilhando. E aí estava. Tudo o que você viu hoje ... O PlayStation 5 estava lá, ambas as unidades. Toda a linha de periféricos.
E enquanto eu acho que todo mundo teve uma boa visão hoje, com todas as fotos que você viu no show. Quando você vê essa coisa pessoalmente, há muitos recursos interessantes e surpreendentes ... é maravilhoso, é apenas uma maravilha. Eu acho que as pessoas vão adorar ter em casa, é algo que elas querem mostrar.
PSB: Aprendemos que existem dois sistemas PlayStation 5. O que você pode me dizer sobre a lógica e a estratégia lá?
Eric: A idéia aqui é, existe um segundo [PS5] que representa o crescimento do negócio digital ao longo dos anos…. E muitos consumidores mudaram a maneira como interagem com nossos produtos. Parte do meu trabalho, e da minha equipe, é conversar com os consumidores o tempo todo, entender o que eles gostam e o que querem. E há um segmento de consumidores que apenas querem se tornar digitais.
Portanto, esta é a resposta para essa necessidade. É uma versão discless [do PS5]. É importante notar que é essencialmente o mesmo produto. Você não está falando sobre qualquer alteração nos recursos ou no poder. É o mesmo produto, com pequenas diferenças cosméticas e sem unidade de disco. Então é tudo digital.
PSB: Qual é a estratégia do PS5 quando se trata de títulos exclusivos e do trabalho com parceiros?
Eric: Semelhante ao que fizemos no PS4, nossas equipes conversaram com os desenvolvedores muito antes do lançamento do produto. E conversamos com os desenvolvedores sobre o que eles queriam em um console de próxima geração…. e muitos de seus comentários foram direcionados ao design da arquitetura do PlayStation 5.
E com isso, descobrimos que, ao longo do caminho, eles estavam criando ótimos jogos que combinavam tão bem com a plataforma e com a ambição que estamos tentando alcançar. Então, temos muita sorte porque existem muitos títulos excelentes, como você viu hoje, e muitos deles são exclusivos.
No geral, mostramos cerca de 13 títulos lançados exclusivamente no PlayStation 5. E esses acordos exclusivos variam de alguns meses a alguns anos. Você viu ótimos títulos: Godfall da Gearbox, Death Loop da Bethesda, Project Athia da Square Enix…
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2020.02.22 17:59 primeira_vez_com_gp Broxei na minha primeira vez com uma garota de programa

Tenho 22 anos e era virgem, resolvi ir numa garota de programa e achei uma com apartamento muito perto de onde moro, marquei e fui.
Chegando lá, uma incrível decepção. Sexo não é essas coisas todas que a gente pensa.
De início fiquei bem nervoso e tal, ela foi super atenciosa, me deu água e tal e dei uma acalmada. Fomos para o quarto e ficamos pelados, ela começou a me masturbar e o menino estava para jogo, mas não era algo espetacular, sabe? Eu imaginava que uma outra mão que não a sua pegar no seu pau ia ser o máximo, mas não era nada de muito grandioso.
Ela então fala que vai começar a me chupar e eu, obviamente, fiquei na expectativa e mais uma decepção para mim. Nada de fora do controle, bem diferente do que eu pensava que um boquete seria, a coisa mais espetacular que pode acontecer com seu pau. Ficamos nisso por um tempinho e tal até ela ficar de quatro pra mim.
Que coisa maravilhosa a visão dela de 4, uma raba grande e uma bucetinha gostosa. Mas... a grande decepção da noite. Penetrei ela e nem senti que estava dentro, tive que perguntar a ela, ao passo que ela respondeu que sim e perguntou se eu não sentia "quentinho", respondi que sim, mas não sentia nada.
Todo esse tempo meu pau não estava 100% duro, uns 80% duro, mas nunca 100%.
Ficamos nessa de quatro por um tempo até que fomos pro papai mamãe e, nesse momento, broxei de vez. Ela comentou que é normal, que devo estar muito nervoso e tal e me colocou deitado na cama pra me chupar. Nesse ponto, não tenho do que reclamar, ela foi incrível e super paciente, mas pra mim não tava rolando, saca? Estranho também que eu não me sentia nervoso na minha cabeça, isso tinha passado já, mas meu corpo não correspondia.
Ela ficou durante muito tempo me chupando, depois me masturbou e não rolou. No final, tive que ir embora sem gozar e com uma sensação de "é só isso mesmo? Sexo é só isso?".
Até agora não sei se isso tudo foi o resultado de ser uma experiência artificial, por conta do meu nervosismo ou se realmente é só isso mesmo, ou ainda um combo de tudo isso, né? Me questiono também se não seria por conta do famoso "death grip syndrome", mas acredito que não pois eu não uso uma força excessiva para me masturbar, pelo contrário, costumo ir mais devagar. Sou destro e me masturbo com a mão esquerda há vários anos já e, mesmo sendo uncut, costumo não usar da pele para me masturbar para estimular a cabeça e ele como um todo. Mas vai saber, né?
No final, fiquei satisfeito com o atendimento da moça pois foi muito atenciosa e me ofereceu um desconto para a próxima vez. Mas toda essa sensação de que sexo não é tudo o que eu pensava tem martelado um pouco minha cabeça. Enquanto eu digitava esse texto eu fiquei excitado de lembrar da mina me chupando e comendo ela de quatro, mas o fato de eu sinceramente não sentir um estímulo positivo ao penetrá-la me deixa muito confuso e sem saber o que pensar, sabe?
Esse post é um desabado mas é também um convite a vocês para me ajudarem/dar sua opinião de qualquer forma. Vocês acreditam que por conta da camisinha e por ser minha primeira vez/estar nervoso é possível que eu tenha sentido menos estímulo peniano? Por que cara, meio inexplicável isso né? Mesmo não sendo tudo o que a gente imagina, era para eu sentir a temperatura da mulher e tal quando penetrasse ela, não?
Enfim, é isso pessoal, obrigado por lerem e por qualquer comentário vindouro.
PS. Perdão por eventuais erros e falta de coesão
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2019.11.05 15:16 VicPietro Corretoras Internacionais - qual utilizar?

EDIT FINAL - Boa noite a todos! A minha conta na TD Ameritrade foi aprovada e aberta. O processo foi muito mais rápido do que minhas expectativas.
Solicitei a abertura da conta no dia 07/11/2019, enviei os documentos online através de um e-mail criado em uma plataforma da própria TD (não precisei enviar por FAX, enviei para [[email protected]](mailto:[email protected])):

Enviei os documentos pelo e-mail no dia 11/11/2019 e hoje, 15/11/2019, recebi um e-mail que minha conta havia sido aprovada.
O último passo foi ligar para um número da AT&T que redireciona chamadas para alguns números dos EUA. O número que liguei foi 0800-888-8288 (do celular, para fixo é o 0800-890-0288). Após atenderem, você disca o número que quer ligar - no caso, é o número de atendimento internacional da TD: 800-368-3668.
Após esperar (demorou uns 15 minutos), fui atendido e expliquei que abri a conta e precisava de um PIN para acessar a conta. Esse PIN te enviam pelos Correios, mas eu não quis esperar pois demora vários dias. O atendente me passou o PIN, loguei na conta, troquei a senha e o userid, e após responder algumas informações adicionais, estou acessando a plataforma normalmente.
No futuro, caso seja interesse de alguém, providenciarei um feedback sobre minha opinião sobre a corretora. Até agora, após desanimar um pouco com a aparente burocracia para abrir a conta, estou satisfeito pois deu tudo certo.
---------------------------------------------------------------------
Bom dia, gostaria de uma opinião ou qualquer comentário que possa agregar com essa decisão.

Vou utilizar a Remessa Online para enviar capital. Meu objetivo é, primeiramente, comprar ETFs de metais e algumas opções derivativas, e, daqui alguns meses, algumas REITs e stocks.

Estou em dúvida entre algumas corretoras, vamos lá:

TD Ameritrade - uma das maiores e mais renomadas, zerou os custos de corretagem recentemente. Parece uma boa opção. O problema é a taxação de 30% do dividendos para os Non US Residents.
EDIT: prós - plataforma sensacional ThinkOrSwim.

Interactive Brokers - também é uma das maiores, as taxas parecem justas ($0.005 por cota e $ 0.7 por opção) e boa plataforma para opções... até agora é minha escolha. O problema dela é o custo de $ 10 caso não opere no mês (ou $ 20 se possuir menos de $ 2000 na conta, que será meu caso).
EDIT: prós - suporte bastante rápido; produtos globais e não apenas americanos - operam ETFs do Reino Unido, como por exemplo os da Irlanda que são 'accumulating', ou seja, não passam pelo processo de cobrança de IR e corretagem na hora de reinvestir pois reinvestem por conta própria e nunca distribuem dividendos.

TastyWorks - parece excelente para operar opções, com uma plataforma muito boa. Entretanto, as taxas não são muito agradáveis.

DriveWealth - é renomada mas achei o site confuso, aparentemente a corretora está se voltando para serviços prestados à outras empresas de investimentos (business to business), para abrir uma conta até onde entendi precisa preencher e enviar um formulário de contato, é algo burocrático e parecem estar deixando o varejo de lado.

Avenue Securities - parece uma boa opção para brasileiros, mas é uma corretora recente (tem pouco mais de 2 anos) e está com alguns problemas com a CVM. Também não tem opções derivativas, então acho que não me serve.
EDIT: prós - sessão de documentos para IR e carne leão, tudo formatado, calculado e com dólar certo. O fundador dela é o Roberto Lee, que fundou a Clear e foi diretor da XP, então já tem muita experiência de mercado. Outra coisa ótima dela é poder transferir valores por TED, como se fosse pra qualquer corretora brasileira. Você pode transferir qualquer valor, não tem mínimo, além disso, o exchange funciona dentro da plataforma, você fica com saldo em reais e converte quando quer para dólar.

Utilizei o site Broker Check e a IAPD da SEC para averiguar a situação legal das corretoras.
Qualquer relato de experiência própria ou prós e contras de alguma dessas corretoras será de grande ajuda para a escolha, e conforme os comentários apareçam, vou atualizando o post com esses prós e contras.
Outras opções vindas dos comentários:- TradeRepublic (Alemanha): 1 euro por operação e sem cobranças adicionais.
- Oanda: mais voltada para trading e Forex.
- DeGiro: corretora holandesa, frequentemente recomendada para europeus.
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2019.10.28 08:22 altovaliriano Showrunnes falam sobre Game of Thrones no Austin Film Festival

Ontem a tarde (27/10), a usuária (acho que é mulher) do twitter de nickname "Needle & Pen" esteve na platéia da coletiva com David Benioff e Dan Weiss e tuitou, entre as 05:12 e as 06:32h, algumas das coisas que ouviu de ambos em uma imensa thread na rede social.
Eu traduzi a thread, sem os comentários que ela fez após o evento acabar.
Confira abaixo:
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2019.10.22 19:13 Brunoekyte Como fazer a Gestão de marketing digital

Como fazer a Gestão de marketing digital
Este artigo atende departamentos de marketing digital ou agências digitais.
O marketing digital é uma ciência nova, com pouco mais de 10 anos. Por isso faltam processos consolidados e profissionais experientes, o que, na prática leva ao ciclo de tentativa e erro até chegar ao melhor caminho. Isto consome recursos e tempo. Então vence quem consegue se manter vivo neste período e aprender mais rápido com seus erros.
Quem dita o rumo do mercado são as mídias de alcance, como o Google, Facebook, soluções de e-mail e automação. São estas potências que promovem a base de conhecimento. Então é normal que a educação seja tendenciosa, com cada uma superestimando sua solução.
Não se discute mais se o marketing online é eficaz ou não. Ser competitivo e crescer requer competência no marketing digital e esta tendência ainda está em expansão.
Agora não basta mais “fazer marketing digital”, é preciso fazer melhor que a concorrência. E para alcançar isso é preciso descobrir a resposta para as seguintes perguntas:
  • Estratégia: Como superar a concorrência no marketing digital?
  • Produção: Como ser produtivo e reduzir custos?
  • Performance: Como gerar mais retorno por investimento em mídia?
  • Enfim, como ser melhor e ampliar o ROI (retorno do investimento)?
A grande resposta é simples de encontrar, porém complexa para aplicar: excelência na Gestão de Marketing Digital.

A relevância do marketing digital nas empresas

O marketing na era digital assumiu novas responsabilidades, chegando até mesmo a invadir parte do processo de vendas, que antes era de responsabilidade apenas do departamento comercial. As novas atribuições do marketing digital são:
  • Apresentar produtos em um nível avançado de detalhes.
  • Educar o cliente para que reconheça a necessidade das soluções.
  • Realizar uma parte do atendimento em mídias sociais.
  • Conduzir o consumidor até o momento de compra.
  • Reduzir as barreiras na etapa final de decisão de compras.
O departamento comercial passou a ser reativo, recebendo leads mais qualificados. A prospecção ativa é cada vez mais cara e menos eficaz. O consumidor mudou seu comportamento na era digital e aumentou a rejeição para este tipo de abordagem.
O gestor de marketing passou a ser ainda mais decisivo no resultado geral da empresa. O orçamento do marketing está crescendo a cada ano, e a expectativa é que continue evoluindo, segundo Gartner (uma das maiores empresas de pesquisa e consultoria do mundo). Vale destacar o orçamento para soluções de tecnologia para marketing digital, que cresceu de 22% em 2017 para 29% em 2018 (Fonte: ITForum365).

O que é Gestão de Marketing Digital

A Gestão de Marketing Digital, assim como a gestão da própria empresa, visa organizar e controlar recursos para se obter os resultados esperados. Ou seja, “fazer mais com menos, e cada vez melhor”.
Os principais objetivos são:

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– CUSTO: elevar a produtividade na produção do marketing. + RECEITA: aumentar os resultados das campanhas. = + ROI: aumentar o retorno sobre o investimento.

Os desafios na Gestão de Marketing Digital

O marketing digital é novo e complexo. Criar uma publicação ou enviar um e-mail são tarefas aparentemente simples. O desafio é definir as prioridades, coordenar as ações, cumprir prazos e superar os concorrentes.
São muitos cenários possíveis e não existem padrões consolidados para determinar o caminho correto, pois o segmento ainda é novo, e por isso apresenta um cenário imaturo:
  • Faltam protocolos.
  • Faltam profissionais.
  • A educação é tendenciosa.
  • Faltam ferramentas para gestão.
É responsabilidade da Gestão de Marketing Digital superar este cenário. A chave é investir em capacitação, tecnologia e processos. E para atingir altos níveis de eficiência é preciso ser persistente.

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As prioridades na Gestão de Marketing Digital

Há dois fatores que influenciam na prioridade do marketing digital:
  • Experiência da equipe.
  • Maturidade digital da empresa.
Se uma empresa investiu pouco em marketing digital e contrata a melhor equipe, precisará passar por etapas iniciais, como: criar um site, estabelecer seu tom de voz, criar relevância no Google, conquistar uma base de seguidores, e-mail e tráfego para remarketing. Isto consome tempo, e durante este período várias ações serão inviáveis, caras ou menos eficazes.
Qual a prioridade atual da sua empresa na Gestão de Marketing Digital? O infográfico abaixo mostra um quadrante entre experiência da equipe e maturidade digital da empresa. Veja como a prioridade da gestão evolui.

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Exemplo:
  • Equipe com baixa experiência + empresa com baixa maturidade digital: Ou seja, uma empresa que está iniciando no marketing digital com sua própria equipe, que fazia apenas o marketing tradicional. Prioridade: conhecimento.
  • Equipe com alta experiência + empresa com baixa maturidade digital: Ou seja, uma empresa que está iniciando e contratou uma agência ou criou um departamento de marketing digital com profissionais do mercado. Prioridade: planejamento.
  • Equipe com alta experiência + empresa com alta maturidade digital: Estamos falando de um pioneiro ou líder, que tem uma equipe experiente e completa. Prioridade: compliance. Ou seja, padronização para que todas as ações sigam os conceitos da marca, nenhuma campanha se sobreponha à outra e para que os recursos trabalhem em sincronia.
Então analise onde sua empresa está agora e priorize o que é mais importante.

Lidere: Como fazer a Gestão de Marketing Digital

Evoluir no marketing digital é um processo dinâmico que precisa de sincronia e persistência. Definir objetivos e medi-los é essencial para aprender e evoluir. A cada novo ciclo de campanhas a experiência da equipe e a maturidade digital da empresa devem evoluir e consequentemente, os resultados irão melhorar.

O ciclo contínuo do marketing digital

As ações têm tempo de duração, geram resultados e aprendizados. A responsabilidade da gestão abrange todo o ciclo, que pode ser resumido assim:

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As fases da Gestão de Marketing Digital

A gestão se divide em 4 fases que exigem diferentes habilidades, mas se complementam. O sucesso de uma depende da outra. São elas:

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Vamos entender como cada uma funciona.

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Estratégia
É o momento de definir onde ir e como chegar. Os resultados são os planos, que guiam para as próximas fases (produção e performance). A estratégia é como um GPS: não adianta executar algo perfeito que leva para o caminho errado.
Na fase de estratégia há ações pontuais e recorrentes:
  • Pontuais: feitas uma única vez ou em intervalos maiores de tempo. Exemplo: criar ou revisar o manual da marca.
  • Recorrentes: frequentes e contínuas. Exemplo: criar um plano de campanhas.
Aprenda a planejar campanhas em Como fazer um plano de campanhas de marketing digital.
A estratégia pode ser dividida em 4 etapas:
Briefing -> análise -> aprovação -> enviar para produção

Produção

A fase de produção é responsável por colocar a estratégia em prática, seguindo os planos com recursos humanos, tecnologia e processos. Além disso, atende as demandas diárias geradas pelos clientes internos e externos. Por exemplo: manutenção de sites, criações pontuais, dúvidas e relatórios.
A produção é guiada por tarefas, que passam pelas etapas:
Briefing -> análise -> conceito -> redação -> design -> homologação interna -> homologação externa -> construção -> homologação interna -> homologação externa -> publicação
Este fluxo é dinâmico, sendo que cada etapa pode levar apenas minutos ou horas. O mesmo profissional pode assumir algumas etapas, mas é comum que várias pessoas sejam envolvidas em cada tarefa. Apesar da sequência linear das etapas, é muito comum uma demanda retornar a passos anteriores ou pular etapas.
As ferramentas para controle de tarefas e projetos utilizadas no marketing digital não estão preparadas para esta dinâmica. Não atendem a esta lógica ou são muito complexas para configurar e ajustar de acordo com a realidade de cada negócio.
Conheça o eKyte, software de Gestão de Marketing Digital que oferece um Controle de Tarefas projetado exclusivamente para equipes de marketing, além de diversas outras ferramentas.

Performance

Após concluir a etapa de publicação inicia-se a fase de performance para ampliar o alcance e conquistar os objetivos.
As etapas são:
Divulgação -> monitoramento -> otimização
A divulgação consiste em patrocinar as campanhas nos canais próprios ou de terceiros, como no caso de influenciadores digitais.
O monitoramento acompanha e mede o desempenho com dados e estatísticas.
A otimização age sobre estas métricas para tomar ações rápidas e melhorar resultados, com:
  • Ajuste de orçamento.
  • Interrupção de campanhas ou publicações.
  • Solicitação de ajustes ou novas criações.
  • Aprimoramento de segmentação de públicos.

Conhecimento

A fase de conhecimento acontece em paralelo com as demais, embora tenha uma demanda maior durante e após a performance. Afinal, são os dados reais que dão a resposta final sobre o desempenho das campanhas e geram as lições aprendidas.
As etapas do conhecimento são:
Aprendizado humano -> aprendizado de máquina (*) -> aprimorar a base estatística (**) -> prover inteligência para a estratégia.
O aprendizado humano fortalece as competências no:
  • Uso das tecnologias, por exemplo: treinamento do Google Ads, usabilidade de sites, edição de vídeos).
  • Comportamento humano, por exemplo: entender as preferências dos públicos e como aprimorar a comunicação).
  • Mapeamento de processos, por exemplo: passos para construir uma landing page, como criar um plano de campanhas, como extrair e analisar relatórios).
(*) Aprendizado de máquina ou machine learning é um ramo da inteligência artificial, que no marketing digital consiste em utilizar uma grande massa de dados e algoritmos matemáticos para encontrar padrões de comportamento. Estas análises são inviáveis sem tecnologia, pois ao cruzar os dados, milhões de combinações interferem no desempenho.
Exemplo: descobrir que a geração Y costuma clicar 3 vezes mais em anúncios de determinado produto entre 21:00 e 22:00 nas segundas-feiras. Assim pode-se reforçar as campanhas para este público neste horário e com isso aumentar significativamente os resultados.
(**) Aprimorar a base de estatística é crucial para a maturidade digital. Os dados são gerados e armazenados em ferramentas como Google Analytics, mídias de alcance como Google Ads, Facebook Ads e relatórios próprios.
Por fim, após a execução da campanha, há a medição dos resultados e consequente aprendizado, para reiniciar a estratégia e fazer ainda melhor. Manter e fortalecer o que funcionou, ajustar ou abandonar o que trouxe menos resultado.

Os profissionais e as equipes de marketing digital

A nomenclatura para cada cargo ainda é bem variada. Muitos gostam de usar nomenclaturas em inglês e há vários títulos para representar a mesma coisa. Vamos citar uma nomenclatura mais simples, mas não há certo ou errado, apenas padrões diferentes.

Equipe padrão

Uma equipe de marketing digital padrão possui os seguintes profissionais:
  • Gestor: CMO, diretor ou gerente.
  • Coordenador.
  • Analista de marketing digital.
  • Assistente de marketing digital.
  • Redator.
  • Designer.
  • Desenvolvedor web.

Equipe enxuta

Em uma equipe menor, um profissional desempenha mais de um papel:
  • Analista (e coordenador).
  • Assistente (e redator).
  • Designer (e desenvolvedor web).

Equipe ampla

Já em equipes com orçamento amplo, as atividades podem ser quebradas em ainda mais especialistas, além dos profissionais padrões citados anteriormente:
  • Analista de mídia social.
  • Analista de SEO.
  • Analista de CRO.
  • Analista de UX (usabilidade).
  • Cientista de dados.
  • Analista de testes.
  • Analista de atendimento.
  • Analista de marcas.
  • Programador front-end.
  • Programador back-end.
  • Arquiteto de software.
É papel da Gestão de Marketing Digital contratar, capacitar e dividir as responsabilidades de cada profissional da equipe.
Saiba mais em Quais são os profissionais e cargos de equipes de Marketing Digital

A eficiência na Gestão de Marketing Digital

A equação que se espera da gestão é fazer mais com menos. O que isso significa:
  • Fazer mais = mais resultado O “fazer mais” se refere ao retorno final em vendas ou meta projetada. Não significa realizar maior volume de criações. Uma equipe de marketing digital não pode ser considerada melhor que outra porque produziu 10 peças ao invés de 5.
  • Com menos = menor custo “Com menos” abrange dois aspectos que podem ser conquistados com profissionais mais capacitados, e também com melhores processos e ferramentas:
    • Planejar e produzir com menor custo de mão de obra.
    • Obter maior retorno possível sobre o investimento em mídia (ROAS), fruto de estratégias corretas e otimização das campanhas.

Principais erros na Gestão de Marketing Digital

Em cada fase podem ocorrer erros que comprometem a própria fase e as seguintes. Veja alguns exemplos de erros comuns que os gestores precisam superar:
  • Erro de estratégia O analista de marketing digital define que uma campanha terá 1 publicação por dia, mas seu orçamento é inviável para esta quantidade. O indicado seria 1 por semana. Para complicar, a publicação orgânica não gera resultados nem para pagar o custo de criação.
  • Erro de produção O designer não usa templates para agilizar o processo, nem reaproveita seus próprios modelos de sucesso de campanhas anteriores. Além de sempre fazer novas apostas que podem dar errado na performance, ele aumenta muito seu tempo de criação e também de homologação, já que se tratam de novos conceitos.
  • Erro de performance Foram criadas muitas publicações para um orçamento reduzido. Além disso o analista criou diversos públicos. O resultado deste cruzamento será um desastre: vários anúncios vão rodar para uma pequena parcela do público. O alcance será baixo e com tantas informações, será difícil chegar a alguma conclusão.
  • Erro de conhecimento A campanha acaba e os resultados são abaixo do esperado. Mas não há experiência ou cultura para interpretar os dados. Então surge a conclusão equivocada, baseada no “achismo”: “precisamos melhorar os criativos, fazer mais publicações e ampliar nossos públicos. ” Então a próxima campanha começa com ainda mais publicações e mais exigência de criatividade na produção.
Mas podemos resumir os principais erros em:
  • Falta de estratégia e planejamento
  • Priorizar o volume ao invés de qualidade
  • Dificuldade para analisar e interpretar métricas
  • Falta de persistência, pensar a curto prazo.

Ferramentas para Gestão de Marketing Digital

O número de ferramentas disparou nos últimos anos. Apesar disso, poucas são voltadas para a gestão de marketing digital. A maioria se concentra na execução das campanhas e anúncios pagos.
Comparando com um processo de manufatura, é como se a empresa trabalhasse apenas com softwares para controlar as máquinas, sem soluções para gestão empresarial. O que o mercado precisa? O que a próxima etapa do processo aguarda? Como estão os estoques? Por isto a gestão de manufatura está integrada na gestão de toda a organização.
O amadurecimento do marketing digital está indo para mesmo caminho. A gestão não pode ser feita pelas ferramentas de alcance ou por controles isolados.
A ferramenta de gestão de marketing digital precisa ser:
  • O coração da estratégia, o ponto de partida.
  • O guia dos padrões e processos.
  • O controle diário da operação.
  • A fonte de visibilidade e de medição.
  • A curadoria e a inteligência para uma evolução rápida.

Quais ferramentas sua empresa utiliza na Gestão de Marketing Digital?

Faça este exercício e crie um mapa das tecnologias empregadas em cada fase. Talvez o cenário seja algo parecido com isto:
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As soluções não integram entre si. São genéricas e adaptadas para processos imaturos de marketing digital.
Por exemplo, o RD Station ou HubSpot são excelentes plataformas de automação e disparo de e-mail marketing. Apoiam de forma parcial outros processos, como SEO e gestão de mídias sociais. Enfim, são ferramentas para a execução e não para a Gestão de Marketing Digital.

O mapa de ferramentas para Gestão de Marketing Digital

As tecnologias devem auxiliar o processo antes e depois das ferramentas utilizadas para execução das campanhas.
Seja um departamento interno ou uma agência digital, as soluções devem estar integradas e ter os seguintes recursos:

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  • Branding e planos de campanha: organizar e zelar pela estratégia da marca e diretrizes institucionais. Gerar e disseminar o Brandbook , processos, ideias e planos de marketing.
  • Planejamento de campanhas: criar o plano de campanhas recorrentes de marketing digital. Definir os objetivos, mídias, orçamento, publicações e ações.
  • Tarefas e projetos: controlar as tarefas com fluxo dinâmico e projetado para a realidade do marketing digital. Inteligência para definir o fluxo por tipo de tarefa, alocar profissionais e priorizar as demandas.
  • Colaboração e aprovação: incentivar e facilitar a comunicação entre equipe e clientes internos e externos. Briefing, atendimento às demandas e aprovação de planos e criações.
  • Atendimento: receber as demandas de clientes externos e internos, organizar e promover fluxo ágil de atendimento. Integrar com controle de tarefas para entregas mais complexas.
  • Apontamento e produtividade: registrar as horas trabalhadas e utilizar relatórios de produtividade para otimizar processos e reduzir desperdício.
  • Biblioteca digital: organizar e controlar os ativos. Evitar desperdícios e promover a visibilidade para toda a equipe, em qualquer lugar e a qualquer momento.
  • Publicação de anúncios: agilizar a postagem de mídias digitais com integração automática de anúncios, e também facilitar a publicação manual em canais sem integração.
  • Data-driven marketing 360: otimizar a produtividade e performance. Prover indicadores precisos na hora certa e transformar números em dicas inteligentes de oportunidades. Visão unificada dos resultados de todas as mídias. Simplificar a análise humana com algoritmos avançados e relatórios fáceis de compreender.
  • Inteligência artificial: utilizar machine learning (aprendizado de máquina) para encontrar padrões em grandes volumes de dados, o que é impossível para análise humana. Por fim, interpretar as métricas e indicar oportunidades.
  • Integração com mídias digitais: conectar as mídias de alcance. Agilizar a operação e promover uma visão unificada de métricas e resultados. Sem isto não há como enxergar o marketing digital de forma única, que é a forma que os consumidores enxergam.
  • Conhecimento: o marketing digital evolui muito rápido e aprender sempre é fundamental. Analisar o próprio resultado para buscar mais informação.

O novo cenário em tecnologia para Gestão de Marketing Digital

É este cenário imaturo do marketing digital que estamos trabalhando para transformar. Em 2016, sofríamos na prática com estas lacunas no processo. Então procuramos soluções de gestão, mas não encontramos. Neste momento decidimos que nossa missão seria cobrir esta lacuna e ajudar na evolução.
Então juntamos nossa experiência de 25 anos de software e 10 anos de marketing digital, para idealizar uma solução e iniciamos um projeto desafiador: o eKyte, Software de Gestão de Marketing Digital.
Assim que começamos a utilizar os primeiros recursos do eKyte os resultados apareceram e superaram nossas expectativas. A cada nova ferramenta liberada, dávamos mais um salto na produtividade e nos resultados.
A plataforma atende as 4 fases da Gestão de Marketing Digital. Atua antes e depois das soluções atuais de alcance, como Google Ads, Facebook Ads, marketing cloud, mídia programática, e-mail e automação.
Conheça o eKyte e deixe as suas sugestões ou dúvidas nos comentários deste conteúdo.

Conclusão

A internet é a principal mídia digital da atualidade. O marketing digital assumiu papel decisivo no resultado financeiro das empresas. Mas o cenário é cada vez mais competitivo. A Gestão de Marketing Digital vai definir os vencedores do mercado. Há muito o que evoluir, e a atenção deve estar em pessoas, tecnologia e processos. Seja inteligente e persistente!
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2019.10.10 19:40 simonekama Automação Instagram para ganhar seguidores no Instagram reais.

Automação Instagram para ganhar seguidores no Instagram reais.
Conheça o segredo para ganhar seguidores no Instagram através de automação e também aprenda a baixar video do Instagram.

Além de seguidores no Instagram, precisa vender mais ?

Confira essas dicas abaixo que vão te ajudar:
Se você tem a impressão que vender no Instagram é algo difícil, fique tranquilo que iremos desmistificar isso pra você.

Os erros cometidos em quem quer aumentar suas vendas no Instagram:

– Somente postar propaganda!
Você transformar seu perfil em um perfil de spam e propagandas sem fim, diminui e muito o alcance do seu perfil.
– Tentar vender sem criar autoridade no perfil do Instagram.
É muito difícil uma pessoa comprar de você se ela não reconhece em você um porto seguro no tema.

Saiba que através de automação Instagram, você pode aumentar seus resultados seguindo alguns passos.

Hoje o Instagram é a maior rede social do mundo , inclusive é a rede que mais cresce em 2019 . Quando se pensa em seguidores para Instagram , automaticamente você já pensa em pessoas famosas , mas , saiba que hoje todo mundo pode ter muito mais usuários acompanhando suas postagens .
Com o aumento de uso da plataforma, aumentou também o número de plataformas que prometem mais seguidores para Instagram e esse post é pra explicar sobre essas ferramentas .
Grande parte delas é baseada em interações , ou seja , você cadastra seu perfil , configura seu público alvo e a partir daí o sistema segue, deixa de seguir e da likes nas postagens do público que você pré determinou , com isso , vários usuários vão retribuindo sua interação e com isso você aumenta seu número de amigos .

A evolução do Instagram

O Instagram costumava ser um aplicativo realmente básico. Você tirava uma foto. Colocava um filtro nela (para ficar mais bonita), e compartilhava com o seu pequeno número de seguidores no Instagram.
Era isso. Nada chique.
Esse já não é mais o caso.
Atualmente, o Instagram possui uma tonelada de recursos.
Quando o Snapchat começou a atrair milhões de seguidores e apps como o Periscope começaram a utilizar vídeos ao vivo, o Instagram teve que se apressar para oferecer esses recursos também.

Uma coisa importante para ter seguidores no Instagram e curtidas, é necessário saber como funciona o algoritmo do Instagram.

Como era antes?

Antes a rede social enviava o seu conteúdo pra todos ou quase todos seus seguidores de maneira até desordenada.
Com isso, os usuários recebiam muitas vezes publicações que não eram do próprio interesse, tornando a rede social muitas vezes enjoativa.

Como funciona agora?

Agora a rede social filtra as postagens de acordo com o seu interesse e você recebe um conteúdo muito mais qualificado de acordo com seus gostos.

E como é determinado o meu gosto pessoal?

De acordo com suas interações no Instagram. Por exemplo:
Você curtiu a postagem de um prato de comida que gostou. Com isso, o Instagram vai entender que você gosta de determinado conteúdo daquele perfil e sempre irá mostra-lo a você.
O inverso também serve, ou seja, se você postar determinado conteúdo e seus seguidores gostarem, ele irá aparecer com mais frequência para eles.

E se determinado usuário não curtir o meu conteúdo, como isso impacta em ganhar seguidores no Instagram?

O Instagram irá determinar que seu conteúdo não é mais interessante para esse usuário e deixar de enviar para ele.

Como melhorar meu algoritmo e ganhar seguidores no Instagram?

Conteúdo é tudo

Desde a difusão do Inbound Marketing, o conteúdo se tornou o centro das ações no marketing digital. Com uma proposta diferenciada do marketing tradicional, o Inbound coloca as empresas como especialistas que compartilham seus conhecimentos. Dessa forma, não é preciso chegar até o público de maneira invasiva.
Mas já que não invadimos o espaço do prospect, como ele chega até nós? A ideia principal é criar um conteúdo de qualidade, 100% adequado ao que o seu público consome pela Internet.
Essa presença não se resume a anúncios diretos com botões de compra ou contato direto com a equipe de vendas. Trata-se de um conteúdo educativo que irá, de fato, ajudar a persona a solucionar uma determinada dor.
É importante aceitar de antemão que o marketing de conteúdo veio com tudo e tomou conta das estratégias de sucesso. E essa mesma lógica também aplicada às redes sociais. Por isso é importante saber como criar conteúdo para o Instagram para atingir os melhores resultados.

Como criar conteúdo para Instagram?

Você já parou para pensar na quantidade de conteúdos que aparecem nas redes sociais todos os dias?
Se você abrir o Instagram agora e olhar com um pouco mais de criticidade, vai entender o que estamos falando.
A quantidade de imagens de produtos e anúncios – fora as fotos de seus amigos, moods, tbts – é absurda.
Agora, o que determina qual post chama mais atenção das pessoas? O que está por trás do contéudo que realmente dá certo no Instagram?
Depois de pensar muito nisso e analisar nossos conteúdos que bombaram, chegamos à seguinte resposta:
Os 3 principais requisitos para um conteúdo que dá certo no Instagram são: objetivo, persona e estratégia.

Aprenda agora a baixar video do Instagram para ter um conteúdo bacana.

Não sabe como pegar a URL da foto ou video para baixar video do Instagram?

É um processo bem simples, abra seu Instagram, vá até a publicação(foto ou video) que deseja baixar, clique na parte superior da propriedade, vai abrir um menu, clique em copiar link. Pronto, agora cole no formulário acima e clique no botão, o sistema vai baixar video ou fotos do Instagram como uma mágica para você.

Stories, foque nos STORIES. Isso vai ajudar muito a ganhar seguidores no Instagram.

Você sabia que o stories é uma função de enorme engajamento no Instagram?
As chances de uma empresa dar certo é pela junção de três estratégias: humor, interação e bons conteúdos.
Se tudo isso estiver, pelo menos, nos stories, seu sucesso já está um passo a frente de ser garantido.
Claro que não é apenas isso, mas se me perguntasse quais as principais formas de conquistar o público, eu apontaria essas três acima.
Um perfil que possui stories interativos e com bons conteúdos tem mais chances de engajamento.
Mas, claro, que toda regra tem exceção!
Outra boa ideia para usar e tornar seu stories mais interativos é fazendo enquetes. As pessoas amam respondê-las e é uma ótima oportunidade de conhecer seu seguidores.
Você pode fazer perguntas sobre eles ou sobre algum de seus produtos ou serviços. Isso vai ajudar bastante seu negócio!
E para não ficar somente nas enquetes para conhecer seu público, teste outras funções, como a perguntas e respostas.

Saiba quais são as principais hashtags do seu negócio para ter seguidores no Instagram.

O Instagram é movido pelas hashtags, por isso, é ideal que você pesquise quais são as principais hashtags relacionadas ao seu negócio. Através delas, poderá saber quais termos colocar em seus posts do Instagram, quais temas abordar e quais são os tipos de posts que mais recebem curtidas e comentários.
A segunda estratégia por trás das hashtags é você procurar por tags que estão relacionadas ao seu perfil. Quando você faz a busca, você encontra termos relacionados ao que procurou, visualiza as principais publicações e as publicações mais recentes.
Por isso, é tão comum que perfis de moda utilizem #lookdodia, #tendência, #fashion e outras hashtags que ajudam a categorizar seus conteúdos, por exemplo — e assim, cada segmento utiliza as tags que melhor se aplicam à sua realidade. Outra novidade é que também é possível seguir hashtags, o que amplia ainda mais as chances de você ser encontrado por meio delas e ganhar curtidas no Instagram.

Como deixar meu perfil bem estruturado para ter seguidores no Instagram:

Perfil de negócios com preenchimento de informações.

Para que o perfil da sua companhia tenha mais chances de se consolidar é importante que esteja modalidade de perfil empresarial. Basta ir até o menu de configurações do aplicativo e mudar o perfil para comercial. Ressalto que para realizar essa mudança é necessário ter um perfil de Facebook para fazer a vinculação. Complete o preenchimento das informações como e-mail, endereço e telefone, algo importante para que seus clientes possam entrar em contato.

Nome curto e marcante.

Quanto mais letras tiver o seu @ mais difícil será para que seus consumidores encontrem o seu perfil. Observe ainda que empresas que possuem nomes muito longos podem não conseguir escrevê-los inteiros por falta de caracteres. Mesmo reduzindo o nome do @ você pode e deve adicionar o nome inteiro da sua organização no campo de nome dos dados a serem preenchidos de maneira que ele apareça em destaque.
Como usar o Instagram no PC e ter mais facilidade de usar certa automação Instagram?

Instagram no PC

Apesar de ter sido originalmente criado para ser utilizado em dispositivos móveis, como já citamos, é possível utilizar em seu computador, na versão desktop. Basta acessar o site do Instagram e navegar entre os conteúdos das pessoas que você segue e tanto gosta de acompanhar.
Diretamente pelo computador você também pode baixar video do Instagram como foi explicado anteriormente e facilitar o desempenho do seu perfil.

O que é o shadowban do Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas só há poucos anos se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear o usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.
Em 2016 o termo começou a ser utilizado em relação ao Instagram e, em 2017, passou a ser mais conhecido pelos marketeiros. Apesar disso, muita gente ainda não sabe o que significa.
O shadowban no Instagram acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba Explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts.

Não confunda com o algoritmo do Instagram

Quedas no alcance e pouco crescimento de perfil também podem estar relacionadas ao algoritmo do Instagram. E você precisa entender bem a diferença entre ele e o shadowban.
Desde junho de 2016, o Instagram vem aperfeiçoando o algoritmo da ferramenta para que os usuários tenham, cada vez mais, experiências melhores dentro da rede social. Isso incluiu, por exemplo, a mudança do feed cronológico para um feed de relevância. Hoje em dia, a gente vê com preferência os posts que mais importam pra gente.

Como funciona a automação Instagram?

Geralmente as ferramentas de automação para Instagram são utilizadas com o objetivo de crescer o número de seguidores.
Entretanto, antes de contratar uma plataforma, é necessário que você tenha em mente que as ferramentas de automação têm como objetivo executar automaticamente tarefas que você perderia muito tempo fazendo manualmente.

Principais vantagens de investir em automações.

  • Conta ativa mesmo quando você está offline
  • Aumento de seguidores muito mais rápido
  • Mais engajamento da sua empresa com usuários
  • Melhora o relacionamento com os seguidores (afinal você irá responder o que eles perguntam rápido, vai poder começar uma conversa, etc.)
  • Fortalecimento da marca
  • Automatizar processos repetitivos que os profissionais de rede sociais costumam fazer manualmente\
Mais vantagens de usar automação Instagram:

Realiza ações repetitivas

Acessar o perfil todos os dias, curtir fotos, comentá-las e enviar agradecimentos aos novos seguidores podem ser tarefas exaustivas e que fazem perder um tempo considerável.
Com o uso de um aplicativo de automação, ele é o responsável por fazer esse tipo de interatividade e deixá-lo livre para outros compromissos.

Atrai novas pessoas ao seu perfil

É um hábito comum entre os usuários do Instagram entrarem no perfil de um novo seguidor, e decidir se o segue de volta. Quando a ferramenta é ativada, ela passa a seguir novas pessoas, que tendem a entrar em seu perfil e por serem pré-dispostas ao que você vende, podem ter interesse em segui-lo.

Otimiza o tempo

O tempo que você gastaria com seguir pessoas, curtir fotos/vídeos e agradecer novos seguidores pode ser aproveitado para outras ações que geram uma série de benefícios ao seu negócio. É uma das vantagens que convencem as pessoas a investirem em uma das ferramentas que gerenciam as contas do Instagram.
Como Usar o Instagram de Forma Profissional?
O Instagram é uma rede social que tem crescido muito para divulgação de produto, aumentar o tráfego de site e de blog. Por isso, é importante trabalhar alguns elementos que fazem com que os seguidores reais encontrem os perfis profissionais que são mais interessantes no momento.
Além disso, para transformar o Instagram em um negócio é crucial usar alguns elementos que despertam o engajamento para gerar maior interação no perfil.
Entretanto, pessoas ou marcas que querem saber como usar o Instagram de forma profissional, precisam conhecer artifícios que ajudam a criar conexão com o Público-Alvo.
No entanto, a automação no Instagram é uma forma de dominar as artes dessa mídia e levar o negócio para um outro nível.
Automação Instagram não é Compra de Seguidores.
Para ter o controle disso, é necessário uma ferramenta de automação no Instagram que pode fazer toda a diferença na estratégia e potencializar o alcance do que se publica.
A grande sacada é uma combinação de um conteúdo excelente e ferramentas de gerenciamento que facilitam e aumentam a produtividade de quem trabalha com marketing nas redes sociais.
Para quem é gerente de contas em uma agência, pequeno empreendedor, influenciador digital ou profissional responsável por gerar resultados com o Instagram, a automatização vai facilitar muito o trabalho.
É muito fácil transformar seguidores em clientes. Mas para isso, além da automação no Instagram, é necessário conhecer as ações de Marketing que vão fazer o Instagram trabalhar automaticamente!
  • Tenha um perfil empresarial;
  • Conheça bem o mercado;
  • Saiba quem é o público;
  • Crie conteúdo relevante para quem vai consumi-lo;
  • Utilize hashtags estratégicas;
  • Conteúdo recorrentes para gerar mais consistência;
  • Valorize o público;
  • Analise as métricas;
  • Parcerias com influenciadores;
  • Transforme seguidores em leads e leads em clientes.
Executar todas essas ações pode ser trabalhoso e demandar muito tempo, que poderia ser otimizado com a ajuda de uma automação no Instagram. Por isso, a automação é recomendável para quem quer ter um bom negócio online usando o Instagram com as estratégias de automação.

Qual automação Instagram vocês do Blog Estratégia 10k recomendam?

O Maisgram oferece um serviço diferenciado para seu Instagram, aumente sua visibilidade para alavancar seu negócio. Nossa ferramenta vai atrair pessoas que realmente se interessam pelo seu perfil, você escolhe o público e ganha muito mais seguidores no Instagram.

Quais funções a automação Instagram Maisgram realiza?

Segmentação de Público.

Utilize Perfis para encontrar seu público alvo. Você pode filtrar ainda mais seus novos Seguidores com nosso filtro por gênero. Ganhar apenas Seguidores Homens, Mulheres ou ambos reduzindo perfis Comerciais.

Direct de Boas Vindas

Configure uma mensagem personalizada para ser enviada a seus novos seguidores. Melhore seu relacionamento com os clientes e consiga ganhar seguidores no Instagram.

Sistema Automatizado para Seguir e Deixar de Seguir.

O Maisgram trabalha por você realizando interações de Seguir e Deixar de Seguir automaticamente.

Relatório Completo de Atividades.

Você pode acompanhar diariamente todas as ações executadas pela nossa plataforma.

Aumente seu Engajamento com Likes e Visualizador Automático de Stories.

Nossa plataforma automatiza Likes em postagens da sua Timeline e também visualiza automaticamente diversos Stories das melhores hashtags brasileiras.

Suporte via WhatsApp.

Converse com um especialista para ampliar ainda mais seus resultados. Nossa equipe é altamente qualificada para solucionar problemas.

Como está funcionando a automação Instagram após as atualizações do Instagram?

No dia 29/05/2019 o Instagram realizou uma atualização na qual se exigiu, da nossa ferramenta, mudanças em alguns procedimentos de trabalho. O Instagram atualizou sua plataforma no intuito de transformar a rede social em uma rede totalmente humanizada. O Maisgram a partir de agora trabalha de forma a priorizar o crescimento de forma sustentável e humana. Mas para isso acontecer e você obter mais resultados, precisará colaborar com a utilização correta do seu perfil no Instagram. No Instagram, contrariamente ao que dizem, NÃO EXISTEM limitações. O que existe é uma inteligência artificial que detecta excessos de determinadas ações e falta de outras, bloqueando algumas partes da sua conta, caso entendam que há necessidade. E como podemos ter mais resultados? Aí vão algumas dicas para que seu Instagram possa ter o máximo de crescimento:
1 – Poste regularmente no Feed e nos Storys. 2 – Participe dos Storys de outros amigos, responda enquetes, faça perguntas de acordo com o tema. 3 – Comente em postagens de seus amigos, claro que sempre de forma humanizada. Comente sempre de acordo com o tema. 4 – Evite Seguir, Deixar de Seguir e Curtir manualmente. O sistema Maisgram já faz isso por você. 5 – Responda sempre os directs enviados pelos seus amigos pra você de forma a não parecer um robô ou spam. Em resumo, quanto mais você realizar as dicas acima, mais humanizado seu perfil estará e o Maisgram poderá trabalhar de forma plena em seu perfil.
6 – Utilize a ferramenta Maisgram para baixar video do Instagram e tenha sempre um ótimo conteúdo. Gostaríamos de frizar que alterações são feitas para manter a segurança de seu perfil e sempre estarmos em conformidade com as diretrizes do próprio Instagram.

E o fim do likes no Instagram? Como funciona essa questão na automação Instagram?

Será o fim dos Likes no Instagram ?

A partir de 17/07/2019 o Instagram iniciou um novo teste no Brasil para ocultar o número de curtidas nas postagens do Feed. Na prática, apenas o proprietário do perfil continuará sabendo quantas curtidas suas publicações receberam. Seus seguidores não terão mais acesso ao número de “likes”. “Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram e nossa expectativa é entender se uma mudança desse tipo poderia ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas histórias”, disse a empresa em nota oficial. E no que isso impacta a nossa plataforma? A ótima notícia, é que todos os impactos são positivos. Essas mudanças, em conjunto com as mudanças das últimas semanas, tendem a reduzir o número de Seguidores e Likes Fake. Primeiro pela parte técnica de o próprio Instagram estar derrubando esses Seguidores e Likes Fake e segundo pela mudança do comportamento dos usuários que não verão mais necessidade de comprar Likes se o intuito é meramente alimentar seu próprio ego. É aí que os usuários que utilizam o Maisgram ganham, nosso sistema faz você ganhar Seguidores, Likes e Engajamento real e duradouro. Você pode aumentar a visibilidade do seu perfil, melhorar seu relacionamento com seus clientes, expandir sua marca e até vender muito mais. O Maisgram foi desenvolvido pra você que precisa de resultados reais no seu perfil e não números ilusórios e forjados. Essas atualizações não influenciaram na parte de baixar video do Instagram.

Saiba mais sobre as instabilidades no Instagram e o quanto ela afeta na parte de ganhar seguidores no Instagram:

Se você teve problemas com o Instagram nas últimas semanas, fique tranquilo pois este é um problema enfrentado por usuários do aplicativo no mundo inteiro. Problemas como: Bloqueio para seguir pessoas. Falhas totais ou parciais na visualização de storys e linha do tempo. Lentidão de forma geral. Perda enorme e anormal de seguidores reais. Bloqueio para curtir postagens. Exigência para se alterar senha ( mesmo que não usem nenhum tipo de sistema para ganho de seguidores ). Entre outros. O Instagram está sofrendo de uma instabilidade há algumas semanas. Estes problemas estão relacionados aos últimos update em sua plataforma. Não se sabe ainda, quando a situação irá estar totalmente normalizada. Lembrando que o Instagram não costuma mencionar nenhum tipo de problema ou instalidade em suas redes sociais. E também, não costuma emitir nenhum comunicado oficial.

Como uso a automação Instagram e posso ganhar seguidores e também baixar video do Instagram?

CLIQUE AQUI e utilize a automação Instagram, tanto para ganhar seguidores no Instagram, quanto para baixar video do Instagram.

Existe teste Grátis na automação Instagram?

Sim, o Maisgram proporciona um teste Grátis por 3 dias , sem compromisso nem fidelidade nenhuma.
Blog Estratégia 10k.

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2019.10.07 18:14 MuchoGuerra Opinião sobre estado actual do Benfica e o futuro.

Boa tarde/dia/noite dependendo de onde estão visto que temos benfiquistas espalhados por todo o mundo que podem ler isto a diferentes horas do dia.
Dei-me cada vez mais a prestar mais atenção a este subreddit visto que, apesar do não estar feliz com o estado actual do Benfica, tenho muitas opiniões e este é o melhor sítio para as partilhar. Vejo aqui benfiquistas de crenças sobre o clube diferentes o que é sempre bom para uma (civilizada) discussão. Antes de começar gostava de avisar e pedir desculpa pelo texto longo mas gostava de falar sobre muitas facetas do clube, concentrando-me mais pelo futebol e direcção mas passando por outros aspectos.
Agradeço desde já a quem disponibilizou o tempo e paciência para ler este testamento.
Direcção: Ora com o início de época abaixo das expectativas, principalmente ao nível da Liga dos Campeões e do futebol apresentado que tem sido muito pobre, isto levou à crítica da abordagem da direcção ao mercado que não é coerente com a comunicação passada cá para fora. Gostava de fazer um resumo de todo o percurso de LFV no Benfica e de expressar a minha opinião sobre esse percurso e sobre a sua política atual.
Quando LFV chegou ao Benfica é factual que o clube estava num buraco muito grande, em termos de infraestruturas, equipa de futebol, financeiramente estava atrás dos rivais e era uma trabalho muito complicado com probabilidade muito grande de correr mal. Mas LFV conseguiu ir levantando o Benfica bocadinho a bocadinho, construiu um estádio novo, construiu o Caixa Futebol Campus que já nos rendeu tanto desportivamente e financeiramente e foi tentando melhorar o estado financeiro do clube. LFV aproveitou o facto de, apesar de o Benfica estar em mau estado, ser o clube com mais adeptos em Portugal e nisso dou muito crédito ao marketing do Benfica que é de uma qualidade enorme. O Kit Sócio foi um home run que aumentou em muito o número de sócios pagantes.
Isto era tudo muito giro mas o CFC não ia render ainda durante alguns anos e o futebol português era dominado à vontade pelo Porto tirando uma época de lotaria em 2004/2005. O Benfica foi ganhando mais poder financeiro o que permitiu trazer jogadores como Aimar e Cardozo e, tal como o Porto, começou a apostar muito no mercado sul-americano, o que levou a muitos flops mas também pérolas como David Luiz e Di Maria.
Mas faltava aquele passo grande que ia juntar estas peças todas num verdadeiro candidato ao título, e esse passo deve ter sido o mais importante de toda a vida de LFV no Benfica, e esse foi contratar Jorge Jesus.
Com Jorge Jesus, mais o upgrade à equipa de scouting e poder financeiro que nos trouxe Javi Garcia, Saviola e Ramires o Benfica era a melhor equipa em Portugal, jogadores como Luisao e Maxi jogaram o seu melhor futebol com Jesus, Di Maria e David Luiz passaram de promessas a certezas e os reforços renderam todos. O Benfica tornou-se num candidato ao título ganhando 3 em 6 anos com JJ, e quase tão importante como isso, tornou-se numa equipa vendedora com fama na Europa por ir buscar jovens e prepará-los para os colossos. Não esquecer duas finais Europeias, uma perdida no fim num jogo onde fomos superiores ao Chelsea e outra tirada pelos árbitros contra o Sevilha. Não esquecer que uma meia final da Liga dos Campeões nos foi tirada também pelos árbitros contra o Chelsea.
No meio disto tudo, Benfica a marca foi crescendo, em todo o lado era mais fácil contratar jogadores que sabiam que aqui tinham uma rampa para a elite do futebol, financeiramente nunca tivemos estão fortes e na Europa éramos conhecidos como uma equipa de 2ª linha que podia dar luta a quase qualquer equipa. Também foi criada a Benfica TV que foi evoluindo muito ao longo do tempo com a transmissão dos jogos do Benfica em casa e até transmissão da Premier League durante algum tempo.
Jesus não é perfeito mas é o melhor treinador do Benfica nos últimos 25/30 anos e não percebo como vejo gente que à primeira menção do seu nome só critica. Apesar de vir de um bicampeonato a visão de JJ para o futebol do Benfica não não era a mesma de LFV por isso foi convidado a sair (de acordo com todas as notícias) contra a sua vontade. LFV queria reduzir custos em jogadores e aproveitar cada vez mais a formação que já tinha visto craques como Bernardo Silva e João Cancelo serem desperdiçados.
Aí entra Rui Vitória e por aqui penso que todos sabem bem a história, começa mal mas acaba a primeira época de maneira muito positiva com o tri-campeonato, lutou com o colosso Bayern pelas meias-finais da Champions e apostou em jovens como Nelson Semedo, Renato Sanches, Ederson e Lindelof (alguns por obrigação) que renderam muito ao Benfica. A partir daí, apesar de outro campeonato, o futebol nunca passou do mediano e agora estamos na era Lage.
LFV tem todo o mérito pelo o que fez pelo Benfica e se saísse hoje do clube era com um legado muito positivo, mas penso que o seu ciclo está a acabar.
O Benfica estagnou, financeiramente parece que entra cada vez mais dinheiro mas a equipa de futebol é cada vez pior e o nome do Benfica na Europa resume-se a boa formação e mais nada. 90% das contratações não são com o intuito de melhorar a equipa (dizer que não importa se o Vinicius for flop porque vendemos pelo mesmo demonstra isso mesmo e LFV admitiu que faz comprar apenas pelo dinheiro) e deixa os treinadores a retirar tudo da formação porque assim não tem de comprar jogadores. Num mercado onde o Benfica faz perto de 200 milhões em vendas e perde um titular o 11 é igual ao da época passada menos o titular que saiu, não há ambição nenhuma em melhorar a equipa porque ele bem sabe que o Porto também não está muito forte logo está sempre perto de ganhar o título. Na Champions é chegar ao grupo para sacar o prémio e mais nada, se a notícia que Lage recebe 1 milhão por ganhar o campeonato mas não tem prémios relacionados com a Champions for verdade então está tudo dito.
Qual é o caminho nos próximos 5 anos? LFV acha que jogadores como Félix aparecem todos os dias? Já esta época vemos que a ordem é forçar a aposta na formação mesmo que os jogadores não estejam prontos ou não sejam bons o suficiente. Não é assim que funciona e até clubes como o Ajax sabem isso. Os treinadores são apenas uma extensão desta ideia e não têm poder nenhum tirando meter o 11 mais forte possível com o que lhes é dado. Não vejo o Benfica passar disto, luta pelo horrível campeonato português, é carne para canhão lá fora e vai vendendo miúdos da formação, no fim deste ano lá vai o Florentino ou Rúben Dias ou até os dois.
Outro ponto que queria tocar é a comunicação, e isso é rápido. LFV há anos que anda a atirar areia para os olhos dos benfiquistas com mentiras atrás de mentiras. Sempre que estamos num mau momento lá vai ele para a TV dar uma entrevista e vomitar os mesmo pontos. "Não temos de vender", "Queremos ganhar lá fora", etc. Os adeptos cada vez comem menos isso.
Em certos pontos o Benfica parece a Coreia do Norte, a Benfica TV, ou mais correto Vieira TV demonstra isso. Temos painéis dedicados a vomitar os mesmos pontos do presidente e ainda criticar os adeptos por criticarem o clube porque não se pode criticar o grande presidente. Quem vê só a Benfica TV acha que está tudo perfeito. Até nos comentários dos jogos dá para ver a força que se faz para não criticar o futebol apresentado, preferindo criticar árbitros por não marcarem uma falta a meio campo.
Quando o episódio da última assembleia acontece e não há consequências está tudo dito.
LFV também secou tudo à sua volta mudando os estatutos sobre quanto tempo pode ser presidente e com esta máquina de propaganda à sua volta mesmo que aparecesse alguém ia ser completamente destruído. Não vejo fim a isto, nas próximas eleições ganha com 80% porque ou não há outros candidatos ou porque os que há foram silenciados. Eu sei que vou estar lá a voltar em branco (se me deixarem).
Resumindo e concluindo, LFV tem um legado positivo até agora mas o seu ciclo acabou e não tem ambição para levar o Benfica mais longe.

Equipa Técnica/Jogadores: Nesta secção vou falar da actualidade do futebol no que respeita ao treinador Bruno Lage e o plantel à sua disposição
Ficou definido antes que tenho a ideia que LFV escolhe treinadores para serem outra extensão da sua voz e que têm muito pouco poder, foi óbvio com RV e penso que é óbvio quando Lage mais que uma vez expressa os seus desejos durante o mercado de transferências e nenhum desejo foi cumprido. Por isso é que JJ saiu, apesar dos seus defeitos tem as suas ideias e convicções para o futebol do Benfica e não estava disposto a mudá-las.
Lage não fez o mesmo, o discurso mudou drasticamente à medida que esta época avança e aproxima-se do muito criticado discurso de RV. Neste jogo com o Zenit parecia que estava a ver uma equipa do RV em campo e RV na conferencia de imprensa a seguir. Aquela pessoa não era Lage mas era mais uma extensão da máquina de propaganda de LFV.
Aqui custa-me um bocado criticar Lage porque ele bem tentou e mostrou mais que uma vez alguns desejos que foram completamente ignorados. Se se tivesse levantado contra LFV se calhar já tinha saído do clube, é assim que anda o regime. Jogadores como Tomás Tavares, David Tarares e Jota estão a ser forçados na equipa A porque não houve vontade da direcção em melhorar essas posições. Ederson e Semedo saíram há 3 épocas e ainda não vieram substitutos a sério, não se foi reforçar o meio campo com suplentes logo andamos com o velho Fejsa, Taarabt adaptado, David Tavares, o caso estranho do Samaris, etc, sai Félix por 120 milhões e Jonas, vem Chiquinho por 4 e Jota adaptado, o único extremo acima da média nesta equipa é o Rafa. Basicamente gastou-se 40 milhões em pontas de lança para continuar a jogar Seferovic.
E aqui começam as criticas a Lage, mesmo com a fraca abordagem do mercado por parte da direcção há material para fazer muito melhor e algumas opções de Lage são muito questionáveis.
Na defesa não há muito a fazer, Odysseas, Almeida, Rúben, Ferro e Grimaldo são os melhores 5 que temos, não há melhor por culpa da direcção. No meio campo estamos a ser castigados pelas lesões, o melhor jogo da equipa esta época foi logo o primeiro e foi o único com Gabriel e Florentino em campo ao mesmo tempo, apesar de não ser o único motivo para o fraco futebol penso que vai melhorar quando Florentino regressar depois da paragem de selecções. Agora a opção de Fejsa e Taarabt não faz sentido. Fejsa perdeu capacidade física e ainda é bom na antecipação mas é demasiado lento e limitado a sair a jogar como se viu contra o Zenit. Taarabt é genial tecnicamente mas é só isso, não é um 8, não pensa como um 8 e não tem os princípios defensivos e posicionais de um 8. Aqui culpa de Lage ao insistir no marroquino e da direcção ao não trazer nenhum substituto a sério para o Gabriel. Culpa também para Lage ao insistir em Fejsa e ao não dar uma chance ao Samaris na posição onde foi mais bem sucedido no Benfica. No ataque a culpa é mais de Lage, todos sabemos do caso Seferovic, estamos todos muito agradecidos pela época passada mas é demasiado limitado para jogar no Benfica, tanto RDT como Vinicius mostraram que são superiores mas o suiço tem sempre prioridade no 11 sem merecer. Nas alas, Rafa anda a jogar lesionado por necessidade, Lage queria Cervi e Zivkovic fora do Benfica o que não aconteceu, contratou-se o Caio Lucas sem critério logo a qualidade não abunda nesta posição. Em relação ao Pizzi, sei que é um tópico muito disputado entre os benfiquistas, na minha opinião é um jogador com excelente visão, qualidade de passe que ataca bem a área mas tanto a jogar a ala como médio é um grande ponto fraco defensivamente porque simplesmente joga sempre a passo e não tem intensidade nenhuma. Isso mostra-se nos jogos de elevada dificuldade onde raramente aparece. Podíamos ter muito melhor em vez do Pizzi.
Mas isto são só opções no 11 inicial, o futebol em si tem sido muito fraco, o Benfica não é pior que o Zenit em termos de qualidade mas eles pareciam o Barcelona, contra o Leipzig em casa só criámos perigo no contra ataque contra uma equipa frágil defensivamente como se tem visto nos últimos jogos. No campeonato nota-se que o jogo interior desapareceu e a equipa resigna-se muito rápido a cruzar, para não falar na péssima transição defensiva (tem sido assim desde o segundo ano de RV). Apesar do mau planeamento do plantel o Benfica tem de jogar melhor.
Mas para mim o imperdoável é eu ver uma equipa na maior competição de clubes do mundo a jogar a passo e sem vontade nenhuma, até podemos perder mas ver uma equipa que parece que está a jogar um jogo treino dá-me nojo. Falem do Conceição e do Porto o que quiserem mas aquela equipa luta muito e por isso é que tem sido muito mais bem sucedida na Champions que nós.
Resumindo, ainda é muito cedo para julgar Lage mas esta primeira época onde teve tempo para implementar as suas ideias não tem sido encorajadora, também temos de ter em conta que a direção não ajuda muito em termos de plantel e lesões, mas certas opções no 11 vão ter de mudar. E se vejo a mesma atitude contra o Lyon que vi contra o Zenit então Lage pode sair já do Benfica.

Mais uma vez peço imensa desculpa pelo texto longo mas tinha muito dentro de mim sobre o Benfica que queria partilhar e este parece-me o melhor espaço. Penso que apesar de na superfície as coisas parecerem positivas não vejo melhoras em relação ao futebol, para não falar da comunicação do clube que está quase ao nível de uma ditadura.
Mais uma vez obrigado por lerem e gostava muito de discutir as vossas opiniões nos comentários, de preferência de maneira civilizada.
Um resto de bom dia a todos e Viva o Benfica.
submitted by MuchoGuerra to benfica [link] [comments]


2019.09.30 17:30 altovaliriano [Segundas de SSM] Perguntas e Respostas em São Petersburgo em Agosto/2017

Ao invés de iniciar a rotina com os "So Speak Martin" (SSM) em ordem cronológica (farei isso na semana que vem, provavelmente), preferi iniciar com o último SSM interessante que li.
Após a 75ª Worldcon em Helsinki, Finlândia, GRRM foi de trem até São Petersburgo e, em 19 de agosto de 2017, participou de um evento público com seus tradutores russos em que respondeu algumas perguntas. O evento não foi televisionada, tampouco há uma transcrição, mas um resumo foi feito no tumblr e o link foi foi arquivado no portal Westeros.
As partes negritadas foram destacadas por mim.
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Hoje eu conheci GRRM e ele realizou uma sessão de 2 horas de perguntas e respostas. Fomos convidados a escrever nossas perguntas em um pedaço de papel que foi colocado em uma caixa, e GRRM e seus tradutores os escolheram aleatoriamente. Havia perguntas tolas e perguntas que ele já havia feito muitas vezes, mas algumas eram boas e tomei nota de tudo o que ele disse.
- Ele foi questionado sobre a influência da história americana em ASOIAF e GRRM disse que não havia. Ele foi influenciado pela história medieval européia, notadamente a história escocesa, que era muito violenta, e não a americana.
- Minha pergunta sobre Daenerys foi escolhida como a terceira (eu tive sorte!), Mas ele se recusou a responder lol… eu perguntei: “Quantos anos Daenerys tinha quando saiu da Casa da porta vermelha e ela ficava perto do Palácio do Senhor do Mar de Braavos?” (agradeço a Butterfly por me sugerir) Não sei por que ele se recusou a responder sobre a idade dela, mas sobre a Casa da porta vermelha, ele disse que haverá mais revelações sobre isso nos próximos livros...
- Ele foi perguntado sobre seus futuros projetos (depois de ASOIAF) duas vezes e disse que se concentra em ASOIAF por enquanto, e que após os principais romances, ele tem de 6 a 8 histórias de Dunk e Egg para escrever.
- Ele foi perguntado onde está Rickon e o que acontecerá com ele (por um leitor que esqueceu uma parte de ADWD, ao que parece). GRRM disse que Rickon aparecerá em TWOW (por que ele respondeu a essa pergunta, mas não a da idade de Daenerys, é algo que não compreendo).
- Houve uma boa pergunta sobre os gêneros dos dragões, mas toda a platéia riu (“Como distinguir um dragão macho de uma fêmea?”. Acho que quem pediu isso foi um leitor de verdade, enquanto que o resto da platéia era mais casual quanto ao conhecimento sobre ASOIAF), então a questão foi um meio descartada por GRRM como sendo uma piada. Ele disse que não é fácil entender o sexo dos dragões, às vezes até os dragões não compreendem isso e que, caso ponha ovos, o dragão é considerado fêmea.
- GRRM disse que ele não lerá nenhum novo capítulo de TWOW. Ele já leu o suficiente deles e, se continuar fazendo isso, metade do livro será lida antes de ser publicado. Acho que não teremos material novo de TWOW até que seja lançado.
- O que o inspirou a criar Ramsay Snow? GRRM disse, e cito, que ele precisava de algo "para morder Theon na bunda". Ramsay foi criado para o enredo de Theon, e ele é apresentado pela primeira vez como prisioneiro e servo e depois sobe para uma posição elevada enquanto Theon se torna prisioneiro e servo. Depois, houve uma pergunta sobre a Casa Bolton em geral (que eles são uma casa muito interessante e misteriosa) e se saberemos mais sobre a história deles. GRRM respondeu que não planeja escrever um livro sobre eles, mas provavelmente em Fogo e Sangue haverá algo.
- “Há rumores de que existem 4 descendentes de Dunk em ASOIAF. Você pode dizer algo sobre isso?” George: “É Possível, possível”.
- Uma pergunta interessante foi: "Por que existem tantos filhos que não são amados por seus pais, como Sam, Jon, Tyrion e Theon?" Eu observei a reação de George com cuidado (eu estava sentada perto dele) e ele não teve problemas com o pressuposição de que Jon Snow faz parte dos "filhos não amados" (obviamente, a dinâmica mencionada é Jon-Eddard, não Rhaegar). Ele acenou com a cabeça e disse que não tinha a citação completa com ele, mas o grande escritor russo Tolstoi disse certa vez que famílias felizes são entendiantes - isso foi seguido por uma grande salva de palmas, porque todo russo conhece essa citação muito bem ( a citação de Tolstoi é: Todas as famílias felizes são iguais; cada família infeliz é infeliz à sua maneira.)
- Ele foi perguntado sobre o equivalente do mundo real aos Outros, e ele respondeu que o mais próximo disso seriam as mudanças climáticas. Ele falou bastante sobre isso e disse que a humanidade precisa se unir para enfrentar esta ameaça e que é urgente.
- “Saberemos mais sobre as origens dos Outros?” Sim.
- “Existem indústrias em ASOIAF?” Não.
- Uma boa foi sobre Sansa - se ela tivesse contado a verdade em Darry, Lady ainda estaria viva? O GRRM disse que é possível - Robert não era um pensador, mas um homem impetuoso, governado por suas emoções, por isso poderia ter dirigido sua raiva a Joffrey, em vez de aos lobos gigantes. Mas isso não era garantido, pois Robert queria manter a paz em seu casamento e poderia ter decidido fazer Cersei feliz com a questão dos lobos gigantes.
- “GRRM acredita no mal absoluto?” Não, não há mal absoluto. Até as piores pessoas da história tinham boas qualidades, as quais, infelizmente, não usavam com frequência, e há “sempre a possibilidade de redenção”.
- A pessoa que escreveu esta pergunta gritou "E o mal absoluto como um conceito, como a morte e o oblívio?", que era um pouco filosófica e o GRRM falou sobre religiões por um tempo, dizendo que todas prometem a vida eterna, mas somente após a morte. Ele então afirmou novamente que não acredita no mal absoluto e disse que explora a noção de "a morte ser um alívio" com a história de Arya entre os Homens sem Rosto em Braavos.
- Ele sempre escreve o livro do ponto de vista de seus personagens, ele se torna esse personagem e vê as coisas ao seu redor como o personagem faria.
- Ele foi convidado a comentar sobre as diferenças entre o livro e os personagens da série de TV, particularmente Daenerys. O GRRM ignorou todos os outros personagens e falou apenas sobre Daenerys - ele disse que a da série é mais velha porque existem leis nos EUA que impedem menores de fazer cenas de sexo, então a decisão foi tomada para envelhecer Daenerys. Fora isso, a da Daenerys dos livros e da série "são muito parecidas" e "Emilia Clarke fez um trabalho fantástico". (Acho que ele não pode realmente dizer coisas negativas sobre a série, não é?)
- “Jorah sairá da friendzone?” (Olhando de soslaio para a pessoa que perguntou isso). GRRM: "Eu não apostaria nisso."
- Aqui vou precisar da sua ajuda para descobrir de quem o GRRM estava falando - ele foi perguntado por que ele matou Ned Stark, e ele disse que já havia respondido muitas vezes sobre por que costuma matar seus personagens principais. Então ele citou um autor chamado “Faulkner” (eu não o conheço, então pesquisei e encontrei esse nome, mas poderia ser “Folkner” ou qualquer outra grafia semelhante) que disse uma vez que “para ser um herói às vezes você precisa morrer". Hmmmm
- Ele foi perguntado sobre "Hodor = Hold the door" e se isso foi planejado desde o início, e o GRRM disse que ele é ótimo em planejar e prenunciar [foreshadow] coisas, e que o mistério do nome Hodor estava com ele desde o livro 1. Infelizmente a série chegou o ultrapassou e chegou a esse enredo antes dele, mas ele espera que chegar logo nisso.
Isso foi basicamente tudo sobre as coisas de ASOIAF. Algumas coisas legais não relacionadas à ASOIAF que ele disse:
- Ele adora gatos (muitos aplausos).
- Em uma pessoa, ele respeita a integridade, a honestidade e ser fiel aos próprios princípios.
- Ele foi questionado sobre a viagem no tempo e disse que era fascinante - ele falou por um tempo sobre o efeito borboleta e do romance Um Som de Trovão, e como pisar em uma borboleta no passado resultou em mudanças dramáticas no presente do protagonista principal, que retorna e vê loucos extremistas de direita em seu país. Ele então fez menção indireta a Trump e disse: "alguém deve ter pisado em uma borboleta" (salva de palmas) (GRRM postou sobre isso em seu Facebook agora).
- Ele adora caviar e “São Petersburgo é uma cidade incrível”, ele gostaria de poder conhecê-la melhor.
- Qual seria a tripulação ideal para Marte? Outra referência a Trump, eu acho, porque o GRRM respondeu "depende se a tripulação planeja voltar". lol (grande salva de palmas).
- O Senhor da Luz, de Roger Zelazny, é um dos seus livros favoritos.
Ok, então é isso :)
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COMENTÁRIOS:
Sobre a Casa da Porta Vermelha, a aparição de Rickon e a origem dos Outros é sempre bom ter citações como essas à mão para refutar teorias de que nunca mais ouviremos falar sobre estes assuntos.
Sobre o número de descendentes de Sor Duncan, o Alto, a citação é muito útil. Felipe Bini escreveu um excelente artigo sobre isso em Gelo & Fogo, mas relatou que foi incapaz de achar a origem do boato para poder melhor fundamentar suas teorias. No momento em que li este SSM, passei-o imediatamente a Felipe. Estou na expectativa de ver que conclusões ele extrairá dessas novas informações.
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2019.09.21 20:03 O-Pensador Agorismo NÃO é Anarco-Capitalismo‬

O objetivo deste ensaio é triplo. Primeiro, identificarei os conceitos-chave que descrevem a filosofia do agorismo e a estratégia da Contra-Economia, conforme descrito por Samuel E. Konkin III em “O Manifesto Do Novo Libertário” e “Uma Cartilha Agorista.” Segundo, ilustrarei como os radicais de todos os tipos podem utilizar a estratégia da contra-economia, conforme descrito por Konkin, sem necessariamente endossar sua filosofia do agorismo e seus princípios específicos. Finalmente, descreverei o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e de outras escolas de pensamento. Mostrarei que, embora a estratégia contra-econômica possa ser utilizada por quase qualquer indivíduo, o agorismo em si não é simplesmente uma tensão ou subconjunto do anarcocapitalismo, mas uma filosofia política única.‬
‪Antes de me aprofundar, permita-me explicar brevemente a inspiração para o título deste ensaio e o próprio ensaio. Como demonstrarei, a mensagem agorista e a estratégia contra-econômica podem ser úteis para qualquer indivíduo que se encontre em busca de um mundo mais livre, justo e ético. No entanto, a razão pela qual o título se concentra no anarcocapitalismo é porque notei uma tendência nos círculos de mídia social “libertários de direita” / AnCap, em que os indivíduos afirmam apoiar as idéias de Konkin e seu agorismo, mas também expressam um desagrado pelo libertarianismo de esquerda . Meu objetivo é ajudar os leitores com esse ponto de vista a entender o papel essencial que Konkin e seu "Novo Libertarianismo", ou Agorismo, desempenharam no desenvolvimento do movimento Esquerda-Libertário Americano.‬
O Agorismo Como Libertarianismo Consistente
‪Vamos começar entendendo a visão de Konkin. Konkin pediu a criação de um movimento revolucionário liderado por trabalhadores e empresários que cooperam voluntariamente em trocas econômicas que ocorrem fora do alcance do Estado. Ele chamou esse movimento de Nova Aliança Libertária. Konkin baseou suas idéias revolucionárias em uma base do libertarianismo na linha de Rothbard e dos anarquistas individualistas americanos antes dele. No Novo Manifesto Libertário, Konkin escreve:‬
‪“Onde o Estado divide e vence sua oposição, o libertarianismo une e liberta. Onde o Estado fica alto, o libertarianismo esclarece; onde o Estado oculta, o libertarianismo descobre; onde o Estado perdoa, o libertarianismo acusa.‬
‪O libertarianismo elabora toda uma filosofia a partir de uma premissa simples: a violência iniciática ou sua ameaça (coerção) é errada (imoral, mal, ruim, supremamente impraticável etc.) e é proibida; nada mais é.‬
‪O libertarianismo, conforme desenvolvido até esse ponto, descobriu o problema e definiu a solução: o Estado versus o Mercado. O mercado é a soma de todas as ações humanas voluntárias. Se alguém age de maneira não coercitiva, faz parte do mercado. Assim, a Economia se tornou parte do libertarianismo. ”‬
‪A partir disso, Konkin desenvolveu seus pontos de vista sobre a propriedade:‬
‪“O libertarianismo investigou a natureza do homem para explicar seus direitos decorrentes da não coerção. Imediatamente se seguiu que o homem (mulher, criança, marciano etc.) tinha um direito absoluto a essa vida e a outras propriedades - e nenhuma outra.‬
‪Todo roubo é iniciação à violência, seja o uso da força para retirar propriedades involuntariamente ou para impedir o recebimento de mercadorias ou o retorno do pagamento por mercadorias que foram livremente transferidas por acordo. ‬
‪Konkin se envolveu no crescente movimento libertário no final dos anos sessenta. Nesse ponto, os amantes da liberdade estavam começando a reconhecer o potencial de um movimento nacional de radicais antiestatistas e pró-mercado. No meio dessa oportunidade, Konkin viu ativistas libertários sendo atraídos para esquemas de "obter liberdade rapidamente", como a política eleitoral. Em um contra-ataque aos inimigos da liberdade, Konkin esboçou uma nova filosofia que ele acreditava ser simplesmente o resultado da aplicação dos princípios libertários aos seus fins mais consistentes e lógicos.‬
‪“ O princípio básico que leva um libertário do estatismo à sua sociedade livre é o mesmo que os fundadores do libertarianismo usaram para descobrir a própria teoria. Esse princípio é consistência. Assim, a aplicação consistente da teoria do libertarianismo a toda ação que o libertário individual toma cria a sociedade libertária.‬
‪Muitos pensadores expressaram a necessidade de consistência entre meios e fins e nem todos eram libertários. Ironicamente, muitos estatísticos alegam inconsistência entre fins louváveis ​​e meios desprezíveis; todavia, quando seus verdadeiros fins de maior poder e opressão foram compreendidos, seus meios são considerados bastante consistentes. Faz parte da mística estatista confundir a necessidade de consistência entre fins e meios; é, portanto, a atividade mais crucial do teórico libertário expor inconsistências. Muitos teóricos o fizeram admiravelmente; mas tentamos e mais falhámos em descrever a combinação consistente de meios e fins do libertarianismo.‬
‪O novo libertarianismo (agorismo) não pode ser desacreditado sem a liberdade ou a realidade (ou ambas) serem desacreditadas, apenas uma formulação incorreta. ”‬
‪Resumidamente, o agorismo pede a criação de uma nova sociedade, competindo diretamente com o Estado, em vez de confiar no voto, na política eleitoral ou na violência insurrecional. Konkin cunhou o termo agorismo após a palavra grega agora para "mercado aberto". Para alcançar essa ágora, Konkin pediu aos empreendedores que fizessem uso dos chamados "mercados preto e cinza". " Em resumo, o 'mercado negro' é algo não violento proibido pelo Estado e continuado de qualquer maneira", escreveu Konkin . “O 'mercado cinza' é usado aqui para significar negociar bens e serviços, não eles próprios ilegais, mas obtidos ou distribuídos de maneira legislada pelo Estado.”‬
‪Para Konkin, uma sociedade verdadeiramente libertária seria agorista - “ libertária na teoria e livre mercado na prática”. Essa sociedade incluiria o respeito à propriedade justamente adquirida, a cooperação voluntária entre empresários e produtores e a substituição de todos os "serviços" do Estado pela concorrência privada entre indivíduos e coletivos.‬
‪“A análise libertariana nos mostra que o Estado é responsável por qualquer dano a inocentes, que alega que o 'egoísta sonegador' tenha incorrido; e os 'serviços' que o Estado 'fornece' são ilusórios. Mas, mesmo assim, deve haver mais do que uma resistência solitária inteligentemente escondida ou 'desistência'? Se um partido político ou exército revolucionário é inapropriado e autodestrutivo para objetivos libertários, que ação coletiva funciona? A resposta é agorismo.”‬
‪O objetivo do agorismo é substituir todos os relacionamentos coercitivos e não consensuais por relacionamentos voluntários, baseados em benefícios mútuos via empreendedorismo nos mercados preto e cinza. Esse embaralhamento de " grandes coleções da humanidade, da sociedade estatista à ágora" foi " verdadeira atividade revolucionária". Segundo Konkin, os agoristas não devem lançar "ataques" ao Estado. " Somos estritamente defensivos", escreveu Konkin em An Agorist Primer , seu seguimento ao The New Libertarian Manifest.‬
‪Além disso, Konkin descreveu um agorista como " aquele que vive contra-economicamente sem culpa por suas ações heróicas do dia-a-dia, com a velha moral libertária de nunca violar a pessoa ou a propriedade de outra pessoa" . A filosofia enfatiza a importância de agir. “ Um agorista é aquele que vive agorismo. Não aceite falsificações. Há agoristas “tentando fazer jus a isso”. É claro que existem mentirosos que alegam ser qualquer coisa. Como Yoda disse sucintamente: Ou não. Não há tentativa.' Isso é agorismo.‬
Contra-economia como definida por Konkin
‪Se o agorismo é a principal contribuição filosófica de Konkin, seu reconhecimento da Contraeconomia como caminho para o agorismo é igualmente importante. O termo Contraeconomia pode ser atribuído ao tempo e período em que Konkin desenvolveu suas idéias. " Contra-Cultura era uma frase popular, a única vitória duradoura dos" hippies ". A Contra-Economia implicava que a" revolução não havia terminado "e que o Sistema Econômico precisava passar pela mesma transformação que a Cultura, ” Konkin escreveu .‬
‪Conforme definido acima, os mercados de preto e cinza fazem parte da Contraeconomia, que Konkin definiu como “Toda ação humana (não coercitiva) cometida em desafio ao Estado”. De acordo com os princípios libertários de não agressão, Konkin rotula a violência inicial na forma de roubo ou assassinato como o "mercado vermelho", o único tipo de atividade que é evitada em sua contra-economia.‬
‪Konkin explica que, à medida que as atividades repressivas e opressivas do Estado aumentarem, o povo começará a procurar alternativas econômicas à regulamentação e interferência do Estado. Isso oferece aos Agoristas de visão de futuro uma oportunidade de lançar e apoiar atividades e negócios contra-econômicos. Konkin acreditava que, uma vez que a contra-economia tivesse progredido ao ponto de os empresários fornecerem ao público serviços de proteção e segurança que poderiam rivalizar ou se defender contra o Estado, a revolução agorista estaria completa.‬
‪“ Devagar, mas com firmeza, avançaremos para a sociedade livre, transformando mais contra-economistas em libertarianismo e mais libertários em contra-economia, finalmente integrando teoria e prática. A contraeconomia crescerá e se espalhará para o próximo passo que vimos em nossa viagem para trás, com uma sub-sociedade agorista cada vez maior incorporada na sociedade estatista. Alguns agoristas podem até se condensar em distritos e guetos discerníveis e predominar em ilhas ou colônias espaciais. Neste ponto, a questão da proteção e defesa se tornará importante. ”‬
‪“Eventualmente, é claro, após um período de mudanças cada vez mais rápidas desse tipo, o“ subterrâneo ”entrará e substituirá o“ solo ”; o estado murchará na irrelevância, seus contribuintes, soldados e agentes da lei o abandonaram para o mercado; e ficaremos com uma sociedade livre e agorista. ”‬
A contra-economia como ferramenta para todos os radicais
‪Konkin imaginou um mundo de comunidades descentralizadas, ponto a ponto, conscientemente e voluntariamente, fazendo negócios na contra-economia como um meio para acabar com o Estado e libertar o povo. A gama de (e oportunidades para) atividade contraeconômica aumentou apenas com a expansão da Internet e tecnologia descentralizada, como cripto-moedas. Konkin discutiu várias formas de atividade contraeconômica, incluindo o uso de dinheiro para evitar a detecção, a troca, o investimento em metais preciosos, o emprego indocumentado, o uso de drogas e medicamentos ilícitos e ilegais, a prostituição, o comércio ilegal, o jogo, o comércio de armas ou simplesmente a prestação de um serviço. enquanto aceita o pagamento em moedas não estatistas.‬
‪As possibilidades são essencialmente infinitas e devem ser bem-vindas por todos os radicais que buscam alternativas ao Statism e ao status quo. Qualquer indivíduo ou coletivo que reconheça o monopólio econômico mantido pelo uso contínuo da Nota do Federal Reserve (dólar) deve apoiar medidas contraeconômicas e investir na criação de alternativas. Se sua idéia de liberdade econômica é de propriedade coletiva ou de natureza individualista, o agorismo oferece uma oportunidade para comunidades, bancos mútuos, lojas de tempo e mercados baseados na contra-economia. Isso permitirá que todos os empreendimentos contra-econômicos não estatistas cooperem e competam na busca de uma sociedade mais livre. Como Nick Ford observou, há uma oportunidade para uma aliança agorista-sindicalista e, em nosso primeiro livro, John Vibes e eu propomos a criação de uma aliança Agorista-Mutualista. Muito simplesmente, se você deseja abolir o Estado e a classe privilegiada que se beneficia com a sua existência, crie alternativas ao paradigma atual e supere as instituições arcaicas de ontem.‬
‪Devo notar que Konkin era crítico do comunismo. Em " Contra-economia: nossos meios", ele escreve, " a comuna anti-mercado desafia a única lei executável - a lei da natureza. A estrutura organizacional básica da sociedade (acima da família) não é a comuna (ou tribo ou tribo extendida ou Estado), mas a ágora. Não importa quantos desejem o comunismo trabalhar e se dedicar a ele, ele fracassará. Eles podem conter o agorismo indefinidamente por um grande esforço, mas quando deixam de lado, o 'fluxo' ou 'Mão Invisível' ou 'marés da história' ou 'incentivo ao lucro' ou 'fazendo o que vem naturalmente' ou 'espontaneidade' levarão a sociedade inexoravelmente mais perto da ágora pura. ”(3)‬
‪No entanto, não acho que sua percepção pessoal do comunismo deva desencorajar os indivíduos a investir na contra-economia. É provável que haja uma ampla gama de atividades, opiniões e soluções. Num mercado verdadeiramente livre, cada uma dessas persuasões poderia coexistir.‬
Entendendo a visão de agorismo de Konkin
‪É importante distinguir a atividade contra-econômica da atividade agorista. Embora se possa ser traficante de drogas, prostituta, traficante de armas, barbeiro sem licença ou outro empresário do mercado cinza / preto, não se segue que também seja um contra-economista ou agorista praticante consciente. Geralmente, a atividade econômica nos mercados de preto e cinza é sempre contra-econômica, porque é isenta de impostos e retira o Estado da situação. Mas, sem a consciência da filosofia agorista e o esforço consciente para remover o poder econômico do Estado, alguém está simplesmente violando a lei do Estado. Embora desrespeitar as leis do estado contra crimes sem vítimas seja um ato louvável, ele não faz de um agorista. Em resumo, você pode apoiar e participar de empreendimentos contra-econômicos sem abraçar de todo o coração as idéias de Konkin,‬
Então, o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e outras formas de anarquismo de mercado?
‪Como observado anteriormente, Konkin foi uma parte vital do estabelecimento do movimento esquerda-libertário das décadas de 1960, 70 e 80. O Movimento da Esquerda Libertária nasceu das experiências de Konkin ao trabalhar com Murray Rothbard e Karl Hess na Esquerda e Direita , uma revista dedicada a reunir a “direita” antiestatista e a Nova Esquerda do final dos anos 60. Essas experiências influenciaram muito o pensamento e o desenvolvimento do agorismo por Konkin. Quando perguntado por que ele escolheu se identificar como uma "esquerda libertária" ou libertária de esquerda, Konkin disse que estava "à esquerda" de Rothbard, por isso tornou-se natural referir-se ao seu movimento como libertário de esquerda. Ele também notou seu interesse em continuar a " aliança de Rothbard 1960-69 com a Nova Esquerda anti-armas nucleares e depois anti-guerra" .‬
‪“Entre figuras importantes no desenvolvimento do movimento libertário moderno, Konkin se destaca em sua insistência de que o libertarianismo corretamente concebido pertence à ala esquerda radical do espectro político”, escreve David S. D'Amato para Libertarianism.org “ His Movement of a esquerda libertária, fundada como uma coalizão de livre mercado esquerdista, resistiu à associação do libertarianismo com o conservadorismo. Posicionando-o ainda mais à esquerda, o agorismo abraça a noção de guerra de classes e implica uma análise distintamente libertária da luta de classes e estratificação. ”‬
‪Quando perguntado sobre as principais diferenças entre libertário de esquerda / agorismo e anarcocapitalismo, Konkin disse: “ Em teoria, aqueles que se autodenominam anarcocapitalistas não diferem drasticamente dos agoristas; ambos afirmam querer anarquia (apatridia, e concordamos bastante com a definição de Estado como um monopólio da coerção legitimada, emprestada de Rand e reforçada por Rothbard). Mas, no momento em que aplicamos a ideologia ao mundo real (como dizem os marxóides, "capitalismo realmente existente"), divergimos imediatamente em vários pontos ".‬
‪Nas palavras de Konkin, " os" anarcocapitalistas "tendem a fundir o Inovador (Empreendedor) e o Capitalista, da mesma forma que os marxóides e os coletivistas mais cruéis. Os agoristas são rigorosos rothbardianos e, eu diria, neste caso, ainda mais rothbardianos que Rothbard, que ainda possuíam algumas das antigas confusões em seu pensamento. ” Konkin também disse que os AnCaps de sua época tinham uma tendência a“ acreditar no envolvimento com partidos políticos existentes ” e usando o“ complexo de defesa dos EUA para combater o comunismo ”, o terrorismo ou qualquer outra causa equivocada. Embora se possa dizer que a AnCaps que apóia o Departamento de Defesa é minoria em 2016, o argumento ilustra que desde o início do movimento agorista, houve um esforço para segregar o elemento AnCap.‬
‪Konkin acreditava que " muito mais que o estatismo precisaria ser eliminado da consciência individual" para que uma sociedade verdadeiramente livre existisse. Com base nessa afirmação (e em seus escritos em outros lugares), parece claro que Konkin adotou um libertarianismo "grosso" que luta pela libertação coletiva por meios individuais e não termina sua análise no Statism. De fato, Konkin escreveu especificamente sobre a opressão contra as mulheres e a comunidade gay. ‬
‪Outra diferença entre o libertarianismo Konkiano e o dos “libertários da direita” é a questão da classe. Embora o direito normalmente evite análises baseadas em classes, Konkin ajudou a desenvolver o que ficou conhecido como "A teoria agorista das classes". A teoria de classes agorista refuta a teoria comunista de classes de Marx e reconhece as diferenças entre empresários não estatistas e capitalistas estatistas.‬
‪Konkin elaborou essas idéias em uma entrevista e em discussões no grupo Yahoo de esquerda e libertária . Mais uma vez ele destacou a importância de separar os “ não-inovadores e capitalistas pró-estatistas” dos “ capitalistas não-estatal (no sentido de detentores de capital, não necessariamente ideologicamente conscientes)” , chamando-os de “ neutra robô-como não -inovadores ” . Quando se tratava da classe trabalhadora, Konkin argumentou que o Estado sufocava a inovação e o empreendedorismo, o que mantinha a classe trabalhadora ocupada fazendo um trabalho ocupado sem sentido. Ele chamou trabalhadores e camponeses de “ uma relíquia embaraçosa de uma era anterior, na melhor das hipóteses, e aguarda com expectativa o dia em que eles desaparecerão por falta de demanda do mercado”.‬
‪Além disso, Konkin fez comentários favoráveis ​​em relação aos movimentos dos trabalhadores. No Yahoo-Grupo Libertário de Esquerda, Konkin disse que aprovou a tentativa dos Trabalhadores Industriais do Mundo (IWW) de recrutar libertários. Konkin disse que queria “ lembrar os antigos membros da MLL e informar aos novatos que, como mercado livre e pró-empresário, a MLL apóia sindicatos anarco-sindicalistas genuínos que sempre se recusam a colaborar com o Estado. (Na América do Norte, esse é o IWW e nada mais que eu saiba.) ” Ele observou que o IWW se separou do Partido Socialista dos EUA pelas mesmas razões que seu MLL se separou do Partido Libertário dos EUA -“ uma rejeição do parlamentarismo pela ação direta ” .‬
‪Konkin também discordou em confundir os termos "livre empresa" e "capitalismo" com o "mercado livre". " Capitalismo significa a ideologia (ism) do capital ou capitalistas" , escreveu ele. “ Antes de Marx aparecer, o puro comerciante Thomas Hodgskin já usava o termo capitalismo como pejorativo; os capitalistas estavam tentando usar a coerção - o Estado - para restringir o mercado. O capitalismo, então, não descreve um mercado livre, mas uma forma de estatismo, como o comunismo. A livre empresa só pode existir em um mercado livre. ”‬
‪Konkin se referiu a seu movimento como "revolucionário" e "radical", termos que geralmente são usados ​​para descrever movimentos de esquerda e rejeitados por "libertários de direita" e conservadores. O uso da terminologia da Nova Esquerda não foi um erro. Konkin estava fazendo um esforço consciente para distinguir sua marca de “anarquismo revolucionário de mercado” do crescente movimento anarcocapitalista.‬
‪Em conclusão, Samuel E. Konkin III criou com sucesso uma extensão da filosofia libertária, utilizando táticas consistentes da teoria à aplicação (Contra-Economia), enquanto fornecia um caminho para uma sociedade mais livre. Ele fez esforços para reconhecer as diferenças entre seu movimento e outros, mas ao mesmo tempo reconhecendo que o ataque contra-econômico pode ser realizado por um amplo espectro de antiestatistas. Se conseguirmos criar com êxito uma Aliança Panarquista de Contra-Economistas, ainda podemos construir um mercado verdadeiramente livre que permita experimentação e comércio gratuitos entre diferentes escolas de pensamento. Nesse espaço, veremos o florescimento do movimento agorista consciente.‬
‪Fontes:‬
‪1- Agorismo: Nosso Objetivo, O Manifesto Do Novo Libertário;‬
‪2- Contra-economia: nossos meios, O Manifesto Do Novo Libertário;‬
‪3- Agorismo Aplicado, Uma Cartilha Agorista;‬
‪4- Economia Aplicada, Uma Cartilha Agorista;‬
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2019.09.20 23:31 O-Pensador Agorismo NÃO é AnarcoCapitalismo

O objetivo deste ensaio é triplo. Primeiro, identificarei os conceitos-chave que descrevem a filosofia do agorismo e a estratégia da Contra-Economia, conforme descrito por Samuel E. Konkin III em “O Manifesto Do Novo Libertário” e “Uma Cartilha Agorista.” Segundo, ilustrarei como os radicais de todos os tipos podem utilizar a estratégia da contra-economia, conforme descrito por Konkin, sem necessariamente endossar sua filosofia do agorismo e seus princípios específicos. Finalmente, descreverei o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e de outras escolas de pensamento. Mostrarei que, embora a estratégia contra-econômica possa ser utilizada por quase qualquer indivíduo, o agorismo em si não é simplesmente uma tensão ou subconjunto do anarcocapitalismo, mas uma filosofia política única.‬
‪Antes de me aprofundar, permita-me explicar brevemente a inspiração para o título deste ensaio e o próprio ensaio. Como demonstrarei, a mensagem agorista e a estratégia contra-econômica podem ser úteis para qualquer indivíduo que se encontre em busca de um mundo mais livre, justo e ético. No entanto, a razão pela qual o título se concentra no anarcocapitalismo é porque notei uma tendência nos círculos de mídia social “libertários de direita” / AnCap, em que os indivíduos afirmam apoiar as idéias de Konkin e seu agorismo, mas também expressam um desagrado pelo libertarianismo de esquerda . Meu objetivo é ajudar os leitores com esse ponto de vista a entender o papel essencial que Konkin e seu "Novo Libertarianismo", ou Agorismo, desempenharam no desenvolvimento do movimento Esquerda-Libertário Americano.‬
O Agorismo Como Libertarianismo Consistente
‪Vamos começar entendendo a visão de Konkin. Konkin pediu a criação de um movimento revolucionário liderado por trabalhadores e empresários que cooperam voluntariamente em trocas econômicas que ocorrem fora do alcance do Estado. Ele chamou esse movimento de Nova Aliança Libertária. Konkin baseou suas idéias revolucionárias em uma base do libertarianismo na linha de Rothbard e dos anarquistas individualistas americanos antes dele. No Novo Manifesto Libertário, Konkin escreve:‬
‪“Onde o Estado divide e vence sua oposição, o libertarianismo une e liberta. Onde o Estado fica alto, o libertarianismo esclarece; onde o Estado oculta, o libertarianismo descobre; onde o Estado perdoa, o libertarianismo acusa.‬
‪O libertarianismo elabora toda uma filosofia a partir de uma premissa simples: a violência iniciática ou sua ameaça (coerção) é errada (imoral, mal, ruim, supremamente impraticável etc.) e é proibida; nada mais é.‬
‪O libertarianismo, conforme desenvolvido até esse ponto, descobriu o problema e definiu a solução: o Estado versus o Mercado. O mercado é a soma de todas as ações humanas voluntárias. Se alguém age de maneira não coercitiva, faz parte do mercado. Assim, a Economia se tornou parte do libertarianismo. ”‬
‪A partir disso, Konkin desenvolveu seus pontos de vista sobre a propriedade:‬
‪“O libertarianismo investigou a natureza do homem para explicar seus direitos decorrentes da não coerção. Imediatamente se seguiu que o homem (mulher, criança, marciano etc.) tinha um direito absoluto a essa vida e a outras propriedades - e nenhuma outra.‬
‪Todo roubo é iniciação à violência, seja o uso da força para retirar propriedades involuntariamente ou para impedir o recebimento de mercadorias ou o retorno do pagamento por mercadorias que foram livremente transferidas por acordo. ‬
‪Konkin se envolveu no crescente movimento libertário no final dos anos sessenta. Nesse ponto, os amantes da liberdade estavam começando a reconhecer o potencial de um movimento nacional de radicais antiestatistas e pró-mercado. No meio dessa oportunidade, Konkin viu ativistas libertários sendo atraídos para esquemas de "obter liberdade rapidamente", como a política eleitoral. Em um contra-ataque aos inimigos da liberdade, Konkin esboçou uma nova filosofia que ele acreditava ser simplesmente o resultado da aplicação dos princípios libertários aos seus fins mais consistentes e lógicos.‬
‪“ O princípio básico que leva um libertário do estatismo à sua sociedade livre é o mesmo que os fundadores do libertarianismo usaram para descobrir a própria teoria. Esse princípio é consistência. Assim, a aplicação consistente da teoria do libertarianismo a toda ação que o libertário individual toma cria a sociedade libertária.‬
‪Muitos pensadores expressaram a necessidade de consistência entre meios e fins e nem todos eram libertários. Ironicamente, muitos estatísticos alegam inconsistência entre fins louváveis ​​e meios desprezíveis; todavia, quando seus verdadeiros fins de maior poder e opressão foram compreendidos, seus meios são considerados bastante consistentes. Faz parte da mística estatista confundir a necessidade de consistência entre fins e meios; é, portanto, a atividade mais crucial do teórico libertário expor inconsistências. Muitos teóricos o fizeram admiravelmente; mas tentamos e mais falhámos em descrever a combinação consistente de meios e fins do libertarianismo.‬
‪O novo libertarianismo (agorismo) não pode ser desacreditado sem a liberdade ou a realidade (ou ambas) serem desacreditadas, apenas uma formulação incorreta. ”‬
‪Resumidamente, o agorismo pede a criação de uma nova sociedade, competindo diretamente com o Estado, em vez de confiar no voto, na política eleitoral ou na violência insurrecional. Konkin cunhou o termo agorismo após a palavra grega agora para "mercado aberto". Para alcançar essa ágora, Konkin pediu aos empreendedores que fizessem uso dos chamados "mercados preto e cinza". " Em resumo, o 'mercado negro' é algo não violento proibido pelo Estado e continuado de qualquer maneira", escreveu Konkin . “O 'mercado cinza' é usado aqui para significar negociar bens e serviços, não eles próprios ilegais, mas obtidos ou distribuídos de maneira legislada pelo Estado.”‬
‪Para Konkin, uma sociedade verdadeiramente libertária seria agorista - “ libertária na teoria e livre mercado na prática”. Essa sociedade incluiria o respeito à propriedade justamente adquirida, a cooperação voluntária entre empresários e produtores e a substituição de todos os "serviços" do Estado pela concorrência privada entre indivíduos e coletivos.‬
‪“A análise libertariana nos mostra que o Estado é responsável por qualquer dano a inocentes, que alega que o 'egoísta sonegador' tenha incorrido; e os 'serviços' que o Estado 'fornece' são ilusórios. Mas, mesmo assim, deve haver mais do que uma resistência solitária inteligentemente escondida ou 'desistência'? Se um partido político ou exército revolucionário é inapropriado e autodestrutivo para objetivos libertários, que ação coletiva funciona? A resposta é agorismo.”‬
‪O objetivo do agorismo é substituir todos os relacionamentos coercitivos e não consensuais por relacionamentos voluntários, baseados em benefícios mútuos via empreendedorismo nos mercados preto e cinza. Esse embaralhamento de " grandes coleções da humanidade, da sociedade estatista à ágora" foi " verdadeira atividade revolucionária". Segundo Konkin, os agoristas não devem lançar "ataques" ao Estado. " Somos estritamente defensivos", escreveu Konkin em An Agorist Primer , seu seguimento ao The New Libertarian Manifest.‬
‪Além disso, Konkin descreveu um agorista como " aquele que vive contra-economicamente sem culpa por suas ações heróicas do dia-a-dia, com a velha moral libertária de nunca violar a pessoa ou a propriedade de outra pessoa" . A filosofia enfatiza a importância de agir. “ Um agorista é aquele que vive agorismo. Não aceite falsificações. Há agoristas “tentando fazer jus a isso”. É claro que existem mentirosos que alegam ser qualquer coisa. Como Yoda disse sucintamente: Ou não. Não há tentativa.' Isso é agorismo.‬
Contra-economia como definida por Konkin
‪Se o agorismo é a principal contribuição filosófica de Konkin, seu reconhecimento da Contraeconomia como caminho para o agorismo é igualmente importante. O termo Contraeconomia pode ser atribuído ao tempo e período em que Konkin desenvolveu suas idéias. " Contra-Cultura era uma frase popular, a única vitória duradoura dos" hippies ". A Contra-Economia implicava que a" revolução não havia terminado "e que o Sistema Econômico precisava passar pela mesma transformação que a Cultura, ” Konkin escreveu .‬
‪Conforme definido acima, os mercados de preto e cinza fazem parte da Contraeconomia, que Konkin definiu como “Toda ação humana (não coercitiva) cometida em desafio ao Estado”. De acordo com os princípios libertários de não agressão, Konkin rotula a violência inicial na forma de roubo ou assassinato como o "mercado vermelho", o único tipo de atividade que é evitada em sua contra-economia.‬
‪Konkin explica que, à medida que as atividades repressivas e opressivas do Estado aumentarem, o povo começará a procurar alternativas econômicas à regulamentação e interferência do Estado. Isso oferece aos Agoristas de visão de futuro uma oportunidade de lançar e apoiar atividades e negócios contra-econômicos. Konkin acreditava que, uma vez que a contra-economia tivesse progredido ao ponto de os empresários fornecerem ao público serviços de proteção e segurança que poderiam rivalizar ou se defender contra o Estado, a revolução agorista estaria completa.‬
‪“ Devagar, mas com firmeza, avançaremos para a sociedade livre, transformando mais contra-economistas em libertarianismo e mais libertários em contra-economia, finalmente integrando teoria e prática. A contraeconomia crescerá e se espalhará para o próximo passo que vimos em nossa viagem para trás, com uma sub-sociedade agorista cada vez maior incorporada na sociedade estatista. Alguns agoristas podem até se condensar em distritos e guetos discerníveis e predominar em ilhas ou colônias espaciais. Neste ponto, a questão da proteção e defesa se tornará importante. ”‬
‪“Eventualmente, é claro, após um período de mudanças cada vez mais rápidas desse tipo, o“ subterrâneo ”entrará e substituirá o“ solo ”; o estado murchará na irrelevância, seus contribuintes, soldados e agentes da lei o abandonaram para o mercado; e ficaremos com uma sociedade livre e agorista. ”‬
A contra-economia como ferramenta para todos os radicais
‪Konkin imaginou um mundo de comunidades descentralizadas, ponto a ponto, conscientemente e voluntariamente, fazendo negócios na contra-economia como um meio para acabar com o Estado e libertar o povo. A gama de (e oportunidades para) atividade contraeconômica aumentou apenas com a expansão da Internet e tecnologia descentralizada, como cripto-moedas. Konkin discutiu várias formas de atividade contraeconômica, incluindo o uso de dinheiro para evitar a detecção, a troca, o investimento em metais preciosos, o emprego indocumentado, o uso de drogas e medicamentos ilícitos e ilegais, a prostituição, o comércio ilegal, o jogo, o comércio de armas ou simplesmente a prestação de um serviço. enquanto aceita o pagamento em moedas não estatistas.‬
‪As possibilidades são essencialmente infinitas e devem ser bem-vindas por todos os radicais que buscam alternativas ao Statism e ao status quo. Qualquer indivíduo ou coletivo que reconheça o monopólio econômico mantido pelo uso contínuo da Nota do Federal Reserve (dólar) deve apoiar medidas contraeconômicas e investir na criação de alternativas. Se sua idéia de liberdade econômica é de propriedade coletiva ou de natureza individualista, o agorismo oferece uma oportunidade para comunidades, bancos mútuos, lojas de tempo e mercados baseados na contra-economia. Isso permitirá que todos os empreendimentos contra-econômicos não estatistas cooperem e competam na busca de uma sociedade mais livre. Como Nick Ford observou, há uma oportunidade para uma aliança agorista-sindicalista e, em nosso primeiro livro, John Vibes e eu propomos a criação de uma aliança Agorista-Mutualista. Muito simplesmente, se você deseja abolir o Estado e a classe privilegiada que se beneficia com a sua existência, crie alternativas ao paradigma atual e supere as instituições arcaicas de ontem.‬
‪Devo notar que Konkin era crítico do comunismo. Em " Contra-economia: nossos meios", ele escreve, " a comuna anti-mercado desafia a única lei executável - a lei da natureza. A estrutura organizacional básica da sociedade (acima da família) não é a comuna (ou tribo ou tribo extendida ou Estado), mas a ágora. Não importa quantos desejem o comunismo trabalhar e se dedicar a ele, ele fracassará. Eles podem conter o agorismo indefinidamente por um grande esforço, mas quando deixam de lado, o 'fluxo' ou 'Mão Invisível' ou 'marés da história' ou 'incentivo ao lucro' ou 'fazendo o que vem naturalmente' ou 'espontaneidade' levarão a sociedade inexoravelmente mais perto da ágora pura. ”(3)‬
‪No entanto, não acho que sua percepção pessoal do comunismo deva desencorajar os indivíduos a investir na contra-economia. É provável que haja uma ampla gama de atividades, opiniões e soluções. Num mercado verdadeiramente livre, cada uma dessas persuasões poderia coexistir.‬
Entendendo a visão de agorismo de Konkin
‪É importante distinguir a atividade contra-econômica da atividade agorista. Embora se possa ser traficante de drogas, prostituta, traficante de armas, barbeiro sem licença ou outro empresário do mercado cinza / preto, não se segue que também seja um contra-economista ou agorista praticante consciente. Geralmente, a atividade econômica nos mercados de preto e cinza é sempre contra-econômica, porque é isenta de impostos e retira o Estado da situação. Mas, sem a consciência da filosofia agorista e o esforço consciente para remover o poder econômico do Estado, alguém está simplesmente violando a lei do Estado. Embora desrespeitar as leis do estado contra crimes sem vítimas seja um ato louvável, ele não faz de um agorista. Em resumo, você pode apoiar e participar de empreendimentos contra-econômicos sem abraçar de todo o coração as idéias de Konkin,‬
Então, o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e outras formas de anarquismo de mercado?
‪Como observado anteriormente, Konkin foi uma parte vital do estabelecimento do movimento esquerda-libertário das décadas de 1960, 70 e 80. O Movimento da Esquerda Libertária nasceu das experiências de Konkin ao trabalhar com Murray Rothbard e Karl Hess na Esquerda e Direita , uma revista dedicada a reunir a “direita” antiestatista e a Nova Esquerda do final dos anos 60. Essas experiências influenciaram muito o pensamento e o desenvolvimento do agorismo por Konkin. Quando perguntado por que ele escolheu se identificar como uma "esquerda libertária" ou libertária de esquerda, Konkin disse que estava "à esquerda" de Rothbard, por isso tornou-se natural referir-se ao seu movimento como libertário de esquerda. Ele também notou seu interesse em continuar a " aliança de Rothbard 1960-69 com a Nova Esquerda anti-armas nucleares e depois anti-guerra" .‬
‪“Entre figuras importantes no desenvolvimento do movimento libertário moderno, Konkin se destaca em sua insistência de que o libertarianismo corretamente concebido pertence à ala esquerda radical do espectro político”, escreve David S. D'Amato para Libertarianism.org “ His Movement of a esquerda libertária, fundada como uma coalizão de livre mercado esquerdista, resistiu à associação do libertarianismo com o conservadorismo. Posicionando-o ainda mais à esquerda, o agorismo abraça a noção de guerra de classes e implica uma análise distintamente libertária da luta de classes e estratificação. ”‬
‪Quando perguntado sobre as principais diferenças entre libertário de esquerda / agorismo e anarcocapitalismo, Konkin disse: “ Em teoria, aqueles que se autodenominam anarcocapitalistas não diferem drasticamente dos agoristas; ambos afirmam querer anarquia (apatridia, e concordamos bastante com a definição de Estado como um monopólio da coerção legitimada, emprestada de Rand e reforçada por Rothbard). Mas, no momento em que aplicamos a ideologia ao mundo real (como dizem os marxóides, "capitalismo realmente existente"), divergimos imediatamente em vários pontos ".‬
‪Nas palavras de Konkin, " os" anarcocapitalistas "tendem a fundir o Inovador (Empreendedor) e o Capitalista, da mesma forma que os marxóides e os coletivistas mais cruéis. Os agoristas são rigorosos rothbardianos e, eu diria, neste caso, ainda mais rothbardianos que Rothbard, que ainda possuíam algumas das antigas confusões em seu pensamento. ” Konkin também disse que os AnCaps de sua época tinham uma tendência a“ acreditar no envolvimento com partidos políticos existentes ” e usando o“ complexo de defesa dos EUA para combater o comunismo ”, o terrorismo ou qualquer outra causa equivocada. Embora se possa dizer que a AnCaps que apóia o Departamento de Defesa é minoria em 2016, o argumento ilustra que desde o início do movimento agorista, houve um esforço para segregar o elemento AnCap.‬
‪Konkin acreditava que " muito mais que o estatismo precisaria ser eliminado da consciência individual" para que uma sociedade verdadeiramente livre existisse. Com base nessa afirmação (e em seus escritos em outros lugares), parece claro que Konkin adotou um libertarianismo "grosso" que luta pela libertação coletiva por meios individuais e não termina sua análise no Statism. De fato, Konkin escreveu especificamente sobre a opressão contra as mulheres e a comunidade gay. ‬
‪Outra diferença entre o libertarianismo Konkiano e o dos “libertários da direita” é a questão da classe. Embora o direito normalmente evite análises baseadas em classes, Konkin ajudou a desenvolver o que ficou conhecido como "A teoria agorista das classes". A teoria de classes agorista refuta a teoria comunista de classes de Marx e reconhece as diferenças entre empresários não estatistas e capitalistas estatistas.‬
‪Konkin elaborou essas idéias em uma entrevista e em discussões no grupo Yahoo de esquerda e libertária . Mais uma vez ele destacou a importância de separar os “ não-inovadores e capitalistas pró-estatistas” dos “ capitalistas não-estatal (no sentido de detentores de capital, não necessariamente ideologicamente conscientes)” , chamando-os de “ neutra robô-como não -inovadores ” . Quando se tratava da classe trabalhadora, Konkin argumentou que o Estado sufocava a inovação e o empreendedorismo, o que mantinha a classe trabalhadora ocupada fazendo um trabalho ocupado sem sentido. Ele chamou trabalhadores e camponeses de “ uma relíquia embaraçosa de uma era anterior, na melhor das hipóteses, e aguarda com expectativa o dia em que eles desaparecerão por falta de demanda do mercado”.‬
‪Além disso, Konkin fez comentários favoráveis ​​em relação aos movimentos dos trabalhadores. No Yahoo-Grupo Libertário de Esquerda, Konkin disse que aprovou a tentativa dos Trabalhadores Industriais do Mundo (IWW) de recrutar libertários. Konkin disse que queria “ lembrar os antigos membros da MLL e informar aos novatos que, como mercado livre e pró-empresário, a MLL apóia sindicatos anarco-sindicalistas genuínos que sempre se recusam a colaborar com o Estado. (Na América do Norte, esse é o IWW e nada mais que eu saiba.) ” Ele observou que o IWW se separou do Partido Socialista dos EUA pelas mesmas razões que seu MLL se separou do Partido Libertário dos EUA -“ uma rejeição do parlamentarismo pela ação direta ” .‬
‪Konkin também discordou em confundir os termos "livre empresa" e "capitalismo" com o "mercado livre". " Capitalismo significa a ideologia (ism) do capital ou capitalistas" , escreveu ele. “ Antes de Marx aparecer, o puro comerciante Thomas Hodgskin já usava o termo capitalismo como pejorativo; os capitalistas estavam tentando usar a coerção - o Estado - para restringir o mercado. O capitalismo, então, não descreve um mercado livre, mas uma forma de estatismo, como o comunismo. A livre empresa só pode existir em um mercado livre. ”‬
‪Konkin se referiu a seu movimento como "revolucionário" e "radical", termos que geralmente são usados ​​para descrever movimentos de esquerda e rejeitados por "libertários de direita" e conservadores. O uso da terminologia da Nova Esquerda não foi um erro. Konkin estava fazendo um esforço consciente para distinguir sua marca de “anarquismo revolucionário de mercado” do crescente movimento anarcocapitalista.‬
‪Em conclusão, Samuel E. Konkin III criou com sucesso uma extensão da filosofia libertária, utilizando táticas consistentes da teoria à aplicação (Contra-Economia), enquanto fornecia um caminho para uma sociedade mais livre. Ele fez esforços para reconhecer as diferenças entre seu movimento e outros, mas ao mesmo tempo reconhecendo que o ataque contra-econômico pode ser realizado por um amplo espectro de antiestatistas. Se conseguirmos criar com êxito uma Aliança Panarquista de Contra-Economistas, ainda podemos construir um mercado verdadeiramente livre que permita experimentação e comércio gratuitos entre diferentes escolas de pensamento. Nesse espaço, veremos o florescimento do movimento agorista consciente.‬
‪Fontes:‬
‪1- Agorismo: Nosso Objetivo, O Manifesto Do Novo Libertário;‬
‪2- Contra-economia: nossos meios, O Manifesto Do Novo Libertário;‬
‪3- Agorismo Aplicado, Uma Cartilha Agorista;‬
‪4- Economia Aplicada, Uma Cartilha Agorista;‬
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2019.09.06 02:50 O-Pensador Agorismo NÃO é Anarcocapitalismo

O objetivo deste ensaio é triplo. Primeiro, identificarei os conceitos-chave que descrevem a filosofia do agorismo e a estratégia da Contra-Economia, conforme descrito por Samuel E. Konkin III em “O Manifesto Do Novo Libertário” e “Uma Cartilha Agorista.” Segundo, ilustrarei como os radicais de todos os tipos podem utilizar a estratégia da contra-economia, conforme descrito por Konkin, sem necessariamente endossar sua filosofia do agorismo e seus princípios específicos. Finalmente, descreverei o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e de outras escolas de pensamento. Mostrarei que, embora a estratégia contra-econômica possa ser utilizada por quase qualquer indivíduo, o agorismo em si não é simplesmente uma tensão ou subconjunto do anarcocapitalismo, mas uma filosofia política única.‬
‪Antes de me aprofundar, permita-me explicar brevemente a inspiração para o título deste ensaio e o próprio ensaio. Como demonstrarei, a mensagem agorista e a estratégia contra-econômica podem ser úteis para qualquer indivíduo que se encontre em busca de um mundo mais livre, justo e ético. No entanto, a razão pela qual o título se concentra no anarcocapitalismo é porque notei uma tendência nos círculos de mídia social “libertários de direita” / AnCap, em que os indivíduos afirmam apoiar as idéias de Konkin e seu agorismo, mas também expressam um desagrado pelo libertarianismo de esquerda . Meu objetivo é ajudar os leitores com esse ponto de vista a entender o papel essencial que Konkin e seu "Novo Libertarianismo", ou Agorismo, desempenharam no desenvolvimento do movimento Esquerda-Libertário Americano.‬
O Agorismo Como Libertarianismo Consistente
‪Vamos começar entendendo a visão de Konkin. Konkin pediu a criação de um movimento revolucionário liderado por trabalhadores e empresários que cooperam voluntariamente em trocas econômicas que ocorrem fora do alcance do Estado. Ele chamou esse movimento de Nova Aliança Libertária. Konkin baseou suas idéias revolucionárias em uma base do libertarianismo na linha de Rothbard e dos anarquistas individualistas americanos antes dele. No Novo Manifesto Libertário, Konkin escreve:‬
‪“Onde o Estado divide e vence sua oposição, o libertarianismo une e liberta. Onde o Estado fica alto, o libertarianismo esclarece; onde o Estado oculta, o libertarianismo descobre; onde o Estado perdoa, o libertarianismo acusa.‬
‪O libertarianismo elabora toda uma filosofia a partir de uma premissa simples: a violência iniciática ou sua ameaça (coerção) é errada (imoral, mal, ruim, supremamente impraticável etc.) e é proibida; nada mais é.‬
‪O libertarianismo, conforme desenvolvido até esse ponto, descobriu o problema e definiu a solução: o Estado versus o Mercado. O mercado é a soma de todas as ações humanas voluntárias. Se alguém age de maneira não coercitiva, faz parte do mercado. Assim, a Economia se tornou parte do libertarianismo. ”‬
‪A partir disso, Konkin desenvolveu seus pontos de vista sobre a propriedade:‬
‪“O libertarianismo investigou a natureza do homem para explicar seus direitos decorrentes da não coerção. Imediatamente se seguiu que o homem (mulher, criança, marciano etc.) tinha um direito absoluto a essa vida e a outras propriedades - e nenhuma outra.‬
‪Todo roubo é iniciação à violência, seja o uso da força para retirar propriedades involuntariamente ou para impedir o recebimento de mercadorias ou o retorno do pagamento por mercadorias que foram livremente transferidas por acordo. ‬
‪Konkin se envolveu no crescente movimento libertário no final dos anos sessenta. Nesse ponto, os amantes da liberdade estavam começando a reconhecer o potencial de um movimento nacional de radicais antiestatistas e pró-mercado. No meio dessa oportunidade, Konkin viu ativistas libertários sendo atraídos para esquemas de "obter liberdade rapidamente", como a política eleitoral. Em um contra-ataque aos inimigos da liberdade, Konkin esboçou uma nova filosofia que ele acreditava ser simplesmente o resultado da aplicação dos princípios libertários aos seus fins mais consistentes e lógicos.‬
‪“ O princípio básico que leva um libertário do estatismo à sua sociedade livre é o mesmo que os fundadores do libertarianismo usaram para descobrir a própria teoria. Esse princípio é consistência. Assim, a aplicação consistente da teoria do libertarianismo a toda ação que o libertário individual toma cria a sociedade libertária.‬
‪Muitos pensadores expressaram a necessidade de consistência entre meios e fins e nem todos eram libertários. Ironicamente, muitos estatísticos alegam inconsistência entre fins louváveis ​​e meios desprezíveis; todavia, quando seus verdadeiros fins de maior poder e opressão foram compreendidos, seus meios são considerados bastante consistentes. Faz parte da mística estatista confundir a necessidade de consistência entre fins e meios; é, portanto, a atividade mais crucial do teórico libertário expor inconsistências. Muitos teóricos o fizeram admiravelmente; mas tentamos e mais falhámos em descrever a combinação consistente de meios e fins do libertarianismo.‬
‪O novo libertarianismo (agorismo) não pode ser desacreditado sem a liberdade ou a realidade (ou ambas) serem desacreditadas, apenas uma formulação incorreta. ”‬
‪Resumidamente, o agorismo pede a criação de uma nova sociedade, competindo diretamente com o Estado, em vez de confiar no voto, na política eleitoral ou na violência insurrecional. Konkin cunhou o termo agorismo após a palavra grega agora para "mercado aberto". Para alcançar essa ágora, Konkin pediu aos empreendedores que fizessem uso dos chamados "mercados preto e cinza". " Em resumo, o 'mercado negro' é algo não violento proibido pelo Estado e continuado de qualquer maneira", escreveu Konkin . “O 'mercado cinza' é usado aqui para significar negociar bens e serviços, não eles próprios ilegais, mas obtidos ou distribuídos de maneira legislada pelo Estado.”‬
‪Para Konkin, uma sociedade verdadeiramente libertária seria agorista - “ libertária na teoria e livre mercado na prática”. Essa sociedade incluiria o respeito à propriedade justamente adquirida, a cooperação voluntária entre empresários e produtores e a substituição de todos os "serviços" do Estado pela concorrência privada entre indivíduos e coletivos.‬
‪“A análise libertariana nos mostra que o Estado é responsável por qualquer dano a inocentes, que alega que o 'egoísta sonegador' tenha incorrido; e os 'serviços' que o Estado 'fornece' são ilusórios. Mas, mesmo assim, deve haver mais do que uma resistência solitária inteligentemente escondida ou 'desistência'? Se um partido político ou exército revolucionário é inapropriado e autodestrutivo para objetivos libertários, que ação coletiva funciona? A resposta é agorismo.”‬
‪O objetivo do agorismo é substituir todos os relacionamentos coercitivos e não consensuais por relacionamentos voluntários, baseados em benefícios mútuos via empreendedorismo nos mercados preto e cinza. Esse embaralhamento de " grandes coleções da humanidade, da sociedade estatista à ágora" foi " verdadeira atividade revolucionária". Segundo Konkin, os agoristas não devem lançar "ataques" ao Estado. " Somos estritamente defensivos", escreveu Konkin em An Agorist Primer , seu seguimento ao The New Libertarian Manifest.‬
‪Além disso, Konkin descreveu um agorista como " aquele que vive contra-economicamente sem culpa por suas ações heróicas do dia-a-dia, com a velha moral libertária de nunca violar a pessoa ou a propriedade de outra pessoa" . A filosofia enfatiza a importância de agir. “ Um agorista é aquele que vive agorismo. Não aceite falsificações. Há agoristas “tentando fazer jus a isso”. É claro que existem mentirosos que alegam ser qualquer coisa. Como Yoda disse sucintamente: Ou não. Não há tentativa.' Isso é agorismo.‬
Contra-economia como definida por Konkin
‪Se o agorismo é a principal contribuição filosófica de Konkin, seu reconhecimento da Contraeconomia como caminho para o agorismo é igualmente importante. O termo Contraeconomia pode ser atribuído ao tempo e período em que Konkin desenvolveu suas idéias. " Contra-Cultura era uma frase popular, a única vitória duradoura dos" hippies ". A Contra-Economia implicava que a" revolução não havia terminado "e que o Sistema Econômico precisava passar pela mesma transformação que a Cultura, ” Konkin escreveu .‬
‪Conforme definido acima, os mercados de preto e cinza fazem parte da Contraeconomia, que Konkin definiu como “Toda ação humana (não coercitiva) cometida em desafio ao Estado”. De acordo com os princípios libertários de não agressão, Konkin rotula a violência inicial na forma de roubo ou assassinato como o "mercado vermelho", o único tipo de atividade que é evitada em sua contra-economia.‬
‪Konkin explica que, à medida que as atividades repressivas e opressivas do Estado aumentarem, o povo começará a procurar alternativas econômicas à regulamentação e interferência do Estado. Isso oferece aos Agoristas de visão de futuro uma oportunidade de lançar e apoiar atividades e negócios contra-econômicos. Konkin acreditava que, uma vez que a contra-economia tivesse progredido ao ponto de os empresários fornecerem ao público serviços de proteção e segurança que poderiam rivalizar ou se defender contra o Estado, a revolução agorista estaria completa.‬
‪“ Devagar, mas com firmeza, avançaremos para a sociedade livre, transformando mais contra-economistas em libertarianismo e mais libertários em contra-economia, finalmente integrando teoria e prática. A contraeconomia crescerá e se espalhará para o próximo passo que vimos em nossa viagem para trás, com uma sub-sociedade agorista cada vez maior incorporada na sociedade estatista. Alguns agoristas podem até se condensar em distritos e guetos discerníveis e predominar em ilhas ou colônias espaciais. Neste ponto, a questão da proteção e defesa se tornará importante. ”‬
‪“Eventualmente, é claro, após um período de mudanças cada vez mais rápidas desse tipo, o“ subterrâneo ”entrará e substituirá o“ solo ”; o estado murchará na irrelevância, seus contribuintes, soldados e agentes da lei o abandonaram para o mercado; e ficaremos com uma sociedade livre e agorista. ”‬
A contra-economia como ferramenta para todos os radicais
‪Konkin imaginou um mundo de comunidades descentralizadas, ponto a ponto, conscientemente e voluntariamente, fazendo negócios na contra-economia como um meio para acabar com o Estado e libertar o povo. A gama de (e oportunidades para) atividade contraeconômica aumentou apenas com a expansão da Internet e tecnologia descentralizada, como cripto-moedas. Konkin discutiu várias formas de atividade contraeconômica, incluindo o uso de dinheiro para evitar a detecção, a troca, o investimento em metais preciosos, o emprego indocumentado, o uso de drogas e medicamentos ilícitos e ilegais, a prostituição, o comércio ilegal, o jogo, o comércio de armas ou simplesmente a prestação de um serviço. enquanto aceita o pagamento em moedas não estatistas.‬
‪As possibilidades são essencialmente infinitas e devem ser bem-vindas por todos os radicais que buscam alternativas ao Statism e ao status quo. Qualquer indivíduo ou coletivo que reconheça o monopólio econômico mantido pelo uso contínuo da Nota do Federal Reserve (dólar) deve apoiar medidas contraeconômicas e investir na criação de alternativas. Se sua idéia de liberdade econômica é de propriedade coletiva ou de natureza individualista, o agorismo oferece uma oportunidade para comunidades, bancos mútuos, lojas de tempo e mercados baseados na contra-economia. Isso permitirá que todos os empreendimentos contra-econômicos não estatistas cooperem e competam na busca de uma sociedade mais livre. Como Nick Ford observou, há uma oportunidade para uma aliança agorista-sindicalista e, em nosso primeiro livro, John Vibes e eu propomos a criação de uma aliança Agorista-Mutualista. Muito simplesmente, se você deseja abolir o Estado e a classe privilegiada que se beneficia com a sua existência, crie alternativas ao paradigma atual e supere as instituições arcaicas de ontem.‬
‪Devo notar que Konkin era crítico do comunismo. Em " Contra-economia: nossos meios", ele escreve, " a comuna anti-mercado desafia a única lei executável - a lei da natureza. A estrutura organizacional básica da sociedade (acima da família) não é a comuna (ou tribo ou tribo extendida ou Estado), mas a ágora. Não importa quantos desejem o comunismo trabalhar e se dedicar a ele, ele fracassará. Eles podem conter o agorismo indefinidamente por um grande esforço, mas quando deixam de lado, o 'fluxo' ou 'Mão Invisível' ou 'marés da história' ou 'incentivo ao lucro' ou 'fazendo o que vem naturalmente' ou 'espontaneidade' levarão a sociedade inexoravelmente mais perto da ágora pura. ”(3)‬
‪No entanto, não acho que sua percepção pessoal do comunismo deva desencorajar os indivíduos a investir na contra-economia. É provável que haja uma ampla gama de atividades, opiniões e soluções. Num mercado verdadeiramente livre, cada uma dessas persuasões poderia coexistir.‬
Entendendo a visão de agorismo de Konkin
‪É importante distinguir a atividade contra-econômica da atividade agorista. Embora se possa ser traficante de drogas, prostituta, traficante de armas, barbeiro sem licença ou outro empresário do mercado cinza / preto, não se segue que também seja um contra-economista ou agorista praticante consciente. Geralmente, a atividade econômica nos mercados de preto e cinza é sempre contra-econômica, porque é isenta de impostos e retira o Estado da situação. Mas, sem a consciência da filosofia agorista e o esforço consciente para remover o poder econômico do Estado, alguém está simplesmente violando a lei do Estado. Embora desrespeitar as leis do estado contra crimes sem vítimas seja um ato louvável, ele não faz de um agorista. Em resumo, você pode apoiar e participar de empreendimentos contra-econômicos sem abraçar de todo o coração as idéias de Konkin,‬
Então, o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e outras formas de anarquismo de mercado?
‪Como observado anteriormente, Konkin foi uma parte vital do estabelecimento do movimento esquerda-libertário das décadas de 1960, 70 e 80. O Movimento da Esquerda Libertária nasceu das experiências de Konkin ao trabalhar com Murray Rothbard e Karl Hess na Esquerda e Direita , uma revista dedicada a reunir a “direita” antiestatista e a Nova Esquerda do final dos anos 60. Essas experiências influenciaram muito o pensamento e o desenvolvimento do agorismo por Konkin. Quando perguntado por que ele escolheu se identificar como uma "esquerda libertária" ou libertária de esquerda, Konkin disse que estava "à esquerda" de Rothbard, por isso tornou-se natural referir-se ao seu movimento como libertário de esquerda. Ele também notou seu interesse em continuar a " aliança de Rothbard 1960-69 com a Nova Esquerda anti-armas nucleares e depois anti-guerra" .‬
‪“Entre figuras importantes no desenvolvimento do movimento libertário moderno, Konkin se destaca em sua insistência de que o libertarianismo corretamente concebido pertence à ala esquerda radical do espectro político”, escreve David S. D'Amato para Libertarianism.org “ His Movement of a esquerda libertária, fundada como uma coalizão de livre mercado esquerdista, resistiu à associação do libertarianismo com o conservadorismo. Posicionando-o ainda mais à esquerda, o agorismo abraça a noção de guerra de classes e implica uma análise distintamente libertária da luta de classes e estratificação. ”‬
‪Quando perguntado sobre as principais diferenças entre libertário de esquerda / agorismo e anarcocapitalismo, Konkin disse: “ Em teoria, aqueles que se autodenominam anarcocapitalistas não diferem drasticamente dos agoristas; ambos afirmam querer anarquia (apatridia, e concordamos bastante com a definição de Estado como um monopólio da coerção legitimada, emprestada de Rand e reforçada por Rothbard). Mas, no momento em que aplicamos a ideologia ao mundo real (como dizem os marxóides, "capitalismo realmente existente"), divergimos imediatamente em vários pontos ".‬
‪Nas palavras de Konkin, " os" anarcocapitalistas "tendem a fundir o Inovador (Empreendedor) e o Capitalista, da mesma forma que os marxóides e os coletivistas mais cruéis. Os agoristas são rigorosos rothbardianos e, eu diria, neste caso, ainda mais rothbardianos que Rothbard, que ainda possuíam algumas das antigas confusões em seu pensamento. ” Konkin também disse que os AnCaps de sua época tinham uma tendência a“ acreditar no envolvimento com partidos políticos existentes ” e usando o“ complexo de defesa dos EUA para combater o comunismo ”, o terrorismo ou qualquer outra causa equivocada. Embora se possa dizer que a AnCaps que apóia o Departamento de Defesa é minoria em 2016, o argumento ilustra que desde o início do movimento agorista, houve um esforço para segregar o elemento AnCap.‬
‪Konkin acreditava que " muito mais que o estatismo precisaria ser eliminado da consciência individual" para que uma sociedade verdadeiramente livre existisse. Com base nessa afirmação (e em seus escritos em outros lugares), parece claro que Konkin adotou um libertarianismo "grosso" que luta pela libertação coletiva por meios individuais e não termina sua análise no Statism. De fato, Konkin escreveu especificamente sobre a opressão contra as mulheres e a comunidade gay. ‬
‪Outra diferença entre o libertarianismo Konkiano e o dos “libertários da direita” é a questão da classe. Embora o direito normalmente evite análises baseadas em classes, Konkin ajudou a desenvolver o que ficou conhecido como "A teoria agorista das classes". A teoria de classes agorista refuta a teoria comunista de classes de Marx e reconhece as diferenças entre empresários não estatistas e capitalistas estatistas.‬
‪Konkin elaborou essas idéias em uma entrevista e em discussões no grupo Yahoo de esquerda e libertária . Mais uma vez ele destacou a importância de separar os “ não-inovadores e capitalistas pró-estatistas” dos “ capitalistas não-estatal (no sentido de detentores de capital, não necessariamente ideologicamente conscientes)” , chamando-os de “ neutra robô-como não -inovadores ” . Quando se tratava da classe trabalhadora, Konkin argumentou que o Estado sufocava a inovação e o empreendedorismo, o que mantinha a classe trabalhadora ocupada fazendo um trabalho ocupado sem sentido. Ele chamou trabalhadores e camponeses de “ uma relíquia embaraçosa de uma era anterior, na melhor das hipóteses, e aguarda com expectativa o dia em que eles desaparecerão por falta de demanda do mercado”.‬
‪Além disso, Konkin fez comentários favoráveis ​​em relação aos movimentos dos trabalhadores. No Yahoo-Grupo Libertário de Esquerda, Konkin disse que aprovou a tentativa dos Trabalhadores Industriais do Mundo (IWW) de recrutar libertários. Konkin disse que queria “ lembrar os antigos membros da MLL e informar aos novatos que, como mercado livre e pró-empresário, a MLL apóia sindicatos anarco-sindicalistas genuínos que sempre se recusam a colaborar com o Estado. (Na América do Norte, esse é o IWW e nada mais que eu saiba.) ” Ele observou que o IWW se separou do Partido Socialista dos EUA pelas mesmas razões que seu MLL se separou do Partido Libertário dos EUA -“ uma rejeição do parlamentarismo pela ação direta ” .‬
‪Konkin também discordou em confundir os termos "livre empresa" e "capitalismo" com o "mercado livre". " Capitalismo significa a ideologia (ism) do capital ou capitalistas" , escreveu ele. “ Antes de Marx aparecer, o puro comerciante Thomas Hodgskin já usava o termo capitalismo como pejorativo; os capitalistas estavam tentando usar a coerção - o Estado - para restringir o mercado. O capitalismo, então, não descreve um mercado livre, mas uma forma de estatismo, como o comunismo. A livre empresa só pode existir em um mercado livre. ”‬
‪Konkin se referiu a seu movimento como "revolucionário" e "radical", termos que geralmente são usados ​​para descrever movimentos de esquerda e rejeitados por "libertários de direita" e conservadores. O uso da terminologia da Nova Esquerda não foi um erro. Konkin estava fazendo um esforço consciente para distinguir sua marca de “anarquismo revolucionário de mercado” do crescente movimento anarcocapitalista.‬
‪Em conclusão, Samuel E. Konkin III criou com sucesso uma extensão da filosofia libertária, utilizando táticas consistentes da teoria à aplicação (Contra-Economia), enquanto fornecia um caminho para uma sociedade mais livre. Ele fez esforços para reconhecer as diferenças entre seu movimento e outros, mas ao mesmo tempo reconhecendo que o ataque contra-econômico pode ser realizado por um amplo espectro de antiestatistas. Se conseguirmos criar com êxito uma Aliança Panarquista de Contra-Economistas, ainda podemos construir um mercado verdadeiramente livre que permita experimentação e comércio gratuitos entre diferentes escolas de pensamento. Nesse espaço, veremos o florescimento do movimento agorista consciente.‬
‪Fontes:‬
‪1- Agorismo: Nosso Objetivo, O Manifesto Do Novo Libertário;‬
‪2- Contra-economia: nossos meios, O Manifesto Do Novo Libertário;‬
‪3- Agorismo Aplicado, Uma Cartilha Agorista;‬
‪4- Economia Aplicada, Uma Cartilha Agorista;‬
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2019.09.06 02:48 O-Pensador Agorismo NÃO é Anarcocapitalismo

O objetivo deste ensaio é triplo. Primeiro, identificarei os conceitos-chave que descrevem a filosofia do agorismo e a estratégia da Contra-Economia, conforme descrito por Samuel E. Konkin III em “O Manifesto Do Novo Libertário” e “Uma Cartilha Agorista.” Segundo, ilustrarei como os radicais de todos os tipos podem utilizar a estratégia da contra-economia, conforme descrito por Konkin, sem necessariamente endossar sua filosofia do agorismo e seus princípios específicos. Finalmente, descreverei o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e de outras escolas de pensamento. Mostrarei que, embora a estratégia contra-econômica possa ser utilizada por quase qualquer indivíduo, o agorismo em si não é simplesmente uma tensão ou subconjunto do anarcocapitalismo, mas uma filosofia política única.
Antes de me aprofundar, permita-me explicar brevemente a inspiração para o título deste ensaio e o próprio ensaio. Como demonstrarei, a mensagem agorista e a estratégia contra-econômica podem ser úteis para qualquer indivíduo que se encontre em busca de um mundo mais livre, justo e ético. No entanto, a razão pela qual o título se concentra no anarcocapitalismo é porque notei uma tendência nos círculos de mídia social “libertários de direita” / AnCap, em que os indivíduos afirmam apoiar as idéias de Konkin e seu agorismo, mas também expressam um desagrado pelo libertarianismo de esquerda . Meu objetivo é ajudar os leitores com esse ponto de vista a entender o papel essencial que Konkin e seu "Novo Libertarianismo", ou Agorismo, desempenharam no desenvolvimento do movimento Esquerda-Libertário Americano.
‘O Agorismo Como Libertarianismo Consistente’
Vamos começar entendendo a visão de Konkin. Konkin pediu a criação de um movimento revolucionário liderado por trabalhadores e empresários que cooperam voluntariamente em trocas econômicas que ocorrem fora do alcance do Estado. Ele chamou esse movimento de Nova Aliança Libertária. Konkin baseou suas idéias revolucionárias em uma base do libertarianismo na linha de Rothbard e dos anarquistas individualistas americanos antes dele. No Novo Manifesto Libertário, Konkin escreve:
“ Onde o Estado divide e vence sua oposição, o libertarianismo une e liberta. Onde o Estado fica alto, o libertarianismo esclarece; onde o Estado oculta, o libertarianismo descobre; onde o Estado perdoa, o libertarianismo acusa.
O libertarianismo elabora toda uma filosofia a partir de uma premissa simples: a violência iniciática ou sua ameaça (coerção) é errada (imoral, mal, ruim, supremamente impraticável etc.) e é proibida; nada mais é.
O libertarianismo, conforme desenvolvido até esse ponto, descobriu o problema e definiu a solução: o Estado versus o Mercado. O mercado é a soma de todas as ações humanas voluntárias. Se alguém age de maneira não coercitiva, faz parte do mercado. Assim, a Economia se tornou parte do libertarianismo. ”
A partir disso, Konkin desenvolveu seus pontos de vista sobre a propriedade:
“O libertarianismo investigou a natureza do homem para explicar seus direitos decorrentes da não coerção. Imediatamente se seguiu que o homem (mulher, criança, marciano etc.) tinha um direito absoluto a essa vida e a outras propriedades - e nenhuma outra.
Todo roubo é iniciação à violência, seja o uso da força para retirar propriedades involuntariamente ou para impedir o recebimento de mercadorias ou o retorno do pagamento por mercadorias que foram livremente transferidas por acordo.
Konkin se envolveu no crescente movimento libertário no final dos anos sessenta. Nesse ponto, os amantes da liberdade estavam começando a reconhecer o potencial de um movimento nacional de radicais antiestatistas e pró-mercado. No meio dessa oportunidade, Konkin viu ativistas libertários sendo atraídos para esquemas de "obter liberdade rapidamente", como a política eleitoral. Em um contra-ataque aos inimigos da liberdade, Konkin esboçou uma nova filosofia que ele acreditava ser simplesmente o resultado da aplicação dos princípios libertários aos seus fins mais consistentes e lógicos.
“ O princípio básico que leva um libertário do estatismo à sua sociedade livre é o mesmo que os fundadores do libertarianismo usaram para descobrir a própria teoria. Esse princípio é consistência. Assim, a aplicação consistente da teoria do libertarianismo a toda ação que o libertário individual toma cria a sociedade libertária.
Muitos pensadores expressaram a necessidade de consistência entre meios e fins e nem todos eram libertários. Ironicamente, muitos estatísticos alegam inconsistência entre fins louváveis ​​e meios desprezíveis; todavia, quando seus verdadeiros fins de maior poder e opressão foram compreendidos, seus meios são considerados bastante consistentes. Faz parte da mística estatista confundir a necessidade de consistência entre fins e meios; é, portanto, a atividade mais crucial do teórico libertário expor inconsistências. Muitos teóricos o fizeram admiravelmente; mas tentamos e mais falhámos em descrever a combinação consistente de meios e fins do libertarianismo.
O novo libertarianismo (agorismo) não pode ser desacreditado sem a liberdade ou a realidade (ou ambas) serem desacreditadas, apenas uma formulação incorreta. ”
Resumidamente, o agorismo pede a criação de uma nova sociedade, competindo diretamente com o Estado, em vez de confiar no voto, na política eleitoral ou na violência insurrecional. Konkin cunhou o termo agorismo após a palavra grega agora para "mercado aberto". Para alcançar essa ágora, Konkin pediu aos empreendedores que fizessem uso dos chamados "mercados preto e cinza". " Em resumo, o 'mercado negro' é algo não violento proibido pelo Estado e continuado de qualquer maneira", escreveu Konkin . “O 'mercado cinza' é usado aqui para significar negociar bens e serviços, não eles próprios ilegais, mas obtidos ou distribuídos de maneira legislada pelo Estado.”
Para Konkin, uma sociedade verdadeiramente libertária seria agorista - “ libertária na teoria e livre mercado na prática”. Essa sociedade incluiria o respeito à propriedade justamente adquirida, a cooperação voluntária entre empresários e produtores e a substituição de todos os "serviços" do Estado pela concorrência privada entre indivíduos e coletivos.
“A análise libertariana nos mostra que o Estado é responsável por qualquer dano a inocentes, que alega que o 'egoísta sonegador' tenha incorrido; e os 'serviços' que o Estado 'fornece' são ilusórios. Mas, mesmo assim, deve haver mais do que uma resistência solitária inteligentemente escondida ou 'desistência'? Se um partido político ou exército revolucionário é inapropriado e autodestrutivo para objetivos libertários, que ação coletiva funciona? A resposta é agorismo.”
O objetivo do agorismo é substituir todos os relacionamentos coercitivos e não consensuais por relacionamentos voluntários, baseados em benefícios mútuos via empreendedorismo nos mercados preto e cinza. Esse embaralhamento de " grandes coleções da humanidade, da sociedade estatista à ágora" foi " verdadeira atividade revolucionária". Segundo Konkin, os agoristas não devem lançar "ataques" ao Estado. " Somos estritamente defensivos", escreveu Konkin em An Agorist Primer , seu seguimento ao The New Libertarian Manifest.
Além disso, Konkin descreveu um agorista como " aquele que vive contra-economicamente sem culpa por suas ações heróicas do dia-a-dia, com a velha moral libertária de nunca violar a pessoa ou a propriedade de outra pessoa" . A filosofia enfatiza a importância de agir. “ Um agorista é aquele que vive agorismo. Não aceite falsificações. Há agoristas “tentando fazer jus a isso”. É claro que existem mentirosos que alegam ser qualquer coisa. Como Yoda disse sucintamente: Ou não. Não há tentativa.' Isso é agorismo.
‘Contra-economia como definida por Konkin’
Se o agorismo é a principal contribuição filosófica de Konkin, seu reconhecimento da Contraeconomia como caminho para o agorismo é igualmente importante. O termo Contraeconomia pode ser atribuído ao tempo e período em que Konkin desenvolveu suas idéias. " Contra-Cultura era uma frase popular, a única vitória duradoura dos" hippies ". A Contra-Economia implicava que a" revolução não havia terminado "e que o Sistema Econômico precisava passar pela mesma transformação que a Cultura, ” Konkin escreveu .
Conforme definido acima, os mercados de preto e cinza fazem parte da Contraeconomia, que Konkin definiu como “Toda ação humana (não coercitiva) cometida em desafio ao Estado”. De acordo com os princípios libertários de não agressão, Konkin rotula a violência inicial na forma de roubo ou assassinato como o "mercado vermelho", o único tipo de atividade que é evitada em sua contra-economia.
Konkin explica que, à medida que as atividades repressivas e opressivas do Estado aumentarem, o povo começará a procurar alternativas econômicas à regulamentação e interferência do Estado. Isso oferece aos Agoristas de visão de futuro uma oportunidade de lançar e apoiar atividades e negócios contra-econômicos. Konkin acreditava que, uma vez que a contra-economia tivesse progredido ao ponto de os empresários fornecerem ao público serviços de proteção e segurança que poderiam rivalizar ou se defender contra o Estado, a revolução agorista estaria completa.
“ Devagar, mas com firmeza, avançaremos para a sociedade livre, transformando mais contra-economistas em libertarianismo e mais libertários em contra-economia, finalmente integrando teoria e prática. A contraeconomia crescerá e se espalhará para o próximo passo que vimos em nossa viagem para trás, com uma sub-sociedade agorista cada vez maior incorporada na sociedade estatista. Alguns agoristas podem até se condensar em distritos e guetos discerníveis e predominar em ilhas ou colônias espaciais. Neste ponto, a questão da proteção e defesa se tornará importante. ”
“Eventualmente, é claro, após um período de mudanças cada vez mais rápidas desse tipo, o“ subterrâneo ”entrará e substituirá o“ solo ”; o estado murchará na irrelevância, seus contribuintes, soldados e agentes da lei o abandonaram para o mercado; e ficaremos com uma sociedade livre e agorista. ”
‘A contra-economia como ferramenta para todos os radicais’
Konkin imaginou um mundo de comunidades descentralizadas, ponto a ponto, conscientemente e voluntariamente, fazendo negócios na contra-economia como um meio para acabar com o Estado e libertar o povo. A gama de (e oportunidades para) atividade contraeconômica aumentou apenas com a expansão da Internet e tecnologia descentralizada, como cripto-moedas. Konkin discutiu várias formas de atividade contraeconômica, incluindo o uso de dinheiro para evitar a detecção, a troca, o investimento em metais preciosos, o emprego indocumentado, o uso de drogas e medicamentos ilícitos e ilegais, a prostituição, o comércio ilegal, o jogo, o comércio de armas ou simplesmente a prestação de um serviço. enquanto aceita o pagamento em moedas não estatistas.
As possibilidades são essencialmente infinitas e devem ser bem-vindas por todos os radicais que buscam alternativas ao Statism e ao status quo. Qualquer indivíduo ou coletivo que reconheça o monopólio econômico mantido pelo uso contínuo da Nota do Federal Reserve (dólar) deve apoiar medidas contraeconômicas e investir na criação de alternativas. Se sua idéia de liberdade econômica é de propriedade coletiva ou de natureza individualista, o agorismo oferece uma oportunidade para comunidades, bancos mútuos, lojas de tempo e mercados baseados na contra-economia. Isso permitirá que todos os empreendimentos contra-econômicos não estatistas cooperem e competam na busca de uma sociedade mais livre. Como Nick Ford observou, há uma oportunidade para uma aliança agorista-sindicalista e, em nosso primeiro livro, John Vibes e eu propomos a criação de uma aliança Agorista-Mutualista. Muito simplesmente, se você deseja abolir o Estado e a classe privilegiada que se beneficia com a sua existência, crie alternativas ao paradigma atual e supere as instituições arcaicas de ontem.
Devo notar que Konkin era crítico do comunismo. Em " Contra-economia: nossos meios", ele escreve, " a comuna anti-mercado desafia a única lei executável - a lei da natureza. A estrutura organizacional básica da sociedade (acima da família) não é a comuna (ou tribo ou tribo extendida ou Estado), mas a ágora. Não importa quantos desejem o comunismo trabalhar e se dedicar a ele, ele fracassará. Eles podem conter o agorismo indefinidamente por um grande esforço, mas quando deixam de lado, o 'fluxo' ou 'Mão Invisível' ou 'marés da história' ou 'incentivo ao lucro' ou 'fazendo o que vem naturalmente' ou 'espontaneidade' levarão a sociedade inexoravelmente mais perto da ágora pura. ”(3)
No entanto, não acho que sua percepção pessoal do comunismo deva desencorajar os indivíduos a investir na contra-economia. É provável que haja uma ampla gama de atividades, opiniões e soluções. Num mercado verdadeiramente livre, cada uma dessas persuasões poderia coexistir.
‘Entendendo a visão de agorismo de Konkin’
É importante distinguir a atividade contra-econômica da atividade agorista. Embora se possa ser traficante de drogas, prostituta, traficante de armas, barbeiro sem licença ou outro empresário do mercado cinza / preto, não se segue que também seja um contra-economista ou agorista praticante consciente. Geralmente, a atividade econômica nos mercados de preto e cinza é sempre contra-econômica, porque é isenta de impostos e retira o Estado da situação. Mas, sem a consciência da filosofia agorista e o esforço consciente para remover o poder econômico do Estado, alguém está simplesmente violando a lei do Estado. Embora desrespeitar as leis do estado contra crimes sem vítimas seja um ato louvável, ele não faz de um agorista. Em resumo, você pode apoiar e participar de empreendimentos contra-econômicos sem abraçar de todo o coração as idéias de Konkin,
‘Então, o que diferencia o agorismo do anarcocapitalismo e outras formas de anarquismo de mercado?’
Como observado anteriormente, Konkin foi uma parte vital do estabelecimento do movimento esquerda-libertário das décadas de 1960, 70 e 80. O Movimento da Esquerda Libertária nasceu das experiências de Konkin ao trabalhar com Murray Rothbard e Karl Hess na Esquerda e Direita , uma revista dedicada a reunir a “direita” antiestatista e a Nova Esquerda do final dos anos 60. Essas experiências influenciaram muito o pensamento e o desenvolvimento do agorismo por Konkin. Quando perguntado por que ele escolheu se identificar como uma "esquerda libertária" ou libertária de esquerda, Konkin disse que estava "à esquerda" de Rothbard, por isso tornou-se natural referir-se ao seu movimento como libertário de esquerda. Ele também notou seu interesse em continuar a " aliança de Rothbard 1960-69 com a Nova Esquerda anti-armas nucleares e depois anti-guerra" .
“Entre figuras importantes no desenvolvimento do movimento libertário moderno, Konkin se destaca em sua insistência de que o libertarianismo corretamente concebido pertence à ala esquerda radical do espectro político”, escreve David S. D'Amato para Libertarianism.org “ His Movement of a esquerda libertária, fundada como uma coalizão de livre mercado esquerdista, resistiu à associação do libertarianismo com o conservadorismo. Posicionando-o ainda mais à esquerda, o agorismo abraça a noção de guerra de classes e implica uma análise distintamente libertária da luta de classes e estratificação. ”
Quando perguntado sobre as principais diferenças entre libertário de esquerda / agorismo e anarcocapitalismo, Konkin disse: “ Em teoria, aqueles que se autodenominam anarcocapitalistas não diferem drasticamente dos agoristas; ambos afirmam querer anarquia (apatridia, e concordamos bastante com a definição de Estado como um monopólio da coerção legitimada, emprestada de Rand e reforçada por Rothbard). Mas, no momento em que aplicamos a ideologia ao mundo real (como dizem os marxóides, "capitalismo realmente existente"), divergimos imediatamente em vários pontos ".
Nas palavras de Konkin, " os" anarcocapitalistas "tendem a fundir o Inovador (Empreendedor) e o Capitalista, da mesma forma que os marxóides e os coletivistas mais cruéis. Os agoristas são rigorosos rothbardianos e, eu diria, neste caso, ainda mais rothbardianos que Rothbard, que ainda possuíam algumas das antigas confusões em seu pensamento. ” Konkin também disse que os AnCaps de sua época tinham uma tendência a“ acreditar no envolvimento com partidos políticos existentes ” e usando o“ complexo de defesa dos EUA para combater o comunismo ”, o terrorismo ou qualquer outra causa equivocada. Embora se possa dizer que a AnCaps que apóia o Departamento de Defesa é minoria em 2016, o argumento ilustra que desde o início do movimento agorista, houve um esforço para segregar o elemento AnCap.
Konkin acreditava que " muito mais que o estatismo precisaria ser eliminado da consciência individual" para que uma sociedade verdadeiramente livre existisse. Com base nessa afirmação (e em seus escritos em outros lugares), parece claro que Konkin adotou um libertarianismo "grosso" que luta pela libertação coletiva por meios individuais e não termina sua análise no Statism. De fato, Konkin escreveu especificamente sobre a opressão contra as mulheres e a comunidade gay.
Outra diferença entre o libertarianismo Konkiano e o dos "libertários da direita" é a questão da classe. Embora o direito normalmente evite análises baseadas em classes, Konkin ajudou a desenvolver o que ficou conhecido como "A teoria agorista das classes". A teoria de classes agorista refuta a teoria comunista de classes de Marx e reconhece as diferenças entre empresários não estatistas e capitalistas estatistas.
Konkin elaborou essas idéias em uma entrevista e em discussões no grupo Yahoo de esquerda e libertária . Mais uma vez ele destacou a importância de separar os “ não-inovadores e capitalistas pró-estatistas” dos “ capitalistas não-estatal (no sentido de detentores de capital, não necessariamente ideologicamente conscientes)” , chamando-os de “ neutra robô-como não -inovadores ” . Quando se tratava da classe trabalhadora, Konkin argumentou que o Estado sufocava a inovação e o empreendedorismo, o que mantinha a classe trabalhadora ocupada fazendo um trabalho ocupado sem sentido. Ele chamou trabalhadores e camponeses de “ uma relíquia embaraçosa de uma era anterior, na melhor das hipóteses, e aguarda com expectativa o dia em que eles desaparecerão por falta de demanda do mercado”.
Além disso, Konkin fez comentários favoráveis ​​em relação aos movimentos dos trabalhadores. No Yahoo-Grupo Libertário de Esquerda, Konkin disse que aprovou a tentativa dos Trabalhadores Industriais do Mundo (IWW) de recrutar libertários. Konkin disse que queria “ lembrar os antigos membros da MLL e informar aos novatos que, como mercado livre e pró-empresário, a MLL apóia sindicatos anarco-sindicalistas genuínos que sempre se recusam a colaborar com o Estado. (Na América do Norte, esse é o IWW e nada mais que eu saiba.) ” Ele observou que o IWW se separou do Partido Socialista dos EUA pelas mesmas razões que seu MLL se separou do Partido Libertário dos EUA -“ uma rejeição do parlamentarismo pela ação direta ” .
Konkin também discordou em confundir os termos "livre empresa" e "capitalismo" com o "mercado livre". " Capitalismo significa a ideologia (ism) do capital ou capitalistas" , escreveu ele. “ Antes de Marx aparecer, o puro comerciante Thomas Hodgskin já usava o termo capitalismo como pejorativo; os capitalistas estavam tentando usar a coerção - o Estado - para restringir o mercado. O capitalismo, então, não descreve um mercado livre, mas uma forma de estatismo, como o comunismo. A livre empresa só pode existir em um mercado livre. ” (5)
Konkin se referiu a seu movimento como "revolucionário" e "radical", termos que geralmente são usados ​​para descrever movimentos de esquerda e rejeitados por "libertários de direita" e conservadores. O uso da terminologia da Nova Esquerda não foi um erro. Konkin estava fazendo um esforço consciente para distinguir sua marca de “anarquismo revolucionário de mercado” do crescente movimento anarcocapitalista.
Em conclusão, Samuel E. Konkin III criou com sucesso uma extensão da filosofia libertária, utilizando táticas consistentes da teoria à aplicação (Contra-Economia), enquanto fornecia um caminho para uma sociedade mais livre. Ele fez esforços para reconhecer as diferenças entre seu movimento e outros, mas ao mesmo tempo reconhecendo que o ataque contra-econômico pode ser realizado por um amplo espectro de antiestatistas. Se conseguirmos criar com êxito uma Aliança Panarquista de Contra-Economistas, ainda podemos construir um mercado verdadeiramente livre que permita experimentação e comércio gratuitos entre diferentes escolas de pensamento. Nesse espaço, veremos o florescimento do movimento agorista consciente.
Fontes:
1- Agorismo: Nosso Objetivo, O Manifesto Do Novo Libertário;
2- Contra-economia: nossos meios, O Manifesto Do Novo Libertário;
3- Agorismo Aplicado, Uma Cartilha Agorista;
4-Economia Aplicada, Uma Cartilha Agorista;
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2019.08.05 05:45 altovaliriano Haters a espera de "A Dança dos Dragões"

Link: https://bit.ly/2YJSOhS
Autora: Laura Miller
Título original: Just Write It!

[...] Não houve acréscimo à série “As crônicas de Gelo e Fogo” desde 2005, quando surgiu o quarto volume. E aquele livro, intitulado “O Festim dos Corvos”, era apenas metade de um romance: ele havia sido removido cirurgicamente de um manuscrito que, com mil e duzentas páginas, ainda não estava completo quase cinco anos após a publicação do terceiro volume. Como “O Festim dos Corvos” seguiu com as aventuras de vários novos personagens - e deixou o destino de vários personagens populares não resolvidos desde o final do livro anterior - alguns fãs ficaram desapontados. Martin incluiu um post-scriptum em “O Festim dos Corvos” explicando o que ele havia feito - e então, como ele me disse, “cometi o erro fatal de dizer: 'mas o outro livro está parcialmente escrito e eu devo poder terminá-lo dentro de um ano’.”
Passados seis anos, alguns dos fãs de Martin ficaram extremamente inquietos. A mesma cultura de blogs que permite que um escritor de fantasia como Neil Gaiman promova um senso de intimidade com seus leitores também pode expor um autor a crítica permanente quando eles ficam descontentes. Os fãs desesperados para descobrir o que aconteceu a personagens como Tyrion Lannister - um anão inteligente e cínico nascido em uma das famílias mais poderosas dos Sete Reinos - acharam cansativo ir verificar o site de Martin em busca de atualizações sobre o quinto livro da série “A Dança dos Dragões” e encontrar, ao invés disso, postagens sobre esportes ou política. Eles começaram a reclamar na seção de comentários do blog de Martin e em Westeros.org.
Como moderador-chefe da Westeros.org, García excluiu as postagens do fórum que considerava “não construtivas”, incluindo as especulações cada vez mais violentas sobre a causa do atraso e o destino final da saga. O blog de Martin foi monitorado de forma semelhante. O descontentamento logo se espalhou para outras plataformas - de fóruns de ficção científica e fantasia a fóruns de discussão na Amazon.com. Um usuário escreveu: “George R. R. Martin, você é um saco... tire a porra da máquina de escrever da sua bunda e comece a digitar”.
Outro brincou dizendo que Martin havia escrito um livro chamado “Como lucrar muito depois de escrever meia saga”. Essa invectiva floresceu mesmo depois de, no começo de março, Martin ter anunciado que “A Dança dos Dragões” será finalmente publicado em 12 de julho. Um leitor cético na Amazon.com disse: "Não espere segure o fôlego, a menos que você goste de desmaiar".
Toda uma comunidade de apóstatas - um fandom das trevas - agora se dedica a provocar Martin, seus associados e leitores que insistem que ele tem trabalhado duro na saga e que tem o direito de levar o tempo que precisar. Até mesmo [Neil] Gaiman foi arrastado para a contenda quando ele respondeu, em seu próprio blog, a uma pergunta sobre o atraso de Martin, com a seguinte repreensão: "George R. R. Martin não é a sua vadia."
Os ataques on-line a Martin sugerem que alguns leitores têm uma nova ideia sobre o que um autor lhes deve. Eles se veem como clientes, não como devotos, e esperam um serviço rápido e consistente. Martin, que tem sessenta e dois anos, me disse que [seu assistente, Ty] Franck chama os leitores descontentes de a Geração de Direitos: “Ele acha que todos são jovens; adolescentes ou na casa dos vinte. E que a geração deles só quer o que querem, e eles querem agora. Se você não der a eles, eles ficarão putos".
[...]
Um professor escolar norueguês chamado Remy Verhoeve é um desses leitores hiper-dedicados. Até um amigo ter lhe persuadido a ler “A Guerra dos Tronos”, ele nunca tivera um gosto especial por ficção de fantasia, com exceção de “O Senhor dos Anéis”. Em sua opinião, os três primeiros volumes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” são "os melhores romances que eu já li". Depois de descobrir a série, ele leu esses três livros dez vezes cada um. “Às vezes, uma obra de arte aparece e muda tudo”, ele me disse. No entanto, Verhoeve, operando sob o nome de guerra Slynt, agora administra um fórum na web dedicado a denegrir Martin e seus partidários. O site chama-se "Is Winter Coming?" - um joguete malicioso com "Winter is Coming", o lema dos Starks, uma das famílias centrais da série.
Como toda guerra prolongada da Internet, o cisma no fandom de Martin é difícil de compreender se visto de fora. Cada lado nutre queixas contra o outro, e qualquer conversa entre os dois degenera em ataques ad hominem. (Na verdade, a briga pode nunca ter consistido em nada além de ataques ad hominem). Encastelados em seus respectivos fortes, cada lado amplia sua própria indignação. No entanto, se você conversar com participantes individuais, ele ou ela afirmará ser desapaixonado. "Pessoalmente, me sinto um pouco triste por eles", disse García sobre seus inimigos.
Na opinião de Verhoeve, os fãs descontentes - que às vezes chamam a si mesmos de GRRuMblers - formaram um movimento de renegados em 2009, depois que Martin fez um post no blog intitulado “Aos Meus Detratores” [“To My Detractors”]. Foi a tentativa de Martin de dar uma resposta definitiva à “onda crescente de veneno acerca do atraso de 'A Dança dos Dragões'.” Ele continuou: “alguns de vocês estão zangados por eu assistir futebol durante o outono”. Outros usuários, como ele observou, se opuseram a ele “estar visitando lugares como Espanha e Portugal (no ano passado) ou Finlândia (este ano)”. O post terminava: “Como alguns de vocês gostam de apontar em seus e-mails, eu tenho 60 anos e sou gordo, e vocês não querem que eu 'dê uma de Robert Jordan' pra cima de vocês e acabe por lhes negar o seu livro. Ok, eu entendi a mensagem. Vocês não me querem fazendo nada que não "As Crônicas de Gelo e Fogo"(E tudo bem se eu talvez precisar mijar de vez em quando?)”.
Verhoeve (que havia sido banido do Westeros.org) ficou irritado com a postagem de Martin, e alguns dias depois ele montou o “Is Winter Coming?”. O tom do fórum foi inspirado em “Finish the Book, George”, um blog iniciado em 2008 por dois irmãos que usavam os apelidos Pesci e Liotta - uma referência a dois atores do filme de gângsteres “Os Bons Companheiros”. Os donos dos pseudônimos pegaram a ideia de outro post no blog de Martin, em que o autor admoestava os visitantes a comentar sobre o assunto da postagem ou caírem fora. (“Se vocês quiserem comentar sobre outros assuntos, incluindo, mas não limitado a, o atraso de 'A Dança dos Dragões’, tudo bem, basta fazê-lo em seus próprios blogs”). Em resposta, Pesci e Liotta começaram a publicar posts irritantes, um após o outro, tornando-se uma espécie de heróis entre os detratores. Em um post se lê: “Como todos nós sabemos que GRRM não consegue escrever a menos que ele esteja em seu lugar especial, vestindo suas botas especiais, com a temperatura em exatamente 69 graus e o sol alinhado com Aquário, eu assumo que isto é outro sinal de que o grande cara não digitou nenhuma palavra de ADWD hoje.”
Os irmãos têm sido menos ativos ultimamente, mas “Is Winter Coming?” está zumbindo com criatividade hostil. Até agora, o fórum produziu um “guia de campo” listando os vários tipos de defensores de Martin e como eles podem ser refutados; um breve texto pseudo-legal intitulado "O povo vs. George R. R. Martin"; alguns gráficos detalhados que tentam demonstrar quão poucas horas Martin dedicou a escrever “A Dança dos Dragões” por ano, com base nas postagens em seu blog; e a “Enciclopedia GRRuMbliana”, de 300 páginas, que inclui uma história espirituosa do fórum. Membros também escreveram “O Festim dos Trolls” e “A Dança dos Detratores”, longas paródias narrativas, no estilo de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que apresentam caricaturas grosseiras de Martin e seus principais defensores, incluindo Gaiman. Uma pequena editora fez um acordo com Verhoeve para compilar algumas das postagens de seu blog em um livro, intitulado "Waiting for Dragons".
[...]
Martin sabe o que é ser provocado por uma série de entretenimento. Ele mesmo experimentou isso sendo um espectador fiel de "Lost", a série de aventura da ABC sobre um grupo de náufragos presos em uma ilha misteriosa. “Continuei assistindo e estava fascinado”, lembra ele. “Eles apresentavam um monte de coisas e achei que eu tinha noção de para onde estava indo. Então eles apresentaram mais coisas e eu tive que pensar melhor.”
Como muitos fãs de “Lost”, Martin se ressentiu do final místico da série, que deixou dezenas de tópicos narrativos em suspensão. “Assistíamos todas as semanas tentando descobrir, e à medida que a coisa se aprofundava, eu ficava dizendo: 'É melhor que tenham algo bom em mente para o fim. É bom que valha a pena isso aqui’. E então me senti tão enganado quando chegamos à conclusão.”
Martin se considera ligado a um contrato informal com seus leitores; sente que lhes deve seu melhor trabalho. No entanto, ele não acredita que isso lhes dá o direito de ditar os detalhes de seu processo criativo ou de reclamar sobre como ele gerencia o próprio tempo.
Embora alguns detratores, como Verhoeve, atribuam sua repugnância a Martin à sua suposta inabilidade com Relações Públicas e “falta de comunicação adequada”, a essência de sua queixa é transacional. Em uma postagem, Liotta se queixou de que ele e “literalmente centenas de milhares de outras pessoas gastaram incontáveis horas e dólares em fiel dedicação” ao trabalho de Martin. Não faz muita diferença para esses fãs que eles já sabiam que a série não estava terminada quando começaram a lê-la, ou que os livros nos quais gastaram todo esse tempo e dinheiro já estão com eles. Para os detratores, o contrato de Martin com eles era para uma história completa, e o compromisso deles com a saga era oferecido com a presunção de que Martin lhes entregaria uma conclusão satisfatória.
Ao contrário do que seus críticos mais extravagantes alegam, Martin insiste que tem trabalhado continuamente em “A Dança dos Dragões”. “Eles têm todas essas teorias insanas de que o livro está concluído há anos, mas que eu estou sentado sobre ele até que a série da HBO seja lançada, para ganhar mais dinheiro”, diz ele. "Ou que eu passei o livro para outro escritor, ou que perdi todo o interesse pela saga e agora só quero fazer outras coisas."
[...]
Martin explicou que ele está ajustando algumas partes de “A Dança dos Dragões” há dez anos. Ele tem um "verdadeiro relacionamento de amor e ódio" com um capítulo de Tyrion Lannister, o anão: "Eu arranquei e pus de volta, eu arranquei e pus de volta. Então eu o pus como uma sequência de sonhos, e então eu arranquei novamente. Essas são as coisas que eu tenho feito”.
Tal indecisão, Martin suspeita, pode estar sendo alimentada pelas expectativas crescentes sobre "As Crônicas de Gelo e Fogo". As resenhas para a saga foram "melhores em ordem de magnitude" do que as que ele recebeu para qualquer outra coisa. Depois que o quarto volume saiu, a Time o sacramentou como “o Tolkien americano”. Muitos leitores já disseram a Martin que sua história é a maior história de fantasia de todos os tempos. Com o show da HBO chegando e seus críticos online respirando em seu pescoço, a pressão se tornou ainda mais intensa.
"Eu não quero parecer um chorão ou alguém que está reclamando", disse Martin, enquanto a luz do sol da tarde entrava colorida pelos vitrais. "Não! Eu estou vivendo o sonho aqui. Eu tenho todos esses leitores que estão esperando pelo livro. Quero lhes dar algo fantástico. Ele fez uma pausa. “E se eu estragar tudo no final? E se eu fizer um ‘Lost’? Então eles virão atrás de mim com ancinhos e tochas”.
Martin espera que, depois de superar os problemas particularmente espinhosos de “A Dança dos Dragões”, os dois últimos livros saiam muito mais rápidos. Alguns detratores insistem que ele nunca completará a série, e eles gostam de matraquear sobre quem deve substituí-lo se ele der uma de Jordan. Martin, no entanto, indicou que ele não permitirá que outro escritor termine "As Crônicas de Gelo e Fogo". A história começou e terminará por suas mãos.
Em determinado ponto, fiz uma pergunta para Remy Verhoeve. Suponha que “As Crônicas de Gelo e Fogo” nunca tenham um final adequado. Ele ainda teria aqueles três livros, aqueles que ele considera os melhores que ele já leu. Isso não seria um consolo? Ele ficou quieto por um tempo antes de responder: “Sim. Eu acho que sim. Embora às vezes eu preferisse nunca ter lido esses livros”.
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